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Não desista de fazer o que é excelente
Não desista de fazer o que é excelente

“Não desistamos de fazer aquilo que é excelente, pois ceifaremos na época devida, se não desfalecermos.” — GÁLATAS 6:9.

QUE excelente atividade os cristãos realizam como parte da sua adoração! Ela está englobada na ordem explícita: “Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as. . ., ensinando-as a observar todas as coisas que vos ordenei. E eis que estou convosco todos os dias, até à terminação do sistema de coisas.” (Mateus 28:19, 20) Foi o próprio Jesus Cristo quem deu aos seus discípulos a comissão de realizar esta obra mundial de ensino.

Visto que a comissão de fazer discípulos foi uma das últimas declarações de Jesus aos seus primeiros discípulos antes de ascender ao céu, não era esta uma designação muito importante? Sim, porque cumpri-la salvaria vidas. (1 Timóteo 4:16) Trata-se assim duma obra excelente. Provê uma sólida educação bíblica para os que acatam a mensagem do Reino, e a pregação avisa os que não a aceitam. (Lucas 10:10, 11) Portanto, realizarem eles esta obra identifica os verdadeiros cristãos tanto quanto seu acatamento dos outros ensinos de Jesus. — João 8:31.

Jesus, como o Grandioso Instrutor, deu um exemplo magnífico aos seus seguidores. Ele ensinou publicamente e fez discípulos “pregando as boas novas do reino”. (Mateus 9:35) Imitando-o, os novos seguidores tornaram-se eles próprios fazedores de discípulos, porque verdadeiro discípulo é “aquele que aceita as doutrinas de outro e ajuda na divulgação delas”. Inicialmente, a obra deles, de fazer discípulos, se restringia a judeus e prosélitos destes. Apesar de reação adversa neste campo, contudo, será que os seguidores de Jesus executaram a ordem dele de ‘ir continuamente’, “sem cessar”? Sim, pois foram “às ovelhas perdidas da casa de Israel”, até que os primeiros gentios se tornaram crentes, em 36 EC. (Mateus 10:5, 6; Atos 5:42) Dizia-se que os discípulos ‘encheram Jerusalém com o seu ensino’. (Atos 5:28) Não desistiram da sua obra excelente. Antes, levaram-na fielmente a cabo.

“O Campo É o Mundo”

Jesus indicou que o campo incluiria “pessoas de todas as nações”. (Mateus 28:19) Numa parábola a respeito da semeadura da semente do Reino, ele dissera: “O campo é o mundo.” (Mateus 13:38) De modo que os cristãos seriam “testemunhas” dele a respeito do Reino, em toda a parte. De novo ‘iriam continuamente’, esta vez “até à parte mais distante da terra”. (Atos 1:8) O apóstolo Paulo ‘ocupava-se intensamente com a palavra’, e podemos ter a certeza de que o mesmo se dava com outros cristãos. — Atos 18:5.

Jesus esperava que a atividade de dar testemunho ocuparia intensamente os cristãos até o fim do atual sistema de coisas. Isto é demonstrado naquilo que ele predisse a respeito do ministério cristão e do território que abrangeria. Jesus disse: “Estas boas novas do reino serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim.” — Mateus 24:14.

Quando Jesus deu a ordem de haver empenho na pregação do Reino e na atividade de fazer discípulos, em toda a terra, ele sabia que esta obra excelente algum dia atingiria o clímax, assim como aconteceu com o campo judaico. Mas alcançaria seu objetivo. “Então”, como ele disse, “virá o fim”. De modo que as Testemunhas de Jeová continuarão confiante e alegremente até o fim a fazer a obra designada. Isto as ajuda a continuar na obra nos nossos dias, até que seja terminada.

Como Fazer a Obra

Jesus ensinou aos seus primeiros discípulos a realizar o ministério público. Eles acataram zelosamente a sua ordem de ‘ir’. Quando Jesus os treinou para a obra de dar testemunho, ele disse: “Ao irdes, pregai, dizendo: ‘O reino dos céus se tem aproximado.’” (Mateus 10:7) Isto dava à sua mensagem o mesmo tema do Reino que havia caracterizado o ministério dele. Ela seria boas novas para as pessoas sinceras. Depois de os seguidores de Jesus terem começado a sua obra, será que ele parou? Não, porque “quando Jesus tinha terminado de dar instruções aos seus doze discípulos, partiu dali para ensinar e pregar nas cidades deles”. — Mateus 11:1.

Onde e como deviam esses proclamadores do Reino contatar pessoas? Jesus disse-lhes: “Ao entrardes na casa, cumprimentai a família.” (Mateus 10:12) Ir à casa de alguém com as boas novas dignifica o morador, oferecendo-lhe a oportunidade de examinar a mensagem do Reino na sua própria casa. As formas costumeiras e aceitas de cumprimento não são apenas uma maneira cortês e atenciosa de iniciar uma palestra, mas resultam também na vantagem de o cumprimento amigável e alegre transformar uma visita inesperada numa bem recebida. (Veja Mateus 28:9; Lucas 1:28.) O tom da voz e a resposta da pessoa à porta revelam também muito sobre a atitude dele ou dela. Você precisa notar isso antes de continuar, porque tal conhecimento torna mais fácil adaptar os seus comentários às necessidades do morador. — Veja Atos 22:1, 2; 23:6.

Jesus deixou seus discípulos saber que nem todos no território reagiriam favoravelmente. Ele disse: “Em qualquer cidade ou aldeia em que entrardes, procurai nela quem é merecedor.” Se todos aceitassem a mensagem do Reino não haveria motivo de se usar a palavra “procurai”. Qual deveria ser a reação àqueles que não mostrassem interesse na mensagem? “Onde quer que alguém não vos acolher ou não escutar as vossas palavras, ao sairdes daquela casa ou daquela cidade, sacudi o pó dos vossos pés”, indo embora em paz e deixando as conseqüências ao critério de Jeová. — Mateus 10:11, 14.

A Situação Atual

Em cumprimento fiel da comissão cristã, as Testemunhas de Jeová abrangem a terra com a mensagem do Reino. Neste respeito, A. P. Wisse, jornalista dos Países Baixos, comentou: “São diferentes das outras pessoas. Parte desta diferença é o resultado de sua zelosa evangelização. Encaram o genuíno cristianismo não como religião de catedrais, de párocos que cada um tem seu próprio lugar fixo e cuja religião não requer deles mais do que apenas escutar. Falam com a franqueza de Paulo a todos os que queiram escutar.” Tal zelo pelo ministério certamente tem sido abençoado por Jeová Deus.

Mais de 3.000.000 de publicadores do Reino trabalham agora com zelo em 210 países. Vemos um belo aumento em novos discípulos — sendo que 1.246.204 foram batizados nos últimos sete anos. A bênção de Jeová ao esforço diligente é evidente. (Isaías 60:8-10, 22) Ora, pelo menos em 40 países e ilhas há uma Testemunha para cada 300 habitantes ou menos, ou uma para cerca de 100 lares! Além disso, em algumas regiões de países tais como o Canadá e Guadalupe a proporção é de uma Testemunha para 45 ou 50 pessoas no território de uma congregação — apenas cerca de 15 lares ou menos para cada publicador visitar! Muitos destes territórios são cobertos todo mês. Mesmo em países com proporções mais elevadas, algumas regiões urbanas recebem cobertura muito freqüentemente na nossa obra de testemunho. Em Seul, na República da Coréia, alguns territórios urbanos são trabalhados cada cinco dias! Ao passo que aumentamos numericamente, e mais e mais Testemunhas empreendem o serviço de pioneiro e de pioneiro auxiliar, bateremos às portas de nossos vizinhos com crescente freqüência. Constitui isso um problema?

Precisa-se admitir que em algumas regiões há problemas, tanto para as Testemunhas de Jeová como para aqueles que visitamos. Os problemas aumentam com a crescente apatia das pessoas em muitos países. Pois bem, ao passo que aumentamos em número, será que desistimos aos poucos de nossa obra excelente? Achamos que nossa obra já está quase feita, e que já ‘procuramos’ todos os que iriam reagir favoravelmente e tornar-se discípulos? Está ficando pessoalmente cansado e talvez até mesmo frustrado por visitar as mesmas pessoas insensíveis à mensagem? O que se pode fazer para manter nosso excelente nível de atividade?

Manter a Atitude Correta

A solução está na maior parte na nossa atitude como Testemunhas de Jeová. Em primeiro lugar, encaremos sempre o lado positivo. Trabalhar o território mais vezes por causa do elevado número de publicadores em proporção com a população forçosamente iria acontecer em muitos lugares ao passo que nossa obra chegasse ao clímax. Mas, não oramos por isso? (2 Tessalonicenses 3:1) O que agora observamos deve fazer-nos regozijar e deve convencer-nos de que estamos nos estágios finais da obra de fazer discípulos! O Reino está sendo pregado, conforme Jesus predisse. E mesmo onde as pessoas ‘não querem escutar as nossas palavras’, elas recebem um aviso por meio da nossa atividade de pregar o Reino. Lembre-se de que, além de fazermos discípulos, estamos proclamando as boas novas “em testemunho”. — Mateus 10:14; 24:14.

Além disso, é de esperar que um crescente número de pessoas rejeite a mensagem do Reino ao passo que o fim se aproxima. As predições são claras, e as experiências tanto de Jesus como de Paulo asseguram-nos que haverá os “insensíveis” e os de coração “embotado”. Portanto, neste tempo temos de ter cuidado para que nós não sejamos “insensíveis” para com a nossa comissão. Devemos ir “vez após vez” mesmo aos insensíveis. (Isaías 6:9-11; Mateus 13:14, 15; Provérbios 10:21) É verdade que requer coragem ir visitar com freqüência pessoas que se ressentem disso. Todavia, nenhuma situação territorial, onde quer que seja, devia alguma vez dizer-nos: ‘Pare de falar.’ Antes, iguais aos apóstolos, devemos orar para ter denodo, a fim de ‘persistir em falar’ — apesar de ressentimentos ou de hostilidade — até que a obra seja terminada. — Atos 4:18-20, 24-31.

Basicamente, há apenas duas espécies de pessoas em todos os nossos territórios — aquelas que no momento estão interessadas e aquelas que não estão. Portanto, precisamos continuar com a obra de ‘procurar os merecedores’. Isto está entre as muitas obras excelentes que devemos produzir como cristãos, a fim de mostrar nosso amor a Jeová e nossa lealdade a ele. Portanto, “não desistamos de fazer aquilo que é excelente, pois ceifaremos na época devida, se não desfalecermos”. (Gálatas 6:9) Visto que estamos agora tão perto do fim deste sistema, não é hora de desistirmos ou de nos cansarmos de visitar nossos vizinhos com as boas novas do Reino. Jeová ainda não disse que a obra está terminada.

Por Que Temos de ‘Persistir em Falar’

Também seremos ajudados a manter uma boa atitude, se nos lembrarmos de que a lealdade a Jeová é demonstrada por zelosas atividades de pregação do Reino. Além disso, os territórios continuam mudando em diversos sentidos. As pessoas se mudam ou a situação delas pode mudar. Talvez da última vez que as visitamos não tenham tido interesse, mas a perda do emprego, o falecimento dum ente querido, uma mudança significativa na luta entre as superpotências, uma grave doença — estas e outras mudanças podem significar que reagirão favoravelmente da próxima vez que as visitemos. Outros, depois de saber que um amigo ou um ente querido se tornou Testemunha de Jeová, talvez queiram agora falar conosco para saber o que é que cremos que produzisse tal mudança.

Lembre-se também que aqueles que nos últimos anos se tornaram adultos agora têm família, tomam a vida a sério e fazem perguntas a que só a Palavra de Deus pode responder. Por exemplo, certa jovem mãe convidou duas Testemunhas ao seu lar e disse: ‘Quando eu era ainda menina, nunca consegui entender por que minha mãe rejeitava as Testemunhas e lhes dizia que não estava interessada, quando tudo o que vocês querem fazer é falar sobre a Bíblia. Decidi então que, quando eu crescesse, me casasse e tivesse meu próprio lar, convidaria as Testemunhas de Jeová a entrar e a explicar-me a Bíblia.’

Já notou que alguns que durante anos nunca quiseram falar conosco e que pensavam estar ‘salvos’ agora nos fazem perguntas sinceras? Por quê? Houve uma mudança no seu modo de pensar sobre religião. Dizem que ficaram muito desiludidos e estupefatos com as revelações de conduta imoral, atividades políticas e esbanjamento de fundos da igreja por parte de alguns destacados televangelistas nos quais antes confiavam. É provável que haja mais disso, ao passo que as condições dentro de Babilônia, a Grande, continuam a deteriorar até o tempo da destruição dela. — Revelação 18:1-8.

De qualquer modo, não devemos ficar desanimados quando a maioria das pessoas não são receptivas. Depois de termos ido embora, é provável que ainda pensem em nós. No Canadá, certa moradora visitada por duas Testemunhas foi bastante explícita em dizer que não estava interessada. Mais tarde, ela começou a pensar no que lhe haviam dito e queria achá-las para lhe responderem a algumas perguntas que tinha. Ela tomou seu carro e foi à procura delas, percorrendo as ruas da sua vizinhança, mas não conseguiu localizá-las. Será que desistiu? Não, parou na casa duma amiga para perguntar se elas a haviam visitado. Não haviam, mas a amiga disse que havia uma Testemunha que trabalhava no mesmo lugar que ela e que poria a senhora interessada em contato com as Testemunhas. Isto resultou numa série de visitas no lar da interessada, às quais ela convidou amigas, vizinhas, parentes e colegas de trabalho. Às vezes tem havido tantas quantas 15 pessoas presentes, e colocaram-se uns 430 livros e Bíblias, bem como 2.015 revistas.

Muitos apreciam as nossas visitas. Uma senhora disse numa carta dirigida a uma congênere da Sociedade Torre de Vigia: “Agradeço-lhes de terem incutido grande dedicação no coração das pessoas da sua crença. Agradeço-lhes por fazerem visitas repetidas vezes. . . e compartilharem com outros o amor do Senhor. Este ato simples faz tanta coisa a favor dos outros. . . . Mesmo que alguns talvez sejam cruéis, outros sejam indiferentes, ao passo que outros são receptivos,. . . realmente faz um grande bem que alguém venha lembrar-nos coisas espirituais. Acho muito bom que falemos uns aos outros sobre o Senhor.” Em outra carta, um morador pediu-nos a ‘não desistir das pessoas’, não importa como nos tratem. “Assim, não desistamos de fazer aquilo que é excelente, pois ceifaremos na época devida, se não desfalecermos.” (Gálatas 6:9) Esta obra tem a aprovação e a bênção de Jeová, e a nossa participação nela prova nosso amor a ele e ao nosso próximo. (Mateus 22:37-39) Portanto, levemos a obra plenamente a cabo. — Veja Filipenses 1:6.

Temos de encarar o fato de que talvez nem sempre sejam as pessoas que parecem tornar difícil trabalhar freqüentemente o território. Às vezes somos nós mesmos. Começamos a trabalhar com idéias negativas, achando que já conhecemos todas as pessoas e sabemos qual será a reação delas? Isto pode influir na nossa atitude, e provavelmente no nosso tom de voz e na nossa expressão facial. Usamos ainda os mesmos métodos e palavras que já usamos por anos? Agora que o território está mudando, o que antes era bem-sucedido talvez não atinja outros “merecedores”. Talvez precisemos duma nova maneira de estabelecer contato e dum novo modo de encarar nossa obra.

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