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Glorifiquemos a Deus
Glorifiquemos a Deus

Não vou aqui declarar que em todas as religiões a solicitação de Jesus a seu Pai celestial, de que todos os seus seguidores se tornassm "um só" venho a ter efeito. Existem muitos fatos claríssimos mostrando que as igrejas não estão todas unidas, seus conceitos, doutrinas e conhecimento bíblico divergem e muito entre elas. Se o pedido de Jesus Cristo estivesse causado efeito entre estas religiões, todas falariam uma "só língua", não estariam divididas. Os verdadeiros seguidores de Cristo Jesus, em resultado de seu pedido, seriam "um", assim como Jesus Cristo e o Pai são "um". Mas, os fatos registrados na mídia mostram claramente a desunião destas igrejas. No youtube, por exemplo, temos dezenas de vídeos, onde mostram a verdadeira faceta de tais líderes religiosos. Na verdade, estes travam uma guerra, e na verdade, se mostram serem lobos em pele de ovelhas. Caso o leitor queira verificar os vídeos, na home deste site tem o link. Basta ir ao tópico intitulado: Depois dizem ser discípulos de Jesus!  e clicar em "confira os vídeos".

Segue-se agora um artigo esclarecedor a respeito de adorarmos a Deus com "uma só boca". O artigo está baseado neste texto que diz: ‘Com uma só boca, glorifiquemos o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.’ — Romanos 15:6.

NEM todos os cristãos fazem as mesmas escolhas ou têm as mesmas preferências. No entanto, todos os cristãos precisam andar unidos na estrada da vida. É isso possível? É sim, desde que não criemos questões com coisas pequenas. Essa é uma lição que o apóstolo Paulo deu aos irmãos cristãos no primeiro século. Como ele explicou esse ponto importante? E como nós, hoje, podemos pôr em prática o seu conselho inspirado?
A importância da união cristã

Paulo sabia que a união cristã é vital, e ele deu um conselho excelente para ajudar os cristãos a se suportarem uns aos outros em amor. (Efésios 4:1-3; Colossenses 3:12-14) No entanto, depois de formar muitas congregações e visitar outras, num período de mais de 20 anos, ele sabia que manter a união pode ser difícil. (1 Coríntios 1:11-13; Gálatas 2:11-14) Por isso, exortou os irmãos que moravam em Roma: “O Deus que provê perseverança e consolo vos conceda  . . . que, de comum acordo, com uma só boca, glorifiqueis o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.” (Romanos 15:5, 6) Atualmente, nós também, como seu povo unido, temos de glorificar a Jeová Deus “com uma só boca”. Como estamos nos saindo nesse respeito?

Muitos cristãos em Roma eram amigos pessoais de Paulo. (Romanos 16:3-16) Embora de formações diferentes, Paulo aceitava todos os seus irmãos como “amados de Deus”. Escreveu: “Agradeço a meu Deus, por intermédio de Jesus Cristo, concernente a todos vós, porque se fala da vossa fé em todo o mundo.” É evidente que os romanos eram exemplares em muitos sentidos. (Romanos 1:7, 8; 15:14) Ao mesmo tempo, certos membros da congregação tinham pontos de vista diferentes sobre alguns assuntos. Hoje em dia, visto que os cristãos têm diferentes formações e culturas, estudar os conselhos inspirados de Paulo, sobre como lidar com essas diferenças, pode ajudá-los a falar “com uma só boca”.

Havia em Roma crentes judeus e gentios. (Romanos 4:1; 11:13) Pelo que parece, alguns cristãos judeus não conseguiam abandonar certos costumes da Lei mosaica, embora devessem ter se dado conta de que tais práticas não eram essenciais para a salvação. Por outro lado, muitos cristãos judeus aceitaram o conceito de que o sacrifício de Cristo os libertou das restrições a que estavam sujeitos antes de se tornarem cristãos. Por isso, mudaram alguns dos seus hábitos e costumes. (Gálatas 4:8-11) Mesmo assim, conforme Paulo destacou, todos eles eram os “amados de Deus”. Todos podiam louvar a Deus “com uma só boca” se mantivessem a atitude mental correta entre si. Atualmente, nós também podemos ter diferentes pontos de vista sobre certos assuntos, de modo que faremos bem em considerar como Paulo explicou esse importante princípio. — Romanos 15:4.

“Acolhei-vos uns aos outros”

Na sua carta aos romanos, Paulo tratou de uma situação em que as opiniões variavam. Escreveu: “Um homem tem fé para comer de tudo, mas o homem que é fraco come hortaliças.” Por que acontecia isso? Bem, sob a Lei mosaica a carne de porco não era um alimento aceitável. (Romanos 14:2; Levítico 11:7) No entanto, aquela Lei não era mais obrigatória depois da morte de Jesus. (Efésios 2:15) Então, três anos e meio depois que Jesus morreu, um anjo disse ao apóstolo Pedro que, do ponto de vista de Deus, nenhum alimento devia ser considerado aviltado. (Atos 11:7-12) Pensando nesses fatores, alguns cristãos judeus talvez achassem que podiam comer carne de porco — ou outro alimento que antes fora proibido sob a Lei.

No entanto, a mera idéia de comer esses alimentos, anteriormente considerados impuros, pode ter sido repulsiva para outros cristãos judeus. Esses cristãos sensíveis talvez tenham se ofendido ao verem seus irmãos judeus comer tais alimentos. Além disso, certos cristãos gentios, cuja formação religiosa anterior provavelmente nunca incluíra proibições alimentares, talvez ficassem perplexos ao ver alguns criar caso na questão de alimentos. Naturalmente, não era errado alguém abster-se de certos alimentos, desde que não insistissem em dizer que essa abstinência era necessária para a salvação. Mesmo assim, tais conceitos diferentes podem ter instigado controvérsias na congregação. Os cristãos em Roma tinham de ter cuidado para que tais diferenças não os impedissem de glorificar a Deus “com uma só boca”.

Paulo deu um segundo exemplo: “Um homem julga um dia como superior a outro; outro homem julga um dia como todos os outros.” (Romanos 14:5a) Sob a Lei mosaica, não se devia fazer nenhum trabalho no sábado. Até mesmo limitavam-se as distâncias que se podia viajar nesse dia. (Êxodo 20:8-10; Mateus 24:20; Atos 1:12) Quando a Lei foi abolida, porém, essas proibições tornaram-se obsoletas. Mesmo assim, alguns cristãos judeus talvez não se sentissem à vontade para efetuar algum tipo de trabalho ou fazer uma viagem longa num dia que eles antes haviam considerado sagrado. Mesmo depois de terem se tornado cristãos, talvez continuassem reservando o sétimo dia exclusivamente para objetivos espirituais, embora do ponto de vista de Deus o sábado não vigorasse mais. Eles estavam errados em fazer isso? Não, desde que não insistissem em dizer que a observância do sábado era exigida por Deus. Por isso, considerando a consciência de seus irmãos cristãos, Paulo escreveu: “Esteja cada homem plenamente convencido na sua própria mente.” — Romanos 14:5b.

No entanto, embora Paulo encorajasse cordialmente seus irmãos a terem paciência com os que se esforçavam a entender que certos assuntos eram questões de consciência, ele condenou fortemente os que tentavam obrigar seus irmãos cristãos a se sujeitar à Lei mosaica como condição de se conseguir a salvação. Por exemplo, por volta de 61 EC, Paulo escreveu o livro de Hebreus, uma carta enérgica dirigida aos cristãos judeus, explicando de modo bem claro que a sujeição à Lei mosaica não tinha valor porque a esperança dos cristãos era superior, baseada no sacrifício resgatador de Jesus. — Gálatas 5:1-12; Tito 1:10, 11; Hebreus 10:1-17.

Conforme notamos, Paulo argumentou que escolhas diferentes não eram necessariamente uma ameaça para a união, desde que não violassem princípios cristãos. Por isso, Paulo perguntou àqueles que tinham uma consciência mais fraca: “Por que julgas tu o teu irmão?” E ele perguntou aos mais fortes (talvez aqueles cuja consciência lhes permitia comer certos alimentos que haviam sido proibidos sob a Lei, ou realizar trabalho secular no sábado): “Por que menosprezas também o teu irmão?” (Romanos 14:10) Segundo Paulo, os cristãos com uma consciência mais fraca precisavam refrear-se de condenar seus irmãos que tinham um conceito mais tolerante. Ao mesmo tempo, os cristãos fortes não deviam menosprezar os que, em certos assuntos, ainda tinham uma consciência fraca. Todos deviam respeitar a motivação correta dos outros e não ‘pensar mais de si mesmos do que é necessário pensar’. — Romanos 12:3, 18.

Paulo explicou o conceito equilibrado do seguinte modo: “Quem come não menospreze ao que não come, e quem não come não julgue aquele que come, pois Deus tem acolhido a esse.” Além disso, declarou: “Também o Cristo nos acolheu, visando glória para Deus.” Visto que tanto os fortes como os fracos são aceitáveis para Deus e Cristo, devemos ter uma atitude generosa similar e ‘acolher-nos uns aos outros’. (Romanos 14:3; 15:7) Quem é que poderia em sã consciência discordar disso?
O amor fraterno resulta em união hoje

Na sua carta aos romanos, Paulo tratou duma situação incomum. Jeová, pouco antes, havia abolido um pacto e criado um novo. Alguns estavam com dificuldades de se ajustar. Não temos uma situação como essa atualmente, mas às vezes podem surgir questões parecidas.

Por exemplo, talvez uma cristã tenha pertencido a uma religião que não permitia o uso de maquiagem, acessórios e roupas coloridas. Quando aceitou a verdade, pode ser que ela tenha achado difícil ajustar-se à idéia de que, em ocasiões apropriadas, esse tipo de vestimenta não é proibido, desde que seja modesto. Uma vez que não envolve nenhum princípio bíblico, não seria correto que alguém tentasse persuadir essa cristã a violar a sua consciência. Ao mesmo tempo, ela se dá conta de que não deve criticar as cristãs cuja consciência lhes permite usar coisas assim.

Veja outro exemplo. Um cristão talvez tenha sido criado num ambiente onde o consumo de bebidas alcoólicas era considerado errado. Depois de conhecer a verdade, ele aprendeu o conceito bíblico de que o vinho é uma dádiva de Deus e pode ser usado com moderação. (Salmo 104:15) Ele aceitou esse conceito. Ainda assim, por causa da sua formação, prefere abster-se totalmente de bebidas alcoólicas, mas ele não critica os que fazem uso moderado delas. Aplica assim as palavras de Paulo: “Empenhemo-nos pelas coisas que produzem paz e pelas coisas que são para a edificação mútua.” — Romanos 14:19.

Há outras situações que exigem a aplicação do princípio por trás do conselho que Paulo deu aos romanos. A congregação cristã é constituída por muitas pessoas, e essas têm gostos diferentes. Portanto, elas podem ter preferências diferentes — por exemplo, na questão de se vestir e de se arrumar. Naturalmente, a Bíblia especifica princípios claros, que são acatados por todos os cristãos sinceros. Nenhum de nós deve usar roupa ou penteado excêntricos, imodestos ou que nos identifique com elementos indesejáveis do mundo. (1 João 2:15-17) Os cristãos se lembram de que, em todas as ocasiões, mesmo em momentos de descontração, eles são ministros que representam o Soberano Universal. (Isaías 43:10; João 17:16; 1 Timóteo 2:9, 10) No entanto, em muitos campos há uma ampla variedade de escolhas aceitáveis para os cristãos.

Evite fazer outros tropeçar

Há mais um importante princípio que Paulo trouxe à nossa atenção no seu conselho aos cristãos em Roma. Ocasionalmente, um cristão com uma consciência bem-treinada talvez decida abrir mão de algo que lhe é permitido. Por que faz isso? Porque se dá conta de que optar pelo que lhe é permitido poderia prejudicar outros. Num caso assim, o que devemos fazer? Paulo disse: “É bom não comer carne, nem beber vinho, nem fazer algo que faça teu irmão tropeçar.” (Romanos 14:14, 20, 21) De modo que “nós, . . . os que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos que não são fortes, e não estar agradando a nós mesmos. Que cada um de nós agrade ao seu próximo naquilo que é bom para a edificação dele”. (Romanos 15:1, 2) Se o que fazemos talvez ofenda a consciência de um irmão, o amor fraternal nos induzirá a mostrar consideração e limitar nossas decisões. Um exemplo disso poderia ser o uso de bebidas alcoólicas. O cristão tem permissão de beber vinho com moderação. Mas se isso causar tropeço, ele não insistirá em seus direitos.

Esse princípio também pode ser aplicado com os de fora da congregação cristã. Por exemplo, talvez moremos numa região em que a religião predominante considere certo dia da semana como dia de descanso. Para não causar tropeço e criar obstáculos à pregação, evitaremos naquele dia, na medida do possível, fazer algo que possa ofender nossos vizinhos. Numa outra situação, um cristão rico talvez se mude para ajudar numa localidade onde as pessoas têm poucos recursos. Pode ser que ele decida mostrar consideração para com os seus novos vizinhos por usar roupa simples ou por levar uma vida mais modesta do que a sua situação financeira lhe permite.

É razoável esperar que ‘os que são fortes’ façam tais ajustes? Pois bem, considere a seguinte ilustração: Ao andarmos de carro numa estrada, vemos diante de nós algumas crianças andando perigosamente perto da pista. Continuaríamos a dirigir o carro na velocidade máxima permitida só porque a lei nos dá esse direito? Não; nós diminuiríamos a velocidade, a fim de evitar um possível perigo para as crianças. Ocasionalmente, uma disposição similar, de ir mais devagar ou de ceder, é necessária no relacionamento com nossos irmãos ou com outros. Talvez estejamos fazendo algo que temos pleno direito de fazer. Não estamos violando nenhum princípio bíblico. No entanto, se isso pode ofender outros ou prejudicar aqueles que têm uma consciência mais fraca, o amor cristão nos induzirá a agir com cautela. (Romanos 14:13, 15) É mais importante mantermos a união e promovermos os interesses do Reino do que insistirmos em nossos direitos.

Quando agimos assim, estamos seguindo o melhor exemplo. Paulo disse: “Até mesmo o Cristo não agradou a si mesmo; mas, assim como está escrito: ‘Os vitupérios daqueles que te vituperaram caíram sobre mim.’ ” Jesus estava disposto a sacrificar a sua vida por nós. Certamente estamos dispostos a sacrificar alguns dos nossos direitos, se isso fizer com que os “que não são fortes” glorifiquem a Deus junto conosco. De fato, ser tolerantes e generosos para com os que têm uma consciência mais fraca — ou abrir mão voluntariamente de nossas preferências e não insistir em nossos direitos — é evidência da “mesma atitude mental que Cristo Jesus teve”. — Romanos 15:1-5.

Embora nossos pontos de vista em questões que não envolvem princípios bíblicos possam variar um pouco, quando se trata de assuntos relacionados com a adoração, agimos em pleno acordo. (1 Coríntios 1:10) Essa união se evidencia, por exemplo, em como lidamos com os que se opõem à adoração verdadeira. A Palavra de Deus chama a tais opositores de estranhos e nos aconselha a tomar cuidado com a “voz de estranhos”. ( João 10:5) Como podemos identificar tais estranhos? Como devemos lidar com eles? Essas questões serão consideradas no próximo artigo. Leia mais . . .