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A Grande Multidão no Céu?
A Grande Multidão no Céu?

 Sobreviventes terrestres da “Grande Tribulação

O APÓSTOLO cristão João, com visão inspirada, olhou para muito além do seu próprio encarceramento na ilha penal de Patmos, e viu formar-se a pior das tribulações que já sobreveio à humanidade. Por que não sobreveio à terra antes disso? Porque o Deus Todo-poderoso a refreia por meio dos seus anjos até que os 144.000 israelitas espirituais tenham recebido a marca de propriedade Dele, o selo identificador na sua testa, falando-se figuradamente. O motivo de se reter assim esta tormenta global de tribulação destrutiva foi predito e ilustrado ao inspirado apóstolo João. (Revelação [Apocalipse] 7:1-8) Esta retenção da tormenta beneficiou outros além dos do restante dos selados como israelitas espirituais, que estão no fotonovo pacto com Jeová Deus. Beneficiou e ainda beneficiará uma multidão de humanos não selados, cujo número não se fixou nem especificou assim como se fez com o número dos israelitas espirituais. Então, por que derivam tal benefício, visto que não estão selados? Quem são? Serão feridos fatalmente pela tormenta que em breve se há de desencadear? O que podemos aprender disso à base daquilo que João viu e ouviu?

Depois de ouvir o número dos selados como israelitas espirituais, mas antes de ver a tormenta terrível ser solta desde os quatro cantos da terra, o apóstolo João diz: “Depois destas coisas eu vi, e, eis uma grande multidão, que nenhum homem podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, trajados de compridas vestes brancas; e havia palmas nas suas mãos. E gritavam com voz alta, dizendo: ‘Devemos a salvação ao nosso Deus, que está sentado no trono, e ao Cordeiro.’” (Revelação 7:9, 10) João não viu ali o ajuntamento da “grande multidão” em progresso, mas viu o quadro já terminado, a “grande multidão” já completamente ajuntada, embora sem se indicar o número. Uma pessoa mais madura fala deles como os que saíram da grande tribulação, como os “que vieram de grande tribulação”. (Apocalipse 7:14, Al; CBC; So) Visto que estão em pé perante o trono de Deus e perante o Cordeiro Jesus Cristo, quer isso dizer que estão no céu?

Não! Estão na terra e permanecerão na terra. Não precisam estar no céu como criaturas espirituais para estarem em pé diante do trono do Deus Todo-poderoso e diante do seu Cordeiro, assim como tampouco “todas as nações” precisam subir ao céu ao serem ajuntadas perante o Filho do homem, quando ele vem e se assenta no seu trono glorioso, para separar as “ovelhas” dos “cabritos”. — Mateus 25:31, 32.

Nesta era do radar e da televisão, podemos compreender como o Deus Todo-poderoso e seu Cordeiro Jesus Cristo podem ter diante de si esta “grande multidão”, embora ela esteja aqui na terra. (Salmo 11:4, 5; Provérbios 15:3; Revelação 5:6) Também, os desta “grande multidão” estão vendo a Deus no seu trono do universo e também seu Cordeiro celestial por meio dos olhos da fé. Com eles se dá o que diz o Salmo 16:8: “Pus constantemente a Jeová diante de mim.” (Atos 2:25) Reconhecem que há apenas um só Deus vivente e verdadeiro e que ele é Rei sobre tudo, Regente divino do céu e da terra, e reconhecem a si mesmos como Seus súditos terrestres. Além disso, reconhecem o Cordeiro, isto é, Jesus Cristo, aquele que foi morto como cordeiro inofensivo e que não ofereceu resistência, num sacrifício a Deus.

Não se expressam para com nenhum trono terrestre e seu ocupante. Antes, expressam-se para com o trono celestial e seu Ocupante divino, e seu Cordeiro, uma vez sacrificado, dizendo: “Devemos a salvação ao nosso Deus, que está sentado no trono, e ao Cordeiro.” Por assim confessarem abertamente que a sua salvação vem do Regente do universo, por meio de seu Filho semelhante a um cordeiro, estão deveras em pé perante o trono de Deus, embora estejam em carne na terra. Nenhum ocupante num trono na terra ouve tal atribuição da salvação a ele, da parte desta “grande multidão”; apenas o entronizado Deus celestial a ouve, e também o Seu Cordeiro. Isto resulta em terem uma aparência imaculada aos olhos de Deus. Para representar isso, diz-se que estão “trajados de compridas vestes brancas”, sem haver algo impróprio para tornar sua aparência repulsiva ao entronizado Deus e seu Cordeiro. Isto os obriga a colocar a lei de Deus acima da lei do homem; e quando há um conflito entre a lei de Deus e a lei do homem terreno, adotam a atitude dos apóstolos do Cordeiro, Jesus Cristo, dizendo: “Temos de obedecer a Deus como governante antes que aos homens.” — Atos 5:29.

Embora esta “grande multidão, que nenhum homem podia contar”, continue a sair “de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas”, não permitem que suas diferenças tribais, nacionais, raciais ou lingüísticas criem antagonismo entre eles. Vencem todas estas coisas divisórias deste mundo e se mantêm unidos em confessar abertamente o Deus reinante, Jeová, e seu Cordeiro, Jesus Cristo, como a fonte e o meio de sua salvação. Não saúdam nenhum homem, nem emblemas, como para atribuir-lhes a sua salvação. Dizem, como o salmista inspirado “A salvação pertence a Jeová.” (Salmo 3:8, NM; Brasileira) Rejubilam com seu Deus de salvação e com o Cordeiro dele, e isto é representado pela seguinte particularidade da “grande multidão”: “Havia palmas nas suas mãos”, e “gritavam com voz alta, dizendo: ‘Devemos a salvação ao nosso Deus, que está sentado no trono, e ao Cordeiro.’” (Revelação 7:9, 10) Tais palmas nas suas mãos não significam que sofreram a morte de mártires ou que obtiveram uma vitória, mas atribuem a vitória a seu Deus e ao Cordeiro dele, que morreu como sacrifício humano perfeito. Aclamam a estes como Salvadores.

Quando teve a visão disso, a apóstolo João mui provavelmente pensava no que havia presenciado por ocasião da entrada triunfal, montado, do Cordeiro Jesus Cristo em Jerusalém, em 9 de nisã de 33 E.C. O próprio João escreveu sobre isto, dizendo: “No dia seguinte, a grande multidão que tinha vindo à festividade, ao ouvirem que Jesus vinha a Jerusalém, tomaram ramos de palmeiras e saíram ao encontro dele. E começaram a clamar: ‘Salva, rogamos-te! Bendito aquele que vem em nome de Jeová, sim, o rei de Israel!”‘ (João 12:12, 13) João se podia também lembrar que por ocasião da celebração da alegre festividade das barracas, no sétimo mês lunar (tisri), mandara-se que seu povo usasse ramos de palmeiras. (Neemias 8:14, 15) Era bem apropriado acenar com ramos de palmeiras perante Jeová Deus no seu trono, pois, nas muralhas do templo construído pelo sábio Rei Salomão, em Jerusalém, havia figuras esculpidas de palmeiras, bem como de querubins. — 1 Reis 6:29-35.

Na visão da Revelação dada a João, parece bem apropriado que a “grande multidão” sem número se mantivesse em pé perante o Deus entronizado e seu Cordeiro, segurando palmas em símbolo de sua grande alegria e de seu apreço grato a estes Salvadores.

Os que constituem a “grande multidão” neste século vinte podem sentir-se muito encorajados de que as criaturas santas dos céus invisíveis os apóiam no que clamam por exclamarem Amém! Logo depois de descrever a visão da “grande multidão”, o apóstolo João acrescenta: “E todos os anjos estavam em pé ao redor do trono e das pessoas mais maduras, e das quatro criaturas viventes, e prostraram-se sobre os seus rostos diante do trono e adoraram a Deus, dizendo: ‘Amém! A bênção, e a glória, e a sabedoria, e o agradecimento, e a honra, e o poder, e a força sejam ao nosso Deus para todo o sempre.’” (Revelação 7:11, 12) De modo que todas estas outras criaturas adoram o mesmo Deus que a “grande multidão” na terra. Dão-lhe glória, agradecimento e honra, e confessam que Ele é a Fonte divina de toda a bênção, sabedoria, poder e força. Se não fosse pela bênção, pela sabedoria, pelo poder e pela força de Deus, não se poderia realizar a salvação da “grande multidão” por meio do Cordeiro Jesus Cristo. 

QUEM SÃO E DONDE VÊM?

O apóstolo João sabia que esta “grande multidão”, de que nenhum homem podia dar o número específico, não era os 144.000 israelitas espirituais com o selo do Deus vivente na testa, e não era parte destes 144.000 israelitas espirituais. Pois bem, era a “grande multidão” um quadro de todos os salvos da humanidade? Ou a quem representava a “grande multidão”? João teve de admitir que não sabia, quando a pergunta lhe foi feita por uma das vinte e quatro pessoas mais maduras que ele havia antes visto sentadas em tronos em volta do trono central de Deus. (Revelação 4:4-6) João compartilha conosco a informação que recebeu, escrevendo:
“E, em resposta, uma das pessoas mais maduras me disse: ‘Quem são estes que trajam compridas vestes brancas e donde vieram?’ Eu lhe disse assim imediatamente: ‘Meu senhor, és tu quem sabes.’ E ele me disse: ‘Estes são os que  fotosaem da grande tribulação, e lavaram as suas vestes compridas e as embranqueceram no sangue do Cordeiro. É por isso que estão diante do trono de Deus; e prestam-lhe serviço sagrado, dia e noite, no seu templo; e o que está sentado no trono estenderá sobre eles a sua tenda. Não terão mais fome, nem terão mais sede, nem se abaterá sobre eles o sol, nem calor abrasador, porque o Cordeiro, que está no meio do trono, os pastoreará e os guiará a fontes de água da vida. E Deus enxugará toda lágrima dos olhos deles.’” — Revelação 7:13-17.

O grupo das vinte e quatro pessoas mais maduras é um dos diversos símbolos, na Revelação, dos 144.000 israelitas espirituais que hão de reinar com o Cordeiro Jesus Cristo durante o milênio vindouro. Portanto, aquela uma só pessoa mais madura que deu ao apóstolo João esta informação representa uma parte desta congregação dos herdeiros do Reino. Desde o fim da primeira guerra mundial em 11 de novembro de 1918, tem havido um restante destes herdeiros do Reino na terra. Em anos recentes, seu número tem diminuído, ao passo que o número da “grande multidão” tem constantemente aumentado. É bem apropriado, então, que o recebimento da explicação, por João, da parte da pessoa mais madura, informativa, represente que neste tempo do cumprimento da Revelação a informação esclarecedora sobre quem é a “grande multidão” e donde vem seria dada por intermédio deste restante ungido, como canal visível de Deus.

Deveras, a informação há muito aguardada, e satisfatória, chegou a nós assim, no ano de 1935. Naquele ano, a Watch Tower Bible & Tract Society (Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados), cuja diretoria precisa estar constituída toda de membros do restante ungido, publicou na sua revista oficial (A Torre de Vigia e Arauto da Presença de Cristo) sua então mais recente explicação de Revelação 7:9-17 a respeito da “grande multidão”. Isto foi publicado nos números de 1.° e 15 de agosto de 1935, da edição inglesa de A Torre de Vigia (agora Sentinela), no artigo de duas partes intitulado “A Grande Multidão”. No entanto, oito semanas antes disso, no mesmo ano, na tardinha de sexta-feira, 31 de maio, às 17-18,30 horas, no congresso das testemunhas de Jeová em Washington, D. C., E. U. A., esta mesma informação foi apresentada à assistência presente e a uma assistência invisível, por rádio, pelo então presidente da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, a corporação de Pensilvânia, a saber, Joseph F. Rutherford, que falou sobre o assunto “A Grande Multidão”. Tanto este discurso no congresso como o artigo posterior na Torre de Vigia apresentaram que a “grande multidão” não iria para o céu, mas viveria para sempre numa terra paradísica.

Visto que a pessoa mais madura disse a João que “estes são os que saem da grande tribulação”, significa isso que precisam passar por uma grande perseguição? Isto não estaria totalmente excluído, visto que na Revelação a palavra “tribulação” é às vezes usada para significar perseguição ou sofrimento como cristão, especificamente com respeito à congregação dos ungidos e gerados pelo espírito. (Revelação 1:9; 2:9, 10) Todavia, prediz-se que a “grande multidão” ‘sai da grande tribulação’, e isto dificilmente significaria que a “grande multidão” sofreria mais perseguição e dificuldades do que o restante ungido, de modo que a sua seja a “grande tribulação”. A “grande multidão” talvez sofra perseguição junto com o restante ungido, mas a perseguição da “grande multidão” não deve ser distinguida e magnificada pela expressão “grande tribulação”. Qual parece, então, ser o significado mais razoável desta expressão? O seguinte, a saber, a “tribulação’’ excepcional que vem quando os “quatro anjos” nos quatro cantos da terra soltam os “quatro ventos da terra”, para soprarem sobre a terra, o mar e as árvores. — Revelação 7:1-3.

LAVAGEM E EMBRANQUECIMENTO DE SUAS VESTES COMPRIDAS

Desde o ano de 1935 E.C. e a identificação da misteriosa “grande multidão”, demonstrou-se que a fé que a cristandade afirma ter no sacrifício humano perfeito do Cordeiro Jesus Cristo, como resgatador, está morta. De que modo? Porque a profissão de fé da cristandade nele não foi provada pelas obras dela. (Tiago 2:20-26) Por isso, ela não será preservada através da “grande tribulação”. O mesmo não se dará, porém, com os membros da “grande multidão”, trajados de compridas vestes brancas. A fé que eles têm é viva e é retratada naquilo que a pessoa mais madura diz a respeito deles: “E lavaram as suas vestes compridas e as embranqueceram no sangue do Cordeiro.” (Revelação 7:14) Antes disso, quando eram pessoas do mundo pecador, suas vestes de identificação estavam sujas e maculadas pelo mundo, não sendo apresentáveis à vista de Deus. (Tiago 1:27) Não podiam lavar estas vestes compridas e embranquecê-las no seu próprio sangue por derramá-lo em martírio violento. Tampouco são obrigados a lavá-las e embranquecê-las por passarem através de uma futura “grande tribulação” disciplinar. Só poderiam torná-las imaculadamente brancas por lavá-las no “sangue do Cordeiro”. Como?

Fizeram a sua lavagem por agirem segundo a sua crença de que, “a menos que se derrame sangue, não há perdão”, e que Jesus Cristo é “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. (Hebreus 9:22; João 1:29, 36) Como? Pela dedicação a Deus. No número inglês da Torre de Vigia, de 15 de agosto de 1934, páginas 249, 250, publicou-se que mesmo a pessoa que se candidata para obter a vida eterna na terra paradísica, na nova ordem de Deus, precisa fazer uma dedicação irrevogável de si mesma a Jeová Deus e então simbolizar esta dedicação pelo batismo completo em água. Não poderia ser discípulo de Jesus Cristo a menos que fizesse isso, em obediência às palavras de Jesus em Mateus 28:19, 20.

É Jeová Deus quem decide se a pessoa dedicada e batizada deve ser chamada com a vocação celestial para o Reino ou se lhe devem ser designados vida e serviço na terra, na Sua nova ordem de coisas. Tal dedicação pode ser feita a Deus e aceita apenas quando a pessoa faz esta dedicação por meio do Cordeiro Jesus Cristo, crendo que o sangue derramado dele provê o perdão dos pecados por parte de Deus, tornando a pessoa assim aceitável à vista de Deus.
20 Portanto, por fazerem esta dedicação incondicional de si mesmos a Deus, por meio do Cordeiro cujo sangue foi derramado, os que vieram a pertencer à hodierna “grande multidão” figuradamente “lavaram as suas vestes compridas e as embranqueceram no sangue do Cordeiro”. É assim que podem manter-se em pé diante Deus no seu trono, em compridas vestes brancas e com palmas nas mãos. Mantêm estas vestes brancas por confessarem abertamente perante os homens a sua fé no sangue do Cordeiro e por pedirem continuamente que Deus lhes perdoe seus pecados por meio do sangue derramado do seu Cordeiro. Especialmente a partir do ano de 1938 têm assistido à celebração anual da Ceia (ou refeição noturna) do Senhor, celebrada pelas testemunhas de Jeová no aniversário da introdução da Ceia do Senhor por Cristo, na noite da Páscoa do ano 33 E.C. Embora em tais celebrações anuais da comemoração da morte de Cristo não participem dos emblemas, assim como fazem os do restante ungido, crêem que o pão não fermentado significa o corpo de Cristo e que o vinho tinto significa o sangue derramado de Cristo. Em 1970, a “grande multidão” assistiu a tal comemoração da morte de Cristo no domingo, 22 de março, após as 18 horas.

Por ocasião da abertura do sexto selo do rolo misterioso, pelo Cordeiro de Deus, os mundanos com sentimentos de culpa e amedrontados, deste sistema de coisas, são revelados como clamando para os montes e para as rochas para que os escondam. Esconder de quê? “Do rosto daquele que está sentado no trono e do furor do Cordeiro, porque veio o grande dia do seu furor, e quem é que pode ficar de pé?” (Revelação 6:15-17) A “grande multidão” não participa com estes mundanos em clamar para que redutos terrestres os escondam. Procuram a face do Divino sentado no trono celestial e não temem o “furor do Cordeiro”. Em resposta à pergunta levantada pelos mundanos que se condenam a si mesmos: “Quem é que pode ficar de pé?” os fiéis da “grande multidão” mostram quem pode. Eles estão em pé, sim, diante do trono de Deus e diante do Cordeiro, “trajados de compridas vestes brancas” e com “palmas nas suas mãos”. Atribuem a sua salvação, não aos montes e às rochas, mas a seu Deus Jeová e ao seu Cordeiro, Jesus Cristo.

Por causa de sua aparência limpa, em vestes lavadas e embranquecidas, os desta “grande multidão”, embora não sejam israelitas espirituais, estão numa condição espiritual correta para poderem estar em pé diante de Deus, que está sentado no trono do universo, conforme representado em Revelação 7:9. “É por isso”, explica Revelação 7:15, “que estão diante do trono de Deus; e prestam-lhe serviço sagrado, dia e noite, no seu templo”. Reconhecem claramente que Jeová Deus reina por meio do seu reino messiânico, que fez nascer no fim dos Tempos dos Gentios em 1914 E.C. O Deus reinante, por sua vez, se agrada de reconhecê-los desde o seu trono celestial por dar-lhes uma parte no cumprimento da profecia de Jesus: “Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.” (Mateus 24:14) A “grande multidão” realiza uma parte cada vez maior desta pregação do Reino junto com o restante ungido dos israelitas espirituais, que agem como “embaixadores, substituindo a Cristo”. (2 Cor. 5:20) A “grande multidão” age como enviados sob a supervisão destes herdeiros do Reino.

PRESTAR SERVIÇO SAGRADO NO TEMPLO DE DEUS

A obra que os membros da “grande multidão” fazem é uma obra sagrada. Diz-se que “prestam [a Deus] serviço sagrado, dia e noite, no seu templo”. Isto não os torna sacerdotes de Deus, tais como são os do restante ungido. (1 Ped. 2:5, 9) Não se diz que os da “grande multidão” sejam feitos colunas no templo do Deus de Jesus Cristo, conforme este disse à congregação na antiga Filadélfia. (Revelação 3:12) Tampouco se diz a respeito dos da “grande multidão” que “serão sacerdotes de Deus e do Cristo, e reinarão com ele por mil anos”. (Revelação 20:6) Portanto, os da “grande multidão” não são uma classe sacerdotal. Por que ou como se dá, então, que são vistos prestando serviço sagrado “dia e noite, no seu templo”?

Isto se dá porque ainda há na terra um restante ungido dos membros da classe do templo espiritual. Portanto, desde 1934-1935 E.C., os da “grande multidão” em compridas vestes brancas têm prestado seu contínuo serviço a Jeová Deus em contato direto com este restante da classe do templo, estas ‘colunas’ espirituais no templo de Deus. Assim se encontram no templo de Deus, mas não fazem parte dele. Além disso, colocam a adoração de Deus em primeiro lugar na sua vida, mas só podem adorar a Deus por meio de seu templo espiritual, do qual Jesus Cristo é “pedra angular de alicerce”. (Efésios 2:20-22) Por meio dele servirão a Deus para sempre.

Jeová Deus os protege e abriga, porque se refreiam de obras profanas e mortíferas deste mundo ímpio, mas prestam constantemente serviço da espécie sagrada a ele. É como diz Revelação 7:15: “O que está sentado no trono estenderá sobre eles a sua tenda.” Além disso, depois de a “grande multidão” sobreviver à “grande tribulação”, dar-se-á o mesmo com ela como se dará com a humanidade que depois há de ser ressuscitada, conforme predito em Revelação 21:3: “Eis que a tenda de Deus está com a humanidade, e ele residirá [em tenda; tabernáculo; no grego] com eles e eles serão os seus povos. E o próprio Deus estará com eles.” Portanto, visto que Deus estende agora a sua tenda sobre os da “grande multidão”, significa que cuida deles protetoramente e que eles têm associação íntima com ele.

“OUTRAS OVELHAS”

O Deus a quem os membros da “grande multidão” agora ‘prestam serviço sagrado, dia e noite, no seu templo’, também coloca sobre eles um Pastor. O proveito de terem este pastor é explicado em Revelação 7:16, 17: “Não terão mais fome, nem terão mais sede, nem se abaterá sobre eles o sol, nem calor abrasador, porque o Cordeiro, que está no meio do trono, os pastoreará e os guiará a fontes de águas da vida. E Deus enxugará toda lágrima dos olhos deles.”

Os pertencentes à “grande multidão’’ são assim comparados a ovelhas, e o Cordeiro de Deus é comparado ao seu Pastor. Trata-se evidentemente do início da obra de ajuntamento que Jesus Cristo predisse depois de falar de si mesmo como “o pastor excelente”, encarregado do aprisco de 144.000 ovelhas que têm a chamada celestial. Ele disse: “E tenho outras ovelhas, que não são deste aprisco; a estas também tenho de trazer, e elas escutarão a minha voz, e se tornarão um só rebanho, um só pastor.” (João 10:1-16) Visto que os da “grande multidão” são recolhidos pelo “pastor excelente” antes da grande tribulação, eles são os primeiros das “outras ovelhas” da humanidade resgatada, recolhida pelo “pastor excelente”. Uma vez que este recolhimento destas “outras ovelhas” ocorre enquanto os do restante ungido dos herdeiros do Reino ainda estão na terra, a “grande multidão” de “outras ovelhas” se torna agora “um só rebanho” com o restante, sob “um só pastor”. Por causa desta unificação, este um só rebanho de ovelhas simbólicas na terra já aumentou a muito mais de 144.000 em toda a terra habitada, mas ainda estão debaixo de “um só pastor”, o glorificado Jesus Cristo, o “Cordeiro de Deus”.

O pastor fiel cuida de que as suas ovelhas sejam bem alimentadas e dessedentadas. Assim, também os da “grande multidão” das “outras ovelhas” não mais passam fome ou sede em sentido espiritual. São ensinadas regularmente e dá-se-lhes compreensão da Palavra nutritiva de Deus, a Bíblia Sagrada, e recebem uma parte generosa no serviço do Reino, “serviço sagrado”, que é para eles como alimento e bebida, como no caso do próprio Jesus. — João 4:32.

Além de tal alimento e bebida, o “pastor excelente” encontra bastante sombra para as suas “outras ovelhas”. Não precisam temer o furor ardente do homem por fazerem o que é direito; antes, é o furor ardente de Deus que precisam temer, se fizerem algo que mereça seu desagrado. Portanto, seu “pastor excelente” os guia e instrui em fazer a vontade de Deus, para que tenham aprovação, bênção e refrigério divinos. Podem obter o perdão dos seus pecados por Deus, através de seu “pastor excelente”, e manter limpas as suas simbólicas compridas vestes brancas. Seu “pastor excelente” abrigará estas “outras ovelhas” contra o “calor abrasador” que haverá durante a grande tribulação.

Em vez de haver raios abrasadores do sol e calor abrasador do desagrado de Deus, haverá refrigério para a “grande multidão” destas “outras ovelhas”, por meio de seu Guia Pastor. Não sofrerão de desidratação e dessecação mortíferas, nem da carência fatal de sais minerais. O “pastor excelente” “os guiará a fontes de águas da vida”. Não se trata de água encanada, quimicamente poluída, mas sim de água limpa, fresca e sadia, da própria fonte. Estas águas simbólicas não se referem apenas a águas no sentido de verdades bíblicas, mas, antes, a todas as provisões de Deus para que a “grande multidão” alcance a vida humana perfeita, eterna, em felicidade, no meio do paraíso terrestre da nova ordem de Deus.

Assim, por se associar com o restante ungido do “pequeno rebanho” antes da “grande tribulação”, esta “grande multidão” de “outras ovelhas” usufrui agora coisas similares às preditas para o restante depois de este ter saído de Babilônia, a Grande, e ter sido restabelecido na organização de Jeová Deus: “Não terão fome, nem terão sede, nem se abaterá sobre eles o calor abrasador ou o sol. Porque Aquele que se apieda deles os guiará e os conduzirá junto às fontes de água.” — Isaías 49:10.

Deus ama esta crescente “grande multidão” destas “outras ovelhas” que lhe prestam serviço sagrado, dia e noite, no seu templo espiritual. Embora no passado talvez tenham chorado por causa de sua ignorância religiosa e por causa de sua má relação com o único Deus vivente e verdadeiro, agora não choram mais na sua posição limpa perante o trono de Deus e no seu precioso serviço sagrado que lhe prestam no Seu templo. A promessa Dele a seu respeito está-se cumprindo: “E Deus enxugará toda lágrima dos olhos deles.” (Revelação 7:17) Alegram-se com a salvação que devem a ele por meio de seu Cordeiro Jesus Cristo. Mas olham mais além de sua própria salvação pessoal por meio do Cordeiro. Aguardam alegremente ver a vindicação da soberania universal de Jeová Deus e a santificação de seu glorioso nome por ele trazer a “grande tribulação” que eliminará da terra inteira o atual sistema iníquo de coisas, do qual Satanás, o Diabo, tem sido o deus. Quão grande será a alegria deles, de sobreviverem àquela grande tribulação.

Presado leitor, para mais entendimento desta questão (vida eterna, onde?) medite num outro artigo que é fundamental ao entendimento deste artigo que você acabou de estudar. A outra matéria tem por título: Os 144.000 no céu?

Este artigo se encontra na home inicial deste site, na seção de links da coluna esquerda. Acesse e faça a leitura, assim você verá como serviu para o entendimento deste artigo que acabara de estudar. Presado leitor, use sua Bíblia como "pedra de teste", a cada dizeres meus ou a cada parágrafo eu coloco um texto de base, este texto é a autoridade na qual você deve julgar, se estou postando heresias, ou se meus comentários tem realmente uma base sólida na Palavra de Deus, a Bíblia. Obrigado pela visita neste site. Volte sempre!