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Desassociação - Uma Ação Bíblica
Desassociação - Uma Ação Bíblica

                                     Purificar a Congregação de Deus

A desassociação não ocorre sem uma causa justificável, como também um filho não é repreendido pelo seu pai sem ter tido um motivo. “Disciplina” pode envolver punição, correção, instrução e educação. Na verdade, as pessoas não aceitam serem disciplinadas. "Nenhuma disciplina parece no momento ser motivo de alegria, mas sim de pesar". Mas como diz a Bíblia, depois dá fruto pacífico, a saber, a justiça. Mas nem todos são conduzidos em justiça, por isso, são incorrigíveis. Mas aos que são treinados por ela, dão frutos pacíficos. Aceitar e aplicar a disciplina divina pode ajudá-lo a seguir um proceder de justiça e assim aproximá-lo mais de Deus. Uma correção pode vir por meio de irmãos na fé, por meios das reuniões cristãs e também de seu estudo da Palavra de Deus.

Uma Testemunha de Jeová não está cegada ou inocente das regras da congregação, ou das leis divinas, pois, antes de serem Testemunhas, passaram por estudos rigorosos, e após terem este conhecimento, então se batizam, sendo assim reconhecidas como Testemunhas de Jeová. A desassociação é resultado de uma transgressão, e está presente na associação familiar, esportiva e cultural. Um assassino é tirado do convívio familiar e da sociedade. Ele não tem o mesmo tratamento ou carinho que seu irmão do bem tem com seus pais. Os pais tolera-o mas restringe no que podem seus relacionamentos.

Para a sociedade em geral, tal assassino não é bem vindo, ele é restringido de todos os jeitos, todos querem distância dele. Um filho perverso não tem o mesmo tratamento que um filho amável tem, ele é como que rejeitado pela família. Qualquer pessoa que vive na bandidagem, que rouba, que mata, que pratica pedofilia, que é adúltero, não é aceito numa associação como sendo uma pessoa de boa moral e justa, ela é desprezada pela sociedade ou pela família. Na religião não é diferente. Deus estabelece normas justas e estas devem ser acatadas, principalmente quando se trata de pecados grave.  Por que alguns são desassociados?

Os servos de Deus estudam a Bíblia e as publicações cristãs. As normas de Jeová são consideradas nas suas reuniões, assembléias e congressos. Desse modo, os cristãos são informados sobre o que Jeová requer deles. A desassociação só acontece quando um membro da congregação comete um pecado grave sem se arrepender. E quando isto acontece, será que tem uma base bíblica? Sim, há base sim. Veja um exemplo bíblico de desassociação. A congregação em Corinto tolerava um caso de “fornicação tal como nem [acontecia] entre as nações”, isto é, “que certo homem [tivesse] por esposa a de seu pai”. Paulo exortou os coríntios a “[entregar] tal homem a Satanás, para a destruição da carne, a fim de que o espírito [fosse] salvo”. (1 Coríntios 5:1-5) Ao ser desassociado e, assim, ‘entregue a Satanás’, o pecador voltou a fazer parte do mundo do Diabo. (1 João 5:19) A sua expulsão removeu da congregação uma influência carnal maligna e preservou nela o “espírito”, ou atitude dominante, de temor a Deus. — 2 Timóteo 4:22; 1 Coríntios 5:11-13.

A desassociação não é fim, ela não elimina de vez um membro. O desassociado pode voltar de novo para a congregação. Veja por exemplo este homem que Paulo exortou que fosse expulso. Não muito tempo depois, Paulo exortou os cristãos em Corinto a readmitir o transgressor. Por quê? Para que eles não fossem “sobrepujados por Satanás”, disse o apóstolo. O pecador evidentemente se havia arrependido e limpado a sua vida. (2 Coríntios 2:8-11)

Se os coríntios se recusassem a readmitir o homem arrependido, Satanás os sobrepujaria no sentido de que eles seriam tão duros e cruéis quanto Satanás gostaria que fossem. É bem provável que logo ‘tenham perdoado e consolado’ aquele homem arrependido. — 2 Coríntios 2:5-7.  A desassociação mantém o nome santo de Jeová livre de vitupério e protege a boa reputação de seu povo. (1 Pedro 1:14-16) Remover um transgressor não-arrependido da congregação é prova de apoio às normas de Deus e mantém a pureza espiritual da congregação. Além disso, pode fazer a pessoa arrependida cair em si.

2 João 10 nos exorta: “Se alguém se chegar a vós e não trouxer este ensino, nunca o recebais nos vossos lares, nem o cumprimenteis. Pois, quem o cumprimenta é partícipe das suas obras iníquas.” Muitos dizem que isso não é base para uma desassociação visto falar do anticristo. Mas, a Bíblia mostra em outros lugares que isto tinha uma aplicação mais ampla.
Certa época, entre os cristãos em Corinto, um homem praticava imoralidade, e o apóstolo Paulo escreveu-lhes para que ‘cessassem de ter convivência com qualquer que se chamasse irmão, que fosse fornicador, ou ganancioso, ou idólatra, ou injuriador, ou beberrão, ou extorsor, nem sequer comendo com tal homem’. (1 Coríntios 5:11) Agora, aplicava-se isso a ex-irmãos que haviam sido expulsos apenas pelos erros crassos ali alistados?
 Não. Revelação 21:8 indica também que assassinos impenitentes, praticantes de espiritismo, e mentirosos estão incluídos entre os que merecem a segunda morte.

Certamente o conselho de 1 Coríntios 5:11 também se aplicaria com igual força a ex-cristãos culpados desses erros. Ademais, João escreveu que alguns “saíram do nosso meio, mas não eram dos nossos; pois, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco. Mas, saíram para que se mostrasse que nem todos são dos nossos”. (1 João 2:18, 19) João não disse que eles haviam sido expulsos devido a pecado crasso. Alguns deles talvez simplesmente desistiram, resolvendo que não mais queriam fazer parte da congregação, pois discordavam duma doutrina. Outros talvez se cansassem e se esgotassem. — 1 Coríntios 15:12; 2 Tessalonicenses 2:1-3; Hebreus 12:3, 5.

Naturalmente, se um irmão começasse a se desviar para o pecado, os cristãos maduros procurariam ajudá-lo. (Gálatas 6:1; 1 João 5:16) Se tivesse dúvidas, procurariam ‘arrebatá-lo do fogo’. (Judas 23) Mesmo que ficasse inativo, deixando de freqüentar as reuniões ou de participar no ministério público, os espiritualmente fortes fariam esforços para restabelecê-lo. Ele poderia dizer a eles que não quer o incômodo de estar na congregação, refletindo sua fé enfraquecida e o baixo nível de espiritualidade. Eles não o coagiriam, mas talvez lhe fizessem ocasionalmente visitas amigáveis. Tais esforços amorosos, pacientes e misericordiosos refletiriam o interesse de Deus de que ninguém seja perdido. — Lucas 15:4-7.

Em contraste com isso, as palavras de João indicam que alguns tinham ido além da fraqueza ou inatividade espiritual; haviam realmente repudiado a congregação de Deus. Alguém pode ter-se colocado publicamente em oposição ao povo de Deus, declarando não mais querer fazer parte da congregação. Pode até mesmo ter renunciado formalmente à sua anterior fé, tal como por meio duma carta. Naturalmente, a congregação aceitaria a decisão dele de se dissociar. Mas, como o tratariam então?

João diz: “Todo aquele que se adianta e não permanece no ensino do Cristo não tem Deus. Quem permanece neste ensino é quem tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém se chegar a vós e não trouxer este ensino, nunca o recebais nos vossos lares, nem o cumprimenteis.” (2 João 9, 10) Essas palavras certamente se aplicariam a alguém que se tornou apóstata por unir-se a uma religião falsa ou por difundir uma doutrina falsa. (2 Timóteo 2:17-19) Mas, que dizer daqueles de quem João disse “saíram do nosso meio”? Ao passo que os cristãos do primeiro século saberiam que não deviam associar-se com um transgressor expulso, ou com um apóstata ativo, agiam de modo similar para com alguém que não foi expulso, mas que voluntariamente renunciou ao caminho cristão?

Ajuda ao Entendimento da Bíblia indica que a palavra “apostasia” provém da palavra grega que significa literalmente “‘afastar-se de’, mas tem o sentido de ‘deserção, abandono ou rebelião’“. A obra Ajuda acrescenta: “Entre as causas variadas de apostasia, declaradas nos avisos apostólicos, achavam-se: falta de fé (Heb. 3:12), falta de perseverança em face de perseguição (Heb. 10:32-39), abandono dos padrões morais corretos (2 Ped. 2:15-22), acatar ‘palavras simuladas’ de falsos instrutores e ‘desencaminhantes pronunciações inspiradas’ (. . . 1 Tim. 4:1-3) . . . Tais pessoas que voluntariamente abandonam a congregação cristã tornam-se, desta forma, parte do ‘anticristo’. (1 João 2:18, 19)”.

A pessoa que voluntária e formalmente se dissociasse da congregação se encaixaria nessa descrição. Por repudiar deliberadamente a congregação de Deus e por renunciar ao caminho cristão, ela faria de si mesma um apóstata. O cristão leal não desejaria associar-se com um apóstata. Mesmo que fossem amigos quando tal repudiou a congregação, apostatando, ele rejeitou a base para a intimidade com os irmãos. João tornou claro que ele mesmo não receberia em seu lar alguém que ‘não tinha Deus’ e que ‘não era dos nossos’.

Em sentido bíblico, a pessoa que repudiava a congregação de Deus tornava-se mais repreensível do que as pessoas do mundo. Por quê? Bem, Paulo mostrou que os cristãos no mundo romano tinham contato diário com fornicadores, extorsores e idólatras. Contudo, ele disse que os cristãos precisam ‘cessar de ter convivência com qualquer que se chame irmão’ que adote um proceder impiedoso. (1 Coríntios 5:9-11) De modo similar, Pedro declarou que aquele que ‘escapara dos aviltamentos do mundo’, mas depois retornou ao seu anterior modo de vida era igual à porca que retorna ao lamaçal. (2 Pedro 2:20-22) Portanto, João proveu um conselho harmonioso ao dizer que os cristãos não deviam ‘receber no lar’ alguém que voluntariamente ‘saísse do meio deles’. — 2 João 10.
João acrescentou: “Pois, quem o cumprimenta é partícipe das suas obras iníquas.” (2 João 11) João usou aqui a palavra grega de saudação khaí·ro em lugar da palavra a·spá·zo·mai, encontrada no  versículo 13.

Khaí·ro significa alegrar-se. (Lucas 10:20; Filipenses 3:1; 4:4) Era também usada como saudação, verbal ou por escrito. (Mateus 28:9; Atos 15:23; 23:26) A·spá·zo·mai significa “envolver nos braços, por conseguinte saudar, dar boas-vindas”. (Lucas 11:43; Atos 20:1, 37; 21:7, 19) Qualquer das duas palavras podia ser uma saudação, mas a·spá·zo·mai talvez denotasse mais do que um cortês “olá” ou “bom dia”. Jesus disse aos 70 discípulos para não a·spá·se·sthe a ninguém. Indicou assim que sua obra urgente não lhes permitia tempo para o cumprimento à moda oriental, com beijos, abraços e longa palestra. (Lucas 10:4) Pedro e Paulo exortaram: ‘Cumprimentai-vos [a·spá·sa·sthe] uns aos outros com beijo de amor, ou beijo santo.’ — 1 Pedro 5:14; 2 Coríntios 13:12, 13; 1 Tessalonicenses 5:26.

Portanto, João pode ter usado deliberadamente khaí·ro em 2 João 10, 11 em vez de a·spá·zo·mai ( versículo 13). Se assim for, João não estava exortando os cristãos daquele tempo a evitar meramente saudar calorosamente (com abraço, beijo e conversa) uma pessoa que ensinasse falsidades ou que renunciasse à congregação (apostatasse). Em vez disso, João disse que não deviam nem mesmo cumprimentar tal pessoa com khaí·ro, um comum “bom dia”.
A seriedade deste conselho evidencia-se nas palavras de João: “Quem o cumprimenta é partícipe das suas obras iníquas.” Nenhum cristão verdadeiro desejaria que Deus o encarasse como partícipe de obras iníquas por associar-se com um transgressor que foi expulso ou com alguém que rejeitou a congregação Dele. Quão melhor é ser partícipe da fraternidade amorosa cristã, conforme escreveu João: “Aquilo que temos visto e ouvido também vos estamos relatando, para que vós também possais ter parceria conosco. Além disso, esta parceria nossa é com o pai e com o seu Filho Jesus Cristo.” — 1 João 1:3.

Assim, temos muitos textos como sendo uma base para a desassociação. É natural que todos que foram desassociados façam críticas e são ressendidos, afinal, como já disse acima, a disciplina de momento não é aceita, ninguém fica feliz com ela. Mas para aqueles que são treinados por ela, aceitam a aplicação e fazem um retrocesso de seu erro, procurando ser reintegrado novamente na família da fé. O arrependimento é um fator importantíssimo na readmissão de um desassociado à congregação cristã. Ele não é automaticamente aceito de volta depois de certo período. Antes de ser readmitido, ele precisa mudar muito a condição de seu coração. Tem de reconhecer a gravidade de seu pecado e o vitupério que trouxe sobre Jeová e a congregação. Precisa arrepender-se, orar com fervor pedindo perdão e ajustar-se aos justos requisitos de Deus. Ao pedir a readmissão, deve poder provar que se arrependeu e que está produzindo “obras próprias de arrependimento”. — Atos 26:20.


Desassociação


Manter a congregação cristã pura exige vigilância
Jud. 3, 4 “Achei necessário escrever-vos para vos exortar a travardes uma luta árdua pela fé que de uma vez para sempre foi entregue aos santos. A minha razão é que se introduziram sorrateiramente certos homens que há muito têm sido designados pelas Escrituras para este julgamento, homens ímpios, que transformam a benignidade imerecida de nosso Deus numa desculpa para conduta desenfreada.”

2 Ped. 2:2 “Muitos seguirão os seus atos de conduta desenfreada e, por causa destes, falar-se-á de modo ultrajante do caminho da verdade.”
Posição da congregação inteira fica afetada pela conduta dos membros individuais

1 Cor. 5:5, 6 “Entregueis tal homem a Satanás, para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo no dia do Senhor. . . . Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?”

Jos. 7:1-26 “Os filhos de Israel foram praticar um ato de infidelidade com respeito à coisa devotada à destruição, visto que Acã . . . tomou algo da coisa devotada à destruição. Em vista disso acendeu-se a ira de Jeová contra os filhos de Israel. . . . Jeová por sua vez, disse a Josué: ‘Levanta-te, ó tu! Por que é que te estás lançando com a tua face por terra? Israel pecou, e eles infringiram também meu pacto que lhes ordenei, e tomaram também da coisa devotada à destruição, e também furtaram e também o mantiveram secreto e também o puseram entre os seus próprios objetos. E os filhos de Israel não se poderão levantar contra os seus inimigos. . . . Não mais mostrarei estar convosco, a menos que aniquileis do vosso meio a coisa devotada à destruição.’ . . . Acã respondeu a Josué e disse: ‘De fato, eu é que pequei contra Jeová, o Deus de Israel, e fiz assim e assim.’ . . . Josué disse então: ‘Por que nos trouxeste o banimento? Neste dia Jeová te banirá.’ Nisso todo o Israel foi matá-lo a pedradas; . . . Em vista disso, Jeová se desviou da sua ira ardente.”

2 Cor. 7:11 “Esta mesma coisa, a de serdes entristecidos de modo piedoso, eis que grande seriedade produziu em vós, sim, a vossa reabilitação, sim, indignação, sim, temor, sim, saudade, sim, zelo, sim, o endireitamento do errado! Demonstrastes em todo sentido que sois castos neste assunto.”

Os sexualmente imorais, extorsores, beberrões, injuriadores, blasfemadores, idólatras e os que promovem doutrinas falsas não têm lugar na congregação dos adoradores de Jeová

1 Cor. 5:11 “Eu vos escrevo agora para que cesseis de ter convivência com qualquer que se chame irmão, que for fornicador, ou ganancioso, ou idólatra, ou injuriador, ou beberrão, ou extorsor.”

Rom. 16:17, 18 “Exorto-vos agora, irmãos, que fiqueis de olho nos que causam divisões e motivos para tropeço contra o ensino que aprendestes, e que os eviteis. Pois homens dessa sorte são escravos, não de nosso Senhor Cristo, mas de seus próprios ventres; e, com conversa suave e palavras elogiosas seduzem os corações dos cândidos.”

Tito 3:10, 11 “Quanto ao homem que promove uma seita, rejeita-o depois da primeira e da segunda admoestação, sabendo que tal homem foi desviado do caminho e está pecando, estando condenado por si mesmo.”

1 Tim. 1:20 “Himeneu e Alexandre pertencem a tais, e eu os entreguei a Satanás, para que sejam ensinados pela disciplina a não blasfemarem.”
Cristãos batizados, “irmãos”, que praticam o pecado devem ser expulsos da congregação

1 Cor. 5:11, 13 “Cesseis de ter convivência com qualquer que se chame irmão, que for fornicador, ou ganancioso, ou idólatra, ou injuriador, ou beberrão, ou extorsor. . .. ‘Removei o homem iníquo de entre vós.’”

1 João 2:1; 3:4, 6 “Filhinhos meus, escrevo-vos estas coisas para que não cometais pecado. Contudo, se alguém cometer pecado temos um ajudador junto ao Pai, Jesus Cristo, um justo.” “Todo aquele que pratica pecado está também praticando o que é contra a lei, e assim o pecado é aquilo que é contra a lei. Todo aquele que permanece em união com [Deus] não pratica pecado.”
Colher toda evidência antes de se tomar qualquer decisão

1 Tim. 5:21 “Eu te mando solenemente, perante Deus, e Cristo Jesus, e os anjos escolhidos, que guardes estas coisas sem preconceito, não fazendo nada por parcialidade.”

Pro. 18:13 “Quando alguém replica a um assunto antes de ouvi-lo, é tolice da sua parte e uma humilhação.”

Deu. 13:12-14 “Caso ouças dizer numa das tuas cidades que Jeová, teu Deus, te dá para ali morares: ‘Homens imprestáveis saíram do teu meio para tentar desviar os habitantes da sua cidade, dizendo: “Vamos e sirvamos a outros deuses”, que não conheceste’, então tens de pesquisar, e investigar, e indagar cabalmente . . . se a coisa fica estabelecida como verdadeira.”

Deu. 17:2-4, 7 “Caso no teu meio em uma das tuas cidades . . . seja achado um homem ou uma mulher que pratique o que é mau aos olhos de Jeová . . . e isso te foi contado, e tu o ouviste e pesquisaste cabalmente, e eis que a coisa ficou estabelecida como verdadeira, . . . tens de eliminar o mal do teu meio.”

Para se determinar o assunto, precisa ser confirmado por duas ou três testemunhas reais

1 Tim. 5:19 “Não admitas acusação contra um homem mais maduro exceto baseado na evidência de duas ou três testemunhas.”

Mat. 18:16 “Para que, pela boca de duas ou três testemunhas todo assunto seja estabelecido.”
Congregação toma ação formal; proveitoso para todos serem informados da desassociação

1 Cor. 5:3-6 “Eu, da minha parte, embora ausente em corpo, mas presente em espírito, certamente, como se estivesse presente, já tenho julgado o homem que agiu de tal modo, para que, em nome de nosso Senhor Jesus, quando estiverdes ajuntados, também o meu espírito com o poder de nosso Senhor Jesus, entregueis tal homem a Satanás, para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo no dia do Senhor.”

1 Tim. 5:20 “Repreende perante todos os espectadores aquele que pratica pecado, para que os demais também tenham temor.”


Não há associação com o expulso da congregação

1 Cor. 5:11, 13 “Que cesseis de ter convivência com qualquer que se chame irmão, que for fornicador, ou ganancioso, ou idólatra, ou injuriador, ou beberrão, ou extorsor, nem sequer comendo com tal homem. . . . ‘Removei o homem iníquo de entre vós.’”

2 João 9-11 “Todo aquele que se adianta e não permanece no ensino do Cristo não tem Deus. . . . Se alguém se chegar a vós e não trouxer este ensino nunca o recebais nos vossos lares, nem o cumprimenteis. Pois quem o cumprimenta é participe das suas obras iníquas.”
Restabelecimento possível para o realmente arrependido

2 Cor. 2:6, 7 “Esta censura da parte da maioria é suficiente para tal homem, de modo que agora, ao contrário, deveis perdoar-lhe bondosamente e deveis consolá-lo, para que tal homem não seja de algum modo tragado pela sua excessiva tristeza.”

Todo membro da congregação participa da responsabilidade de manter limpa a organização — cuidando da conduta pessoal, expondo transgressão séria

Lev. 5:1 “Ora, caso uma alma peque por ter ouvido uma imprecação feita em público, e seja testemunha, ou tenha presenciado isso ou veio a sabê-lo, então, se não o relatar, terá de responder pelo seu erro.”

Heb. 12:15, 16 “Vigiando cuidadosamente . . . para que nenhuma raiz venenosa, brotando, cause dificuldade e para que muitos não sejam aviltados por ela; para que não haja fornicador.”

Fil. 1:27 “Somente comportai-vos da maneira digna das boas novas acerca do Cristo.”
Quem foi vencido pelo pecado mas que deseja fazer o certo, deve prontamente confessar o erro e buscar ajuda

Tia. 5:14-16 “Há alguém doente entre vós? Chame a si os homens mais maduros da congregação . . . confessai abertamente os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sejais sarados.”


Evitar a companhia dos que não aceitam conselho bíblico talvez seja necessário sob certas circunstâncias, mesmo que sua conduta não leve à desassociação

2 Tes. 3:14, 15 “Se alguém não for obediente à nossa palavra por intermédio desta carta, tomai nota de tal, parai de associar-vos com ele, para que fique envergonhado. Contudo não o considereis como inimigo, mas continuai a admoestá-lo como irmão.”
Seguir o conselho bíblico contribuirá muito para resolver dificuldades pessoais entre indivíduos

Mat. 18:15-17, 21, 22 “Outrossim, se o teu irmão cometer um pecado, vai expor a falta dele entre ti e ele só. Se te escutar ganhaste o teu irmão. Mas, se não te escutar, toma contigo mais um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas, todo assunto seja estabelecido. Se não os escutar, fala à congregação. Se não escutar nem mesmo a congregação, seja ele para ti apenas como homem das nações e como cobrador de impostos.’ Pedro aproximou-se então e disse-lhe: ‘Senhor, quantas vezes há de pecar contra mim o meu irmão e eu lhe hei de perdoar? Até sete vezes?’ Jesus disse-lhe: ‘Eu não te digo: Até sete vezes, mas: Até setenta e sete vezes.’”

1 Ped. 4:8 “Acima de tudo, tende intenso amor uns pelos outros, por que o amor cobre uma multidão de pecados.”

Col. 3:12, 13 “Como escolhidos de Deus, santos e amados, revesti-vos das ternas afeições de compaixão, benignidade, humildade mental, brandura e longanimidade. Continuai a suportar-vos uns aos outros e a perdoar-vos uns aos outros liberalmente, se alguém tiver razão para queixa contra outro. Assim como Jeová vos perdoou liberalmente, vós também o fazei.”

Os maduros devem aconselhar e esforçar-se a restabelecer aquele que não age sabiamente antes que cometa um erro sério


Gál. 6:1 “Irmãos, mesmo que um homem dê um passo em falso antes de se aperceber disso, vós, os que tendes qualificações espirituais, tentai restabelecer tal homem num espírito de brandura, ao passo que cada um olha para si mesmo, para que tu não sejas também tentado.”

Este artigo continuará na próxima página . . .