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OS 144.000 NO CÉU
OS 144.000 NO CÉU

‘Faço convosco um pacto para um Reino’

 

FOI na noite antes de Jesus ser morto que ele disse aos seus apóstolos fiéis: ‘Na casa de meu Pai há muitas moradas. Vou embora para vos preparar um lugar, para que, onde eu estiver, vós também estejais.’ Disse-lhes mais: “Eu faço convosco um pacto, assim como meu Pai fez comigo um pacto, para um reino.” (João 14:2, 3; Luc. 22:29) Quão maravilhosa era a perspectiva que lhes apresentou!

 

No entanto, Jesus não queria dizer que somente aqueles apóstolos governariam com ele no seu Reino celestial. Mais tarde foi tornado conhecido que 144.000 remidos da terra teriam esse grandioso privilégio. (Rev. 5:9, 10; 14:1, 4) Procuram alguns hoje obtê-lo?

O AJUNTAMENTO DOS HERDEIROS DO REINO

 

Depois de João, o Batizador, ter sido encarcerado por Herodes Ântipas, Jesus empreendeu uma intensa campanha de pregação pública, na qual enfocou “o reino dos céus”. (Mat. 4:12, 17) Fazia as pessoas saber que haveria para elas a oportunidade de entrarem nesse Reino, e seus discípulos procuravam seriamente alcançar este prêmio. — Mat. 5:3, 10, 20; 7:21; 11:12.

Em Pentecostes de 33 EC, os primeiros deles foram ungidos com espírito santo. (Atos 2:1-4; 2 Cor. 1:21, 22) Divulgou-se a provisão de Deus para a salvação que conduziria à vida imortal no céu. Pedro usou “as chaves do reino dos céus” para dar este conhecimento — primeiro aos judeus, a seguir, aos samaritanos, e depois a pessoas das nações gentias. (Mat. 16:19) Dava-se então atenção especial à constituição do governo que regeria a humanidade por 1.000 anos, e quase todas as cartas inspiradas nas Escrituras Gregas Cristãs dirigem-se primariamente a este grupo de herdeiros do Reino — “os santos”, os “participantes da chamada celestial”.

Não são chamados para a vida celestial por serem de algum modo melhores do que todos os servos de Deus que haviam morrido antes de Pentecostes de 33 EC. (Mat. 11:11) Antes, Jeová começara então a escolher aqueles que seriam governantes associados de Jesus Cristo. Durante uns 19 séculos depois disso havia apenas uma chamada, a celestial. Era uma benignidade imerecida que Deus concedia a um número limitado na promoção de seus próprios propósitos sábios e amorosos. — Efé. 2:8-10.

FOI na noite antes de Jesus ser morto que ele disse aos seus apóstolos fiéis: ‘Na casa de meu Pai há muitas moradas. Vou embora para vos preparar um lugar, para que, onde eu estiver, vós também estejais.’ Disse-lhes mais: “Eu faço convosco um pacto, assim como meu Pai fez comigo um pacto, para um reino.” (João 14:2, 3; Luc. 22:29) Quão maravilhosa era a perspectiva que lhes apresentou!

No entanto, Jesus não queria dizer que somente aqueles apóstolos governariam com ele no seu Reino celestial. Mais tarde foi tornado conhecido que 144.000 remidos da terra teriam esse grandioso privilégio. (Rev. 5:9, 10; 14:1, 4) Procuram alguns hoje obtê-lo?

O AJUNTAMENTO DOS HERDEIROS DO REINO

Depois de João, o Batizador, ter sido encarcerado por Herodes Ântipas, Jesus empreendeu uma intensa campanha de pregação pública, na qual enfocou “o reino dos céus”. (Mat. 4:12, 17) Fazia as pessoas saber que haveria para elas a oportunidade de entrarem nesse Reino, e seus discípulos procuravam seriamente alcançar este prêmio. — Mat. 5:3, 10, 20; 7:21; 11:12. Em Pentecostes de 33 EC, os primeiros deles foram ungidos com espírito santo.

Com o tempo, o número determinado, mas limitado, de 144.000 ficaria preenchido. Aproximar-se-ia a selagem final desses israelitas espirituais como aprovados. (Rev. 7:1-8) Daí, Jeová, mediante seu espírito e o entendimento de sua Palavra que ele possibilitou à sua organização visível, dirigiria os assuntos de modo a cumprir outra parte de seu propósito, conforme descrito em Revelação 7:9-17. Seria ajuntada uma “grande multidão” de todas as nações, com a perspectiva emocionante de sobreviver à grande tribulação e viver para sempre em perfeição no meio dum Paraíso terrestre. Quando consideramos o que realmente tem acontecido, parece evidente que a chamada celestial, em geral, foi completada por volta do ano 1935 EC, quando se passou a discernir claramente a esperança terrestre da “grande multidão”. Desde então, milhões de adoradores de Jeová, que sinceramente esperam viver para sempre aqui mesmo na terra, foram associados com os comparativamente poucos milhares remanescentes da classe celestial.

Significa isso que ninguém mais está sendo chamado agora por Deus para a vida celestial? Até terminar a selagem final, é possível que alguns poucos dos que têm esta esperança se mostrem infiéis e seja necessário escolher outros para ocupar o lugar deles. Mas parece razoável que isto ocorreria apenas raras vezes.

FILHOS ESPIRITUAIS COMO SABEM QUE SÃO?

O espírito de Deus dá garantia positiva da adoção como filhos espirituais aos cristãos batizados que receberam a chamada celestial. O apóstolo Paulo mostrou isso quando escreveu aos “santos” em Roma, descrevendo a situação de todos os verdadeiros cristãos naquele tempo. Ele disse: “Todos os que são conduzidos pelo espírito de Deus, estes são filhos de Deus. Pois não recebestes um espírito de escravidão, causando novamente temor, mas recebestes um espírito de adoção, como filhos, espírito pelo qual clamamos: ‘Aba, Pai!’ O próprio espírito dá testemunho com o nosso espírito de que somos filhos de Deus. Então, se somos filhos, somos também herdeiros: deveras, herdeiros de Deus, mas co-herdeiros de Cristo, desde que soframos juntamente, para que também sejamos glorificados juntamente.” — Rom. 1:7; 8:14-17.

Aqui são trazidos à nossa atenção dois usos da palavra “espírito”: “o próprio espírito” e “o nosso espírito”. O primeiro é a força ativa, invisível, de Deus. Inspira aos seus filhos espirituais a convicção de terem sido adotados como filhos livres de Deus. Esse espírito testifica também através da inspirada Palavra de Deus, a Bíblia, que é como uma carta pessoal aos seus filhos espirituais. (1 Ped. 1:10-12) Quando os que foram gerados pelo espírito santo lêem o que as Escrituras dizem aos que são filhos espirituais de Deus, reagem corretamente, dizendo: ‘Isto se aplica a mim.’ A própria força ativa de Deus testifica assim de diversas maneiras com o espírito deles, a força motivadora da própria mente e coração deles, que são filhos de Deus. Em harmonia com o que o espírito de Deus assim indica, a mente e o coração deles fixam-se na perspectiva de serem co-herdeiros de Cristo, e aceitam as responsabilidades de filhos espirituais de Deus. — Fil. 3:13, 14.

Aplica-se isso a você? Em caso afirmativo, tem um privilégio maravilhoso. Todavia, seria um erro se alguém concluísse que, por ter vivo apreço pelas coisas espirituais mais profundas, ou por ser zeloso no ministério de campo, ou por ter intenso amor aos seus irmãos, ele, portanto, deve ser cristão ungido com espírito. Essas mesmas coisas caracterizam muitas das “outras ovelhas”. O coração de tais também é tocado pelo que lêem nas Escrituras a respeito dos co-herdeiros de Cristo, mas não presumem reivindicar para si algo que Deus não reservou para eles. (Veja Números 16:1-40) Reconhecem o propósito original de Deus para com a terra e empenham-se com apreço para poderem participar nisso.

PARTICIPAÇÃO DIGNA DOS EMBLEMAS

Todo ano, em 14 de nisã, após o pôr-do-sol, os seguidores ungidos de Jesus Cristo, em todas as partes da terra, comemoram a morte dele, em harmonia com as instruções que ele deu aos seus apóstolos (Luc. 22:19, 20) As “outras ovelhas” também estão presentes, não como participantes do pão e do vinho, mas como observadores respeitosos.

Não se trata dum rito religioso fútil, mas é algo que está cheio de forte significado. O apóstolo Paulo escreveu conselho sério a cristãos de Corinto, na Grécia, no primeiro século, visto que alguns deles deixaram de mostrar o devido apreço pela ocasião, dizendo: “Quem comer o pão e beber o copo do Senhor indignamente, será culpado com respeito ao corpo e ao sangue do Senhor.” O que os tornava ‘indignos’ como participantes? Eles não se preparavam devidamente no coração e na mente. Havia divisões na congregação. Alguns também entregavam-se em excesso ao comer e ao beber antes da reunião. Tratavam a Refeição Noturna do Senhor com indiferença. Não estavam em condições de discernir o significado sério do pão e do vinho. — 1 Cor. 11:17-34.

Qual é este significado? Não é alguma suposta transubstanciação milagrosa do pão e do vinho. Cristo de nenhum modo é sacrificado novamente em cada Comemoração. As Escrituras declaram que Cristo “foi oferecido . . . uma vez para sempre, para levar os pecados de muitos”. (Heb. 9:28; 10:10; Rom. 6:9) o pão não fermentado e o vinho tinto são apenas emblemas para representar o sacrificado corpo literal de Jesus e o sangue literal que ele derramou. Mas quão preciosas são estas realidades! O corpo humano de Jesus, sem pecado, foi entregue para que o mundo da humanidade pudesse ter a oportunidade de viver para sempre. (João 6:51) E seu sangue derramado serve um objetivo duplo: purificar de pecado os homens que exerçam fé nele, e pôr também em vigor o novo pacto entre Deus e a congregação do Israel espiritual, que se compõe dos cristãos ungidos com espírito. (1 João 1:7; 1 Cor. 11:25; Gál. 6:14-16) São essas preciosas provisões que tornam possível que os membros do “pequeno rebanho” sejam declarados justos por Deus, creditando-se-lhes realmente a perfeição humana. (Luc. 12:32) Faz-se isso para que possam ser gerados por espírito santo como filhos de Deus, visando à sua participação com Cristo no Reino celestial dele. Ao participarem dos emblemas comemorativos, cada ano, dando assim testemunho de sua esperança celestial, renova-se e aprofunda-se seu apreço por estarem no “novo pacto” mediado por Cristo. — Heb. 8:6-12.

“IREMOS CONVOSCO”

As “outras ovelhas” discernem como Jeová tem lidado com os seus ungidos e juntam-se a eles, dizendo: “Iremos convosco, pois ouvimos que Deus está convosco.” (Zac. 8:20-23) Não só se reúnem, mas participam juntos na divulgação das boas novas do Reino em toda a terra habitada No entanto, os das “outras ovelhas” não estão incluídos no “novo pacto” com o Israel espiritual, nem estão incluídos no ‘pacto para um reino’ feito por Jesus com esses escolhidos, para compartilharem com ele a vida celestial, e por isso é apropriado que não participem dos emblemas comemorativos. (Luc. 22:20, 29) Mas, ao passo que o “novo pacto” atinge o seu objetivo, o ajuntamento dos últimos membros do “pequeno rebanho” para o Reino celestial, os das “outras ovelhas” dão-se conta de que isto indica que as bênçãos que receberão na terra por meio do Reino estão próximas. Consideram-no um privilégio servir unidos, nos “últimos dias”, com o restante leal dos herdeiros do Reino.