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Ajude o desenvolvimento de seus filhos adolescente
Ajude o desenvolvimento de seus filhos adolescente

Ajude o desenvolvimento de seus filhos adolescentes

TER em casa um filho adolescente é bem diferente de ter em casa uma criança de 5, ou até mesmo de 10 anos. A adolescência traz seus próprios desafios e problemas, mas pode também trazer alegrias e recompensas. Exemplos tais como José, Davi, Josias e Timóteo mostram que os jovens podem ser responsáveis e ter uma relação excelente com Jeová. (Gênesis 37:2-11; 1 Samuel 16:11-13; 2 Reis 22:3-7; Atos 16:1, 2) Muitos adolescentes hoje confirmam este ponto. Provavelmente conhece alguns deles.

Mas, para alguns, a adolescência é turbulenta. Os adolescentes sofrem altos e baixos emocionais. Rapazes e moças talvez queiram maior independência, e talvez se ressintam dos limites impostos pelos pais. Mas, tais jovens ainda são um tanto inexperientes e precisam da ajuda prestimosa e paciente dos pais. Sim, os anos da adolescência podem ser excitantes, mas também confusos — tanto para os pais como para os adolescentes. Que ajuda se pode dar aos jovens durante esses anos?

Os pais que seguem os conselhos bíblicos dão aos seus filhos adolescentes a melhor oportunidade possível de trilharem com êxito por essas provações até a idade adulta responsável. Em todos os países e em todos os tempos, pais e adolescentes que aplicaram princípios bíblicos juntos foram abençoados com sucesso. — Salmo 119:1.

COMUNICAÇÃO FRANCA E ABERTA

A Bíblia diz: “Há frustração de planos quando não há palestra confidencial.” (Provérbios 15:22) Se foi preciso haver “palestra confidencial” quando os filhos eram pequenos, ela é especialmente vital na adolescência — quando os jovens provavelmente passam menos tempo em casa e mais tempo com colegas de escola ou outros. Sem palestra confidencial — sem comunicação franca e aberta entre pais e filhos — os adolescentes podem virar estranhos na casa. Assim, como manter abertas as linhas de comunicação?

Tanto adolescentes como pais têm de cumprir o seu papel nesse respeito. É verdade que os adolescentes talvez achem mais difícil falar com os pais agora do que quando eram mais jovens. Não obstante, lembre-se de que “quando não há orientação perita, o povo cai; mas há salvação na multidão de conselheiros”. (Provérbios 11:14) Estas palavras se aplicam a todos, jovens e idosos. Os adolescentes sabedores disso entenderão que ainda precisam de orientação perita, pois enfrentam questões mais complexas do que antes. Deviam reconhecer que seus pais tementes a Deus estão bem qualificados como conselheiros porque são mais experientes na vida e têm provado a sua dedicação por muitos anos. Assim, nesse estágio da vida, os adolescentes sensatos não se afastarão dos pais.

Comunicação aberta significa que os pais farão o possível para se colocarem à disposição quando o adolescente sentir necessidade de falar. Se você for pai, ou mãe, cuide de que a comunicação esteja aberta pelo menos de sua parte. Pode não ser fácil. A Bíblia diz que há “tempo para ficar quieto e tempo para falar”. (Eclesiastes 3:7) Quando seu filho adolescente acha que é hora de falar, talvez para você seja hora de ficar quieto. Talvez você tenha reservado aquele momento para estudo pessoal, descontração ou algum serviço na casa. Mesmo assim, se o jovem deseja falar-lhe, tente ajustar seus planos e escute. Senão, ele talvez não volte a tentar. Lembre-se do exemplo de Jesus. Certa ocasião, ele havia programado tempo para descansar. Mas, quando as pessoas começaram a aglomerar-se para ouvi-lo, ele adiou o descanso e passou a ensiná-las. (Marcos 6:30-34) A maioria dos adolescentes sabe que a vida dos pais é atarefada, mas eles precisam da garantia de que seus pais os atenderão quando for necessário. Assim, coloque-se à disposição e seja compreensivo.

Tente lembrar-se de como eram as coisas quando você era adolescente, e não perca seu senso de humor! É preciso que os pais gostem de estar com seus filhos. Como os pais gastam seu tempo de folga? Se sempre preferirem usá-lo para atividades à parte da família, os filhos adolescentes logo perceberão isso. Adolescentes convencidos de que seus colegas de escola os estimam mais do que seus pais estarão propensos a ter problemas.

O QUE TRANSMITIR

Se os pais ainda não inculcaram nos filhos o apreço pela honestidade e trabalho árduo, devem por todos os meios fazer isso na adolescência. (1 Tessalonicenses 4:11; 2 Tessalonicenses 3:10) É também vital se certificarem de que os filhos creem de todo o coração na importância de levar uma vida limpa e de boa moral. (Provérbios 20:11) Os pais podem ensinar muito nesses aspectos pelo exemplo. Assim como maridos descrentes podem ser “ganhos sem palavra, por intermédio da conduta de suas esposas”, os adolescentes podem aprender princípios corretos através da conduta dos pais. (1 Pedro 3:1) Mesmo assim, exemplo só não basta, visto que os filhos estão também expostos a muitos maus exemplos e a uma enxurrada de propaganda sedutora fora de casa. Pais interessados, portanto, precisam saber quais são os conceitos de seus filhos adolescentes sobre o que veem e ouvem, e isso exige diálogos significativos. — Provérbios 20:5.

É especialmente assim com relação a assuntos sexuais. Pais, sentem-se constrangidos de discutir sexo com seus filhos? Mesmo se assim for, esforcem-se nesse sentido, pois os jovens com certeza aprenderão sobre o assunto com alguém. Se não aprenderem de vocês, quem sabe que informações distorcidas obterão? Na Bíblia, Jeová não evita assuntos de natureza sexual, e tampouco devem os pais evitar. — Provérbios 4:1-4; 5:1-21.

Felizmente, a Bíblia contém orientações claras no campo da conduta sexual, e as Testemunhas de Jeová já publicaram muitas informações úteis mostrando que essas orientações ainda valem no mundo moderno. Por que não usar essa ajuda? Por exemplo, que tal recapitular com seus filhos a seção “O Sexo e a Moral” no livro Os Jovens Perguntam — Respostas Práticas? Talvez fique agradavelmente surpreso com os resultados.

Qual é o assunto mais importante que pais e filhos devem considerar? O apóstolo Paulo indicou qual é ao escrever: “Prossegui em [criar os filhos] na disciplina e na regulação mental de Jeová.” (Efésios 6:4) Os filhos precisam continuar a aprender sobre Jeová. Em especial, precisam aprender a amá-lo, e devem desejar servi-lo. Também nesse caso, muito pode ser ensinado pelo exemplo. Se os adolescentes observam que seus pais amam a Deus ‘de todo o coração, de toda a alma e de toda a mente’, e que isso produz bons frutos na vida dos pais, é provável que sejam induzidos a fazer o mesmo. (Mateus 22:37) Similarmente, se os jovens perceberem que seus pais têm um conceito razoável sobre bens materiais, priorizando o Reino de Deus, serão ajudados a desenvolver o mesmo conceito. — Eclesiastes 7:12; Mateus 6:31-33.

Um estudo bíblico familiar, semanal, é de grande ajuda para ensinar valores espirituais aos jovens. (Salmo 119:33, 34; Provérbios 4:20-23) A regularidade desse estudo é vital. (Salmo 1:1-3) Pais e filhos devem reconhecer que outras atividades precisam estar subordinadas ao estudo familiar, e não o contrário. Ademais, é essencial a atitude correta se o estudo familiar há de ser eficaz. Disse certo pai: “O segredo é o dirigente promover um clima descontraído, porém respeitoso, durante o estudo familiar — informal, mas não frívolo. Talvez nem sempre seja fácil conseguir o equilíbrio correto, e os jovens talvez precisem frequentemente de correção de atitude. Se as coisas não derem certo uma vez ou duas, persevere e aguarde a próxima vez.” Esse mesmo pai disse que, em sua oração antes de cada estudo, ele pedia especificamente a ajuda de Jeová para que todos os envolvidos tivessem o conceito correto. — Salmo 119:66.

Dirigir o estudo familiar é dever de pais tementes a Deus. É verdade que alguns pais talvez não sejam instrutores talentosos, e pode ser-lhes difícil achar meios de tornar interessante o estudo familiar. Não obstante, se você ama seus filhos adolescentes “em ação e em verdade”, desejará ajudá-los humilde e francamente a progredirem espiritualmente. (1 João 3:18) Talvez eles se queixem de tempos a tempos, mas é bem provável que percebam seu profundo interesse no bem-estar deles.

O estudo familiar não é a única ocasião para ensinar importantes assuntos espirituais. Lembra-se da ordem de Jeová aos pais? Ele disse: “Estas minhas palavras tendes de fixar no vosso coração e na vossa alma, e atá-las como sinal sobre a vossa mão, e elas têm de servir de frontal entre os vossos olhos. Também, tendes de ensiná-las aos vossos filhos, falando delas sentado na tua casa e andando pela estrada, e ao deitar-te e ao levantar-te.” (Deuteronômio 11:18, 19; veja também Deuteronômio 6:6, 7.) Isto não significa que os pais devam estar sempre pregando aos filhos. Mas o chefe de família amoroso estará sempre atento às oportunidades de edificar o enfoque espiritual de sua família.

DISCIPLINA E RESPEITO

Disciplina é treinamento que corrige, e inclui a comunicação. A disciplina tem mais a ver com correção do que com punição — embora a punição possa ser necessária. Seus filhos precisaram de disciplina quando eram pequenos e agora, como adolescentes, ainda precisam de algum tipo de disciplina, talvez até mais. Adolescentes sensatos sabem que isso é verdade.

A Bíblia diz: “Quem é tolo desrespeita a disciplina de seu pai, mas quem considera a repreensão é argucioso.” (Provérbios 15:5) Esse texto nos ensina muita coisa. Implica que haverá aplicação de disciplina. O adolescente não pode ‘considerar a repreensão’ se esta não for dada. Jeová confia aos pais o dever de administrar disciplina, especialmente ao pai. Contudo, a responsabilidade de aceitar essa disciplina cabe ao adolescente. Ele aprenderá mais e errará menos se aceitar a sábia disciplina de seu pai e de sua mãe. (Provérbios 1:8) A Bíblia diz: “Quem negligencia a disciplina terá pobreza e desonra, mas aquele que guarda a repreensão é o que é glorificado.” — Provérbios 13:18.

Ao disciplinar adolescentes, os pais precisam ser equilibrados. Devem evitar ser tão estritos a ponto de irritar os filhos, talvez até mesmo prejudicando a autoconfiança deles. (Colossenses 3:21) Mas, por outro lado, não devem querer ser tão permissivos que seus filhos se vejam privados do treinamento vital. Tal permissividade pode ser desastrosa. Provérbios 29:17 diz: “Castiga teu filho e ele te trará descanso e dará muito prazer à tua alma.” Contudo, o versículo 21 diz: “Se alguém está mimando o seu servo desde a infância, este se tornará posteriormente na vida até mesmo um ingrato.” Embora essa passagem fale de um servo, ela se aplica com igual força a qualquer jovem na família.

Na verdade, a boa disciplina prova que os pais amam os filhos. (Hebreus 12:6, 11) Como pai, ou mãe, você sabe que é difícil manter uma disciplina coerente e razoável. Pela causa da paz, pode parecer mais fácil permitir que um adolescente obstinado faça o que bem entender. A longo prazo, porém, os pais que seguem esse proceder pagarão por isso com uma família ingovernável. — Provérbios 29:15; Gálatas 6:9.

TRABALHO E LAZER

No passado, era comum esperar que as crianças ajudassem nos serviços da casa ou da fazenda. Hoje, muitos adolescentes têm muito tempo de lazer não supervisionado. Para preencher esse tempo, o mundo comercial oferece uma profusão de coisas. Acrescente a isso o fato de que o mundo valoriza muito pouco os padrões morais da Bíblia, e você terá a receita de um desastre em potencial.

Assim, os pais criteriosos preservam seu direito de fazer decisões finais sobre recreação. Mas não se esqueça de que o adolescente está crescendo. A cada ano, ele ou ela provavelmente espera ser tratado cada vez mais como adulto. Assim, é sábio da parte dos pais permitir uma latitude maior na escolha de recreação à medida que o adolescente cresce — contanto que essas escolhas reflitam progresso em direção à madureza espiritual. Pode acontecer que o adolescente faça escolhas insensatas de música, companheiros, e assim por diante. Nesse caso, deve-se discutir o assunto com o adolescente a fim de que, no futuro, as escolhas sejam mais bem feitas.

Quanto tempo deve-se conceder ao lazer? Há países em que os adolescentes são levados a crer que merecem entretenimento contínuo. Assim, o adolescente talvez programe passar sucessivamente de uma “diversão” para outra. Cabe aos pais ensinar a lição de que o tempo deve ser empregado também em outras coisas, tais como em família, no estudo pessoal, na associação com pessoas espiritualmente maduras, nas reuniões cristãs e em tarefas domésticas. Isso impedirá que os “prazeres desta vida” sufoquem a Palavra de Deus. — Lucas 8:11-15.

O Rei Salomão disse: “Vim saber que não há nada melhor para eles do que alegrar-se e fazer o bem durante a sua vida; e também que todo homem coma e deveras beba, e veja o que é bom por todo o seu trabalho árduo. É a dádiva de Deus.” (Eclesiastes 3:12, 13) Sim, alegrar-se faz parte duma vida equilibrada. Mas o trabalho árduo também. Muitos adolescentes hoje não conhecem a satisfação que vem do trabalho árduo ou o sentimento de autoestima resultante de encarar e resolver um problema. Alguns não têm a oportunidade de desenvolver uma habilidade ou aprender uma profissão com a qual possam se sustentar no futuro. Eis um verdadeiro desafio para os pais. Fará questão de que seus filhos tenham tais oportunidades? Se conseguir que eles venham a valorizar e até mesmo a prezar o trabalho árduo, eles desenvolverão um conceito sadio que trará benefícios para o resto da vida.

DA ADOLESCÊNCIA À MATURIDADE

Mesmo que você tenha problemas com seu filho adolescente, o seguinte texto bíblico ainda vale: “O amor nunca falha.” (1 Coríntios 13:8) Jamais deixe de expressar o amor que você com certeza sente. Pergunte-se: ‘Felicito a cada filho ou filha pelos seus êxitos em lidar com problemas ou vencer obstáculos? Aproveito as oportunidades de expressar meu amor e apreço pelos filhos, antes que essas oportunidades desapareçam?’ Embora possa haver mal-entendidos, se os adolescentes tiverem certeza de que você os ama, é mais provável que correspondam a esse amor.

Naturalmente, à medida que se tornam adultos, os filhos acabam tomando eles mesmos decisões de grande peso. Pode ser que algumas dessas decisões não agradem aos pais. Que dizer se o filho decidir não mais servir a Jeová Deus? Isso pode acontecer. Mesmo alguns dos filhos espirituais de Jeová rejeitaram seus conselhos e tornaram-se rebeldes. (Gênesis 6:2; Judas 6) Os filhos não são computadores, que podem ser programados para funcionar do jeito que queremos. São criaturas de livre-arbítrio, responsáveis perante Jeová pelas suas decisões. Ainda assim, Provérbios 22:6 se aplica como regra geral: “Educa o rapaz segundo o caminho que é para ele; mesmo quando envelhecer não se desviará dele.”

Portanto, trate seus filhos com muito amor. Ao criá-los, aplique os princípios bíblicos da melhor maneira possível. Dê bom exemplo de conduta piedosa. Assim você estará dando a eles a melhor oportunidade de se tornarem adultos responsáveis e tementes a Deus. Essa é a melhor maneira de os pais mostrarem gratidão a Jeová pelo privilégio de terem filhos.