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Até quando durará o atual sistema?
Até quando durará o atual sistema?

É natural que queiramos saber quanto tempo levará até que se dêem os acontecimentos que são tão vividamente descritos na Bíblia e que culminam no Armagedom. Quando é que será destruído o atual sistema iníquo? Estaremos vivos para ver a terra tornar-se um lugar em que os amantes da justiça possam usufruir plena paz e segurança?

Jesus Cristo forneceu notáveis pormenores que respondem a essas perguntas. Fez isso quando seus apóstolos perguntaram: “Qual será o sinal da tua presença e da terminação do sistema de coisas?” Jesus disse claramente a respeito da própria destruição do atual sistema iníquo: “Acerca daquele dia e daquela hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente o Pai.” (Mateus 24:3, 36) Todavia, descreveu em consideráveis pormenores a geração que veria a “terminação [em grego: syn·té·lei·a] do sistema de coisas”, o período de tempo que leva ao “fim [em grego: té·los]”. Leia-o você mesmo na sua Bíblia, em Mateus 24:3 a 25:46, também nos relatos paralelos em Marcos 13:4-37 e Lucas 21:7-36.

Ao ler esses relatos, dar-se-á conta de que Jesus, apenas em parte, descreveu os acontecimentos até o tempo da destruição de Jerusalém e seu templo em 70 EC, e a própria destruição. É evidente que ele pensava também em algo de muito maior alcance. Por quê? Porque em Mateus 24:21 ele fala sobre uma “grande tribulação, tal como nunca ocorreu desde o princípio do mundo até agora, não, nem tampouco ocorrerá de novo.” Isso requer muito mais do que apenas a destruição de uma única cidade e do povo encurralado nela. E em Lucas 21:31 se diz que os acontecimentos descritos ali apontam para a vinda do há muito aguardado “reino de Deus.” Qual é o notável “sinal” que Jesus mandou aguardar?

                                                      UM SINAL COMPOSTO 

Ele predisse guerras, escassez de víveres, amplas pestilências, grandes terremotos, e um espírito desamoroso numa época de crescente violação da lei, mas nenhuma dessas coisas por si só é “o sinal”. Todos os preditos aspectos precisam cumprir-se durante a vida de uma só geração, para o quadro ficar completo. Eles incluiriam também “angústia de nações, não sabendo o que fazer . . . os homens ficando desalentados de temor” por causa dos acontecimentos ocorridos nos céus acima e nos mares em volta deles. (Lucas 21:10, 11, 25-32; Mateus 24:12; veja 2 Timóteo 3:1-5.) Em contraste com tudo isso, mas ainda parte do sinal, Jesus predisse uma pregação global das boas novas do Reino de Deus, apesar de perseguição internacional movida a seus seguidores. (Marcos 13:9-13) Enquadra-se esta descrição composta especificamente no tempo em que vivemos agora?

Zombadores talvez escarneçam disso, dizendo que repetidas vezes houve guerras, fomes, terremotos, e assim por diante, na história humana. Mas esses acontecimentos assumem um significado especial quando todos surgem juntos, não apenas em alguns lugares isolados, mas em escala global, durante um prolongado período que começa com um ano predito com muita antecedência.

Considere os seguintes fatos: A guerra que irrompeu em 1914 era de proporções tais, que veio a ser conhecida como a primeira guerra mundial, e nunca mais voltou a paz à terra desde então. Após a Primeira Guerra Mundial houve uma das maiores fomes que a humanidade já sofreu, e mesmo hoje há uns 40 milhões de pessoas morrendo cada ano por escassez de alimentos. A gripe espanhola de 1918 ceifou vidas numa proporção sem paralelo na história das doenças, e, apesar das pesquisas científicas, dezenas de milhões de pessoas sofrem mesmo agora de câncer, doenças cardíacas, repugnantes doenças venéreas, malária, esquistossomose e oncocercíase (‘cegueira do rio’). A freqüência dos grandes terremotos tornou-se cerca de 20 vezes maior do que era em média durante os mil anos antes de 1914. O medo e a angústia em escala global afligem pessoas de todas as idades. Entre os motivos disso estão a conturbação econômica, o crime violento e a ameaça de aniquilamento numa guerra nuclear, com armas lançadas de submarinos ou descendo velozmente do céu — algo que não era possível antes do século 20.

No meio de tudo isso faz-se uma extraordinária proclamação mundial das boas novas do Reino de Deus, conforme Jesus predisse. As Testemunhas de Jeová, em mais de 200 terras e ilhas dos mares, devotam por ano centenas de milhões de horas, sem cobrar nada, a ajudar pessoas de todas as rodas da vida a entender o significado desses acontecimentos mundiais à luz da Palavra de Deus. Com empenho sério, as Testemunhas indicam às pessoas o caminho para a sobrevivência à “grande tribulação”, como súditos do Reino de Deus. E as Testemunhas fazem isso apesar de que, conforme observou certa reportagem canadense, “talvez sofram mais perseguição por menos agravos do que qualquer outro grupo religioso no mundo”.

Também temos de tomar em consideração que Jesus, como parte de sua profecia, indicou a expiração dum período específico de tempo, dizendo: “Jerusalém será pisada pelas nações, até se cumprirem os tempos designados das nações.” (Lucas 21:24) Já terminaram esses “tempos designados”?

                                                       “OS TEMPOS DESIGNADOS DAS NAÇÕES”

Para avaliar a reposta, temos de entender o significado da própria Jerusalém. A cidade com sua residência real no monte Sião era chamada de “vila do grandioso Rei . . . cidade de Jeová”. (Salmo 48:2, 8; Mateus 5:34, 35) Dizia-se que os reis da casa real de Davi se sentavam “no trono de Jeová”. Jerusalém, portanto, era o símbolo visível de que Jeová exercia domínio na terra. (1 Crônicas 29:23) Assim, quando Deus permitiu que os exércitos babilônicos destruíssem Jerusalém, levando seu Rei ao exílio e deixando a terra desolada, eles estavam pisando o Reino de Deus conforme administrado por um descendente régio do Rei Davi. Quando isso aconteceu, em 607 AEC, marcou o início dos “tempos designados das nações [gentias]”. Nunca mais, desde então, reinou um descendente de Davi em Jerusalém.

Então, o que significaria o fim de se ‘pisar Jerusalém’? Significaria que Jeová novamente entronizou um Rei de sua própria escolha, um descendente de Davi, agora para exercer autoridade, não apenas entre os judeus, mas nos assuntos da humanidade como um todo. Este é o Senhor Jesus Cristo. (Lucas 1:30-33) Mas de onde é que governaria? Seria da cidade terrestre de Jerusalém? Jesus declarou explicitamente que os privilégios relacionados com o Reino de Deus seriam tirados do Israel carnal. (Mateus 21:43; veja também 23:37, 38.) Depois disso, os adoradores do verdadeiro Deus olhariam para a “Jerusalém de cima”, a organização celestial de Deus de criaturas espirituais, leais, como sua mãe. (Gálatas 4:26) É nesta Jerusalém celestial que Jesus seria entronizado, para exercer autoridade governante para com a terra. (Salmo 110:1, 2) Isso ocorreria no fim dos “tempos designados das nações”. Quando seria isso?

Já se sabia com décadas de antecedência que isso ocorreria em 1914, no fim do cumprimento maior dos “sete tempos” de Daniel 4:10-17. Mas o pleno entendimento de seu significado surgiu gradualmente durante os anos que se seguiram a isso. Os estudantes da Bíblia viram desenrolar-se progressivamente diante de seus olhos pormenores do sinal composto que Jesus disse indicariam a sua presença celestial no poder do Reino. Tornou-se evidente que, de fato, tinham entrado na “terminação do sistema de coisas”, que Cristo havia começado a governar como Rei em 1914 e que o fim deste mundo iníquo viria dentro da geração que presenciou o início dessas coisas.

                               QUÃO VÁLIDAS SÃO AS SUAS EXPECTATIVAS?

Alguns dos que se apercebem desses fatos em cumprimento da profecia de Jesus acham difícil aceitar a conclusão para a qual apontam. Por quê? Porque esperam outra coisa. Foram ensinados que a segunda vinda de Cristo seria visível e resultaria na conversão em massa da humanidade. No primeiro século, também os judeus tinham expectativas que não se concretizaram. Esperavam que a vinda do Messias ocorresse com uma demonstração de poder, que os libertasse de Roma. Por se apegarem às suas expectativas erradas, rejeitaram o próprio Filho de Deus. Quão imprudente seria repetir esse erro na época em que Cristo está presente no poder do Reino! Quanto melhor é verificar o que as próprias Escrituras dizem!

A Bíblia mostra que Cristo começaria a governar no meio dos seus inimigos. (Salmo 110:1, 2) Ela fala sobre a expulsão de Satanás e de seus demônios desde o céu para a vizinhança da terra, depois de Cristo receber a autoridade do Reino; de modo que haveria um período de crescentes ais para a terra. (Revelação [Apocalipse] 12:7-12) Durante esse tempo haveria uma intensificada pregação da mensagem do Reino, para dar às pessoas a oportunidade de agir, visando a sobrevivência. (Mateus 24:14; Revelação 12:17) Mas resultaria isso na conversão do mundo? Ao contrário, a Bíblia mostra que se seguiria a isso uma destruição sem paralelo na história humana. Embora os humanos nunca vejam com seus olhos literais o glorificado Jesus Cristo, todos os que não aceitarem voluntariamente os fatos a respeito da presença régia de Cristo serão obrigados a ‘ver’ que é ele quem, conforme predito, lhes causa a destruição. — Revelação 1:7; Mateus 24:30; veja 1 Timóteo 6:15, 16; João 14:19.

Mas não indica já a passagem de 70 anos desde 1914 que talvez haja alguma dúvida sobre se realmente estamos nos “últimos dias” desde aquele ano e se está próxima a vinda de Cristo como executor? De modo algum! Jesus disse a respeito daqueles que veriam o cumprimento do “sinal” desde o seu início, a partir de 1914: “Deveras, eu vos digo que esta geração de modo algum passará até que todas estas coisas aconteçam.” (Marcos 13:30) Membros desta geração ainda estão presentes, embora seu número decline rapidamente.

É verdade que as estatísticas indicam que a expectativa média de vida, em sentido global, é agora apenas de 60 anos, mas há milhões de pessoas que ultrapassam esta idade. Segundo as estatísticas disponíveis, viviam em 1980 ainda aproximadamente 250.000.000 de pessoas que estavam vivas em 1914. Esta geração ainda não desapareceu. É de interesse notar, porém, que entre os nascidos em 1900, ou antes, os algarismos publicados pelas Nações Unidas indicam que se calcula que apenas uns 35.316.000 ainda viviam em 1980. De modo que diminui rapidamente o número ao passo que as pessoas atingem seus setenta e oitenta anos. Esses fatos, quando considerados junto com todos os pormenores do sinal profético de Jesus, indicam fortemente que o fim está próximo. — Lucas 21:28.

Agora não é tempo para ficar apático. É tempo de agir com urgência! Conforme Jesus acautelou seus discípulos: “Mostrai-vos prontos, porque o Filho do homem [Jesus Cristo] vem numa hora em que não pensais.” — Mateus 24:44.

Os créditos desta matéria são da Watchtower, editora das Testemunhas de Jeová, Livro Sobrevivência 1984.