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O UNIVERSO
O UNIVERSO

 

Quem criou as leis que governam o Universo?

 

“VOCÊ conhece as leis do céu?” (Jó 38:33, Bíblia Pastoral) Ao fazer essa pergunta a Jó, Deus estava ajudando esse seu servo aflito a entender que o homem realmente sabe muito pouco em comparação com a sabedoria ilimitada do Criador. O que você acha dessa comparação?

Os homens já aprenderam muitas coisas sobre as leis que governam os céus físicos, mas a maioria dos cientistas admite prontamente que ainda há muito para aprender. Vez após vez, novas descobertas levam os cientistas a repensar suas teorias a respeito de como o Universo funciona. Será que essas descobertas invalidam a pergunta que Deus fez a Jó? Ou esse progresso na verdade fornece provas de que Jeová é o Autor das leis dos céus? Este estudo é muito significante e além do mais, colocam as pessoas sensatas numa posição de adquirimento de "amor a Deus" e assim, todos glorificam o Criador de todas estas maravilhas. Mas antes de iniciarmos o estudo, darei aqui algumas considerações do assunto e analizar três prerrogativas: (1) O Universo é rígido?(2) O que mantém os corpos celestes no lugar? e (3) Eternos ou sujeitos à deterioração? e depois destas considerações, nada mais justo do que reconhecermos: Quem merece a glória e a honra?. Então serão 4 considerações muito importantes. 

 Universo

A Bíblia contém declarações fascinantes que ajudam a responder a essas perguntas. É verdade que Uma perspectiva histórica

Para termos uma perspectiva histórica sobre esse assunto, voltemos ao quarto século AEC, cerca de um século depois que o Velho Testamento — a parte hebraica da Bíblia — foi terminado. Naquela época, o filósofo grego Aristóteles instruía os grandes eruditos de seus dias sobre os céus físicos. Hoje ele ainda é considerado um dos cientistas mais influentes que já viveram. Segundo a Encyclopædia Britannica, “Aristóteles foi o primeiro cientista genuíno da História. . . . Todo cientista tem uma dívida com ele”.

Aristóteles dedicou-se a criar um modelo do cosmo. Segundo esse modelo, a Terra estava no centro de um universo feito de mais de 50 esferas cristalinas, uma dentro da outra. As estrelas estavam afixadas na esfera mais afastada, e os planetas ficavam nas esferas mais próximas da Terra. Tudo o que estava além da Terra era eterno e imutável. Essas ideias talvez pareçam fantasiosas hoje, mas elas influenciaram os homens da ciência por uns 2 mil anos.
Mas como o ensino de Aristóteles se contrasta com o da Bíblia? Qual desses ensinos passou no teste do tempo? Vamos analisar três questões sobre as leis que governam o Universo. As respostas nos ajudarão a desenvolver fé no Autor da Bíblia, o Legislador que criou “os estatutos dos céus”. — Jó 38:33.

1). O Universo é rígido?
Aristóteles pensava que as esferas celestes eram rígidas. A esfera que mantinha as estrelas no seu lugar, bem como as outras, não podia encolher nem se expandir. Será que a Bíblia faz uma conjectura parecida? Não; ela não diz nada dogmático sobre esse assunto. Mas veja a interessante descrição que ela apresenta: “Há Um que mora acima do círculo da terra, cujos moradores são como gafanhotos, Aquele que estende os céus como uma gaze fina e que os estica como uma tenda em que morar.” — Isaías 40:22.

Qual dos dois provou ser o mais exato: o modelo de Aristóteles ou a descrição da Bíblia? Como a cosmologia moderna encara o Universo? No século 20, os astrônomos ficaram espantados ao descobrir que o Universo é tudo menos rígido. Na verdade, parece que as galáxias se afastam rapidamente umas das outras. Poucos cientistas, se é que algum, imaginavam essa expansão do Universo. Hoje os cosmólogos em geral acreditam que o Universo começou de uma forma bem compacta e que está se expandindo desde então. De fato, a ciência acabou invalidando o modelo de Aristóteles.

O que dizer das palavras da Bíblia? Não é difícil imaginar um homem como o profeta Isaías olhando para um céu elegantemente vestido de estrelas e pensando em como era apropriada a comparação com uma tenda estendida. Ele talvez tenha até notado a similaridade entre a Via Láctea e a aparência de uma “gaze fina”.
Além disso, as palavras de Isaías são um convite à nossa imaginação. Podemos pensar numa tenda dos tempos bíblicos. Talvez imaginemos um tecido resistente sendo esticado e levantado com varas até tomar a forma de abrigo; ou então um comerciante esticando um pequeno rolo de gaze fina para mostrar a um cliente. Nos dois casos, algo relativamente compacto se expande e fica maior aos nossos olhos.

Naturalmente, não estamos dizendo que a Bíblia faz essa descrição poética de uma tenda e de uma gaze fina para explicar a expansão do Universo físico. Mas você não acha fascinante o fato de a Bíblia dar uma descrição do Universo que se harmoniza tão bem com a ciência moderna? Isaías viveu mais de três séculos antes de Aristóteles e mais de 2 mil anos antes de a ciência dar provas convincentes sobre esse assunto. Ainda assim, a descrição feita por esse humilde profeta hebreu não precisa ser revisada. Mas o modelo engenhoso de Aristóteles precisa.

2. O que mantém os corpos celestes no lugar?
Para Aristóteles, o Universo era compacto. Ele achava que a Terra e sua atmosfera se compunham de quatro elementos — terra, água, ar e fogo. O restante do Universo estava repleto de esferas cristalinas, todas compostas de uma substância eterna que ele chamou de éter. Os corpos celestes estavam fixos nessas esferas invisíveis. A ideia de Aristóteles agradava a maioria dos homens da ciência porque parecia concordar com um conceito básico da época: qualquer objeto precisa estar sobre algo ou fixo em algo, senão cai. E o que a Bíblia diz? Ela registra as palavras de um homem fiel chamado Jó, que disse o seguinte sobre Jeová: “Ele . . . suspende a terra sobre o nada.” (Jó 26:7) Com certeza, para Aristóteles essa ideia pareceria absurda.

No século 17 EC, uns 3 mil anos depois dos dias de Jó, a teoria científica prevalecente defendia que o Universo estava cheio, não de esferas cristalinas, mas de um tipo de fluido. No entanto, mais tarde naquele mesmo século, o físico Sir Isaac Newton propôs uma ideia completamente diferente. Ele disse que a gravidade causava uma atração entre os corpos celestes. Newton chegou um passo mais perto de entender que a Terra e os outros corpos celestes realmente estão suspensos no espaço vazio, o que aos olhos dos humanos pareceria “o nada”.

A teoria de Newton sobre a gravidade enfrentou bastante oposição. Para muitos homens com mentalidade científica era difícil imaginar que não havia algo palpável mantendo as estrelas e os outros corpos celestes no lugar. Como poderia a nossa Terra maciça e os outros corpos celestes simplesmente estarem suspensos no espaço? Para alguns, essa ideia era sobrenatural. Desde a época de Aristóteles, a maioria dos homens da ciência acreditava que o espaço precisa estar preenchido com alguma coisa.

É claro que Jó desconhecia os meios invisíveis que permitem que a Terra se mantenha numa órbita constante em volta do Sol. Então, o que o levou a dizer que o nosso planeta está suspenso “sobre o nada”?
Além disso, a ideia de que não há nada segurando a Terra levanta outra pergunta: O que mantém a Terra e os outros corpos celestes no seu curso? Note as palavras fascinantes que Deus certa vez disse a Jó: “Podes atar as cadeias da constelação de Quima, ou podes soltar as próprias cordas da constelação de Quesil?” (Jó 38:31) Em sua longa vida, noite após noite, Jó viu aquelas conhecidas formações de estrelas aparecer e desaparecer no horizonte. Mas por que elas apareciam na mesma forma, ano após ano, década após década? Que cadeias mantinham essas estrelas e todos os outros corpos celestes nas suas posições relativas? Sem dúvida, pensar sobre isso causava admiração em Jó.

Se as estrelas estivessem simplesmente fixas em esferas celestes, não haveria necessidade dessas cadeias. Só uns 2 mil anos mais tarde é que os cientistas fizeram mais descobertas sobre essas “cadeias” ou “cordas” invisíveis que ligam os corpos celestes numa longa e lenta dança através da escuridão do espaço. Isaac Newton e depois Albert Einstein ficaram famosos por suas descobertas nesse campo. É claro que Jó não sabia nada sobre as forças que Deus usa para ligar os corpos celestes. Ainda assim, as palavras inspiradas do livro de Jó passaram no teste do tempo com mais distinção do que as ideias do instruído Aristóteles. Quem senão o Legislador poderia ter tal conhecimento?

3. Eternos ou sujeitos à deterioração?
Aristóteles acreditava que havia uma grande diferença entre os céus e a Terra. Segundo ele, a Terra estava sujeita a mudanças, deterioração e decadência, ao passo que o éter do qual os céus estrelados eram feitos nunca mudava e era eterno. A esferas cristalinas de Aristóteles e os corpos celestes fixos nelas nunca poderiam mudar, se desgastar ou morrer.

É isso o que a Bíblia ensina? O Salmo 102:25-27 diz: “Há muito lançaste os alicerces da própria terra e os céus são o trabalho das tuas mãos. Eles é que perecerão, mas tu mesmo continuarás de pé; e todos eles se gastarão como a roupa. Tu os substituirás assim como a uma vestimenta e eles terminarão a sua vez. Mas tu és o mesmo, e os teus próprios anos não se completarão.”

Note que o salmista, escrevendo talvez dois séculos antes da época de Aristóteles, não contrasta a Terra com os céus estrelados, como se a Terra estivesse sujeita à deterioração ao passo que as estrelas são eternas. Ele contrasta os céus e a Terra com Deus, o poderoso Espírito que dirigiu sua criação. Esse salmo dá a entender que as estrelas estão tão sujeitas à deterioração quanto qualquer coisa na Terra. E o que a ciência moderna descobriu? A geologia apoia tanto a Bíblia como Aristóteles no que diz respeito à Terra estar sujeita à deterioração. De fato, as rochas de nossa Terra estão sempre se desgastando através da erosão e sendo repostas por meio de atividade vulcânica e outros fenômenos geológicos.

Mas o que dizer das estrelas? Será que elas também estão sujeitas à deterioração natural, como sugere a Bíblia, ou são eternas, como Aristóteles ensinava? No século 16 EC, alguns astrônomos europeus começaram a duvidar da ideia de Aristóteles sobre a eternidade das estrelas. Isso se deu quando observaram pela primeira vez uma supernova, a explosão espetacular de uma estrela. Desde então, os cientistas constataram que as estrelas podem morrer violentamente nessas explosões ou se consumir aos poucos, ou até mesmo implodir.

Por outro lado, os astrônomos também já observaram a formação de novas estrelas em ‘berçários estelares’, que são nuvens de gás enriquecido pelas explosões de estrelas velhas. Assim, a imagem que o escritor da Bíblia fez de um tecido que se desgasta e é substituído é completamente apropriada. Não é notável que esse salmista dos tempos antigos tenha sido capaz de escrever palavras que se harmonizam tão bem com as descobertas recentes?

Ainda assim, você talvez se pergunte: ‘Será que a Bíblia ensina que a Terra ou os céus estrelados como um todo terão fim um dia ou precisarão ser substituídos?’ Não, a Bíblia promete que durarão para sempre. (Salmo 104:5; 119:90) Isso acontecerá não porque essas criações são eternas em si mesmas, mas porque o Deus que as criou promete preservá-las. (Salmo 148:4-6) Ele não diz como. Mas você não acha lógico que Aquele que criou o Universo teria o poder de preservá-lo? É como um construtor que se preocupa em cuidar da casa que construiu para si mesmo e sua família.

Quem merece a glória e a honra?
Contemplar algumas das leis que regem os céus lança uma brilhante luz sobre essa questão. Quando pensamos naquele que ‘esticou’ os aglomerados de estrelas pelo vasto Universo, que as mantém no lugar por meio das “cadeias” da gravidade e que as sustenta ao longo de seus ciclos contínuos, não ficamos impressionados?
Isaías 40:26 explica bem os motivos para essa admiração: “Levantai ao alto os vossos olhos e vede. Quem criou estas coisas? Foi Aquele que faz sair o exército delas até mesmo por número, chamando a todas elas por nome.” As estrelas são comparadas a um exército, que pode ter um grande número de soldados. Sem instruções de um comandante, esse exército se tornaria simplesmente uma turba em completa desordem. Sem as leis de Jeová, os planetas, as estrelas e as galáxias não seguiriam um curso ordeiro; tudo seria um caos. Mas imagine um exército de bilhões de soldados com um Comandante que, além de coordenar as movimentações de suas tropas, sabe de cor o nome, a localização e a situação de cada um deles!
As leis dos céus nos dão um vislumbre da sabedoria ilimitada desse Comandante. Quem mais poderia ter concebido essas leis e inspirado o homem a escrever com exatidão sobre esses assuntos séculos e até milênios antes de os cientistas entendê-los? Por isso, sem dúvida, temos todos os motivos no Universo para dar ‘a glória e a honra’ a Jeová. — Revelação (Apocalipse) 4:11.

É notável que a Bíblia chame a Terra de círculo, ou esfera, como a palavra hebraica também pode ser traduzida.( A Bíblia usa essa metáfora muitas vezes. — Jó 9:8; Salmo 104:2; Isaías 42:5; 44:24; 51:13; Zacarias 12:1.) No século 19, o cientista William Thomson, também conhecido como Lorde Kelvin, descobriu a segunda lei da termodinâmica. Essa lei explica por que, com o tempo, os sistemas naturais tendem a se degenerar e a cessar. Um fator que o levou a chegar a essa conclusão foi o estudo cuidadoso do Salmo 102:25-27.