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Textos mal aplicados
Textos mal aplicados

Textos interpretados incorretamente

Este artigo não contém todos os textos bíblicos mal interpretados por grupos religiosos, muitos ainda serão acrescentados ao presente estudo. Mais explicações sobre determinados textos podem ser estudados nas publicações das Testemunhas de Jeová. O Cd-rom WTLibrary possui mecanismo que possibilitam pronto acesso a explicações de textos bíblicos bastando clicar com botão direito do mouse sobre o número do versículo e escolhendo as subentradas dos índices da década de 60 à 90, ou de 91-09. As sugestões que surgirem ao lado dos versículos selecionados levarão a explicações destes textos bíblicos.
Os demais estudos neste site também trazem muitas explicações sobre muitos outros texto e passagens bíblicas.
 
Gênesis 1:2
"Ora, a terra mostrava ser sem forma e vazia, e havia escuridão sobre a superfície da água de profundeza; e a força ativa de Deus movia-se por cima da superfície das águas."
 
Os religiosos acham nesse texto motivos para aceitar que o espírito de Deus mencionado se refere à terceira pessoa da santíssima Trindade.  Não existe, porém, nenhuma maneira de se chegar a essas conclusões baseando-se apenas neste texto.  Nada se diz nele sobre o espírito de Deus ser uma pessoa, e tampouco ser parte de uma trindade.   Assim como o espírito do homem não é uma outra pessoa dentro dele, e sim sua própria essência e força vital que ativa sua consciência, o espírito de Deus é sua própria força essencial imanente que estava em atuação para preparar a Terra para a habitação dos terráqueos.
Alegar que esse texto prova uma trindade é ir muito além do que ele realmente declara.

Gênesis 2: 2-3
"E ao sétimo dia Deus havia acabado sua obra que fizera e passou a repousar no sétimo dia de toda a sua obra que fizera. E Deus passou a abençoar o sétimo dia e a fazê-lo sagrado, porque nele tem repousado de toda a sua obra que Deus criara com o objetivo de [a] fazer."
 
O texto acima não tem sido compreendido corretamente por muitos religiosos, pois é nesse texto que está a realidade da figura do sábado dado na lei mosaica. O verbo hebr.: wai‧yish‧bóth está no imperfeito, o que significa que se refere a uma ação em progressão. Contextos bíblicos tais como Hebreus 4 demonstram que este ainda está ocorrendo, sendo um sábado de milhares de anos. Os motivos pelos quais se deu o sábado semanal na lei eram no sentido de apontar para as realidades celestiais - nas quais muitos devem entrar - e no sentido de apontar para o reino milenar do Cristo sobre a Terra, no qual estamos por entrar.
O sábado semanal era sombra das coisas vindouras que agora estão manifestadas.

Gênesis 2: 7
"E Jeová Deus passou a formar o homem do pó do solo e a soprar nas suas narinas o fôlego de vida, e o homem veio a ser uma alma vivente."
 
A maioria das religiões da cristandade aceita essa passagem como se referindo à criação de uma alma imaterial dentro do corpo do homem, porém o que temos aqui é na realidade uma declaração clara de que a alma é resultado de uma combinação entre energia de vida sustentada pela respiração, mais um corpo onde se dá esta operação e combustão.  A alma é a virtualização das informações armazenadas no cérebro que são mantidas em operação pela reposição energética vinda da oxigenação, funcionado em conjunto com outros mecanismos físicos corporais.
A alma é como a luz, que é resultado de energia vinda pelos fios em contato com a lâmpada.
A lâmpada sendo o "corpo" e a energia sendo o "espirito" ou "folego", que juntos resultam na alma "luz".
O texto diz que o homem veio a ser, e não que veio a ter, uma alma vivente.
Exemplo: Se passo a ser um médico, ao morrer, o médico continua a viver? Não! Pois ao me formar passei a ser um médico, eu não passei a ter um médico.
Temos aqui uma clara e evidente afirmação de que não temos uma alma, mas sim que somos uma alma enquanto vida consciente.

Gênesis 3:16
"À mulher ele disse: “Aumentarei grandemente a dor da tua gravidez; em dores de parto darás à luz filhos, e terás desejo ardente de teu esposo, e ele te dominará.”
 
Disseram-me que alguns religiosos usam esse texto para se opor ao parto cesariano.
Acreditem se quiserem, mas até mesmo isso eles conseguem conceber.

Bem, primeiramente esse texto não indica que Deus intenciona que seja doloroso para mulher dar à luz filhos, e sim que, devido ao desvio dos propósitos de Deus e ao pecado ter entrando na raça humana, as consequências seriam ela dar à luz os seus filhos em meio a fortes dores, isso seria uma consequência em razão da permissão de Deus.
As Escrituras não dizem que a mulher não sentiria nenhuma dor ao dar à luz mesmo tendo sido obediente, e sim que, por causa de seu erro, sua dor seria grandemente aumentada.   Isso é tão somente lógico. Ao analisarmos que o pecado mudou a capacidade do corpo humano de reagir aos estímulos da dor.
Não era da vontade de Deus que algum dano ocorresse ao ser humano, e sim que, em qualquer tipo de dano que porventura o ser humano sofresse, seu próprio organismo e sistema imunológico agissem para trazer o equilíbrio e o restabelecimento de quaisquer tipos de anomalias.
Certamente que os níveis de endorfina sendo enviadas na corrente sanguínea da mãe neste momento seriam muito maiores do que os atuais caso o pecado não houvesse trazido o desiquilíbrio bioquímico.
Igualmente, não podemos saber se num estado de perfeição, os processos, mecanismos e tempo seriam os mesmos no que diz respeito ao momento da nascimento.  Nunca uma mulher imaculada deu à luz filhos.

O fato é que as dores podem igualmente estar relacionadas à dor mental ou sofrimento resultante das condições nas quais estes filhos viriam ao mundo, expostos a condições e situações ameaçadoras, trazendo aflição e preocupações que na vida edênica jamais ocorreriam.

Deus falava dos resultados do desvio de suas normas e das consequências do pecado, e não da sua vontade e propósitos para com o ser humano.  Nunca foi da vontade de Deus afligir os humanos com dores.

O texto não serve para alegar que um parto cesariano seja errado, pois Deus deu ao ser humano a capacidade de criar métodos paliativos que visam inibir a dor; não fosse assim, o próprio Jesus não teria dito que "os doentes precisam de médico", sendo um de seus discípulos, Lucas, um médico.   
Mateus 9:12   Lucas 4:23  Colossenses 4:14

Gênesis 3:22
"E Jeová Deus prosseguiu, dizendo: “Eis que o homem se tem tornado como um de nós, sabendo o que é bom e o que é mau, e agora, a fim de que não estenda a sua mão e tome realmente também [do fruto] da árvore da vida, e coma, e viva por tempo indefinido.” 
 
Os teólogos e outros pensadores religiosos têm visto nesse texto uma declaração de que A Deidade é um Deus composto de múltiplas personalidades, pois diz: "Se tornado como um de nós."
Nada no texto indica essa ideia, mas evidentemente temos aqui uma declaração na qual Jeová revela que outros igualmente tinham a noção do que era bom e do que era mau. O que significava isso?
Significava apenas que tanto ele e seu Filho, como também os anjos, tinham a capacidade de escolhas, vindo a determinar por si mesmos quais seriam suas decisões e escolhas.  Saber o que é bom ou mau não significa aqui nesse contexto que o homem desconhecia os resultados ruins de comer da árvore, pois, caso fosse assim, não haveria motivos pelos quais Deus os advertisse dos resultados. O homem certamente conheceu a morte por observação, pois, no Éden, passou muito tempo sozinho dando nomes aos animais; e como esses mesmos animais não compartilhavam da dádiva de vida eterna, alguns morriam e se tornavam exemplos para Adão do que significava a morte.  Tanto O Pai como o Filho, que aprendeu do Pai, eram cônscios dos resultados das escolha erradas, de modo que entendiam o que significaria escolher o mau; entendiam os dois lados.  Ao homem tomar a decisão de ser autônomo, se tornou como o Pai e o Filho e seus anjos fiéis, que determinaram para si mesmo o que era bom e mau.
Atualmente todos nós também podemos nos tornar como um deles, determinado para nós mesmo o que é bom e o que é mau.

Gênesis 6:2
"Então os filhos do [verdadeiro] Deus começaram a notar as filhas dos homens, que elas eram bem-parecidas; e foram tomar para si esposas, a saber, todas as que escolheram."
 
Existem variadas interpretações sobre a identidade dos "filhos de Deus" do texto de Gênesis 6:2.  Uns creem se tratar de nobres reis do passado, outros aceitam serem descendentes da linhagem de Sete, e ainda há os que creem tratar-se de seres celestiais angélicos que desceram à Terra e uniram-se a mulheres humanas numa relação não autorizada por Deus.   A expressão sempre é encontrada nas Escrituras referindo-se a filhos espirituais de Deus, os anjos, e a tradição Judaica antiga, a Septuaginta bem como o historiador Josefo e outras fontes judaicas apoiam esta conclusão.  Os motivos de alguns negarem a possibilidade de poder ser uma referência a anjos está unicamente no fato de que anjos, segundo diz Lucas 20:34-36, não se casam.
Respondendo esta objeção podemos dizer que de fato não existe no céu entre os anjos nenhum tipo de reprodução sexual ou casamento, até porque não foram criados com este propósito. Mas não terem sido criados com este propósito não significa que não pudessem de forma desobediente usar seus poderes de materialização para ir após a carne para uso desnatural. Lembremos também que Deus não criou anjos para ficarem hospedados em casas humanas e nem tampouco comer carne assada e beber das mãos dos homens, mas isso tudo aconteceu.
Gênesis 18:6-8  19:1-3  Hebreus 13:2
Ademais, as Escrituras são claras em mencionar que isso foi um abandono de sua moradia correta e que suas ações foram fornicação, conforme se diz em Judas 6-7.  Leia também 1 Pedro 3:19-20 e 2 Pedro 2:4-5.
Observou nos textos acima a associação desses anjos desobedientes e os dias de Noé?

A mesma expressão se acha em vários outros textos da Bíblia como em Jó, e sempre se referem aos anjos.
Note que quem escreveu o livro de Gênesis e de Jó foi o mesmo homem. Certamente as expressões utilizadas por ele se referiam aos mesmos filhos de Deus.
Jó 1:6  2:1  38:7
Observe também que aceitar Jesus e crer em seu sacrifício torna possível se tornar filho de Deus, sendo que isso evidencia que, desde a Queda de Adão, ninguém pode por direito ser chamado filho de Deus.
Portanto os filhos de Deus de Gênesis 6 não se referia a seres humanos, mas a anjos.
João 1:12    1 João 3:1
Assim aceitamos o que diz a Palavra de Deus, e não opiniões humanas.

Gênesis 18:2-3,22
"Ao levantar os seus olhos, olhou e eis que havia três homens parados a certa distância dele. Quando os avistou, começou a correr ao encontro deles, desde a entrada da tenda, e passou a curvar-se para a terra. Disse então: “Jeová, se eu tiver agora achado favor aos teus olhos, por favor, não passes por teu servo. .....Neste ponto, os homens viraram-se ali e seguiram caminho para Sodoma; mas, quanto a Jeová, ainda estava parado diante de Abraão."
 
Esse é um dos textos que os trinitários utilizam para tentar provar que Jesus é Jeová, pois, segundo consta no texto, um dos três anjos é chamado de Jeová, o qual acredita-se ser Jesus na sua forma de vida pré-humana.
Estes três anjos comeram e beberam da refeição provida por Abraão. Já imaginou Deus comendo das mãos de homens?   Concordamos que se trata de Jesus ou Miguel em sua vida pré-humana, mas nada no texto implica que ele deva ser chamado de Jeová; nada no sentido de que temos de crer que ele é Deus, o Pai, ou de que Jeová é um nome compartilhado por três pessoas numa deidade.  Pode-se ver que no capítulo 19, versículo 1, dois anjos chegaram até Sodoma e Gomorra e em seguida, no verso 18, um destes anjos é chamado de Jeová, mas não é o mesmo anjo que estava com Abraão, o qual também foi chamado de Jeová. Logo em seguida, no verso 24, se diz que Jeová fez descer fogo da parte de Jeová desde os céus. Assim temos aqui três seres chamados de Jeová, dois anjos na Terra e um outro Ser no céu.  Será que a interpretação correta é a de que existiam três Jeovás?
Obviamente que não! O texto simplesmente demonstra que tais anjos atuavam em nome de Jeová, que estava no Céu, ao passo que seus representantes na Terra estavam munidos de autoridade delegada para atuar e representar Seu nome.  Deus nunca foi visto por humanos, nem tampouco comeria Deus carne assada, pão e leite.
Deuteronômio 6:4 diz que Jeová é um e não três e nem dois.

Gênesis 19:24
"Jeová fez então chover enxofre e fogo sobre Sodoma e sobre Gomorra, da parte de Jeová, desde os céus".
 
O texto tem sido usado na Tradução do Novo Mundo pelos religiosos para tentar alegar que existem dois Jeovás, um na Terra e outro no Céu da parte de Quem sai o fogo.
Iniciamos dizendo que isso é uma declaração que esbarra diretamente na confissão de fé judaica e cristã.
“Escuta, ó Israel: Jeová, nosso Deus, é um só Jeová"  Deuteronômio 6:4
Um só Jeová não abre margem para interpretar que haja dois. Isso é heresia de supostos estudiosos que declaram informações deturpadas e absurdas, tais como essas, de que existem dois Jeovás.

O texto está na verdade falando de uma ação de Jeová, na qual ele inicia uma ação pelos seus próprios agentes designados.  Uma construção similar se encontra no hebraico original em 1 Reis 8:1.
 
"Naquele tempo Salomão passou a congregar os anciãos de Israel, todos os cabeças das tribos, os maiorais dos pais, dos filhos de Israel, ao Rei Salomão em Jerusalém"
 
Será que, baseado neste texto, diria que existiam dois reis chamados de Salomão?
Se na sua Bíblia não consta duas vezes o nome Salomão é porque está na hora de você perceber que traduções tendenciosas omitem certas particularidades. Clique aqui.
 
Uma explicação mais detalhada deste texto pode ser encontrada no link abaixo:
 
Depois de abrir a página, aperte as teclas Ctrl+F para abrir o recurso "buscar", e digite na caixa: 
QUEM É JEOVÁ?
 
Este texto não fala de dois Jeovás, mas sim de um único Deus, que age através de seus agentes e realiza seus propósitos por meio destes.

Gênesis 35:18
"E o resultado foi que, enquanto a sua alma partia (porque estava morrendo), ela chamou-o pelo nome de Ben-Oni; mas o seu pai chamou-o de Benjamim."
 
Muitos usam esse texto para defender a crença de que os humanos têm uma alma imaterial, que se desprende do corpo físico por ocasião da morte. O texto, porém, não diz isso e nem pode ser usado como prova desta crença, uma vez que ele meramente diz que a alma ou vida consciente de Raquel estava partindo, uma expressão que significa: estava morrendo. Quando uma pessoa ou animal morre, as forças vitais que energizam as células começam a desaparecer.
A consciência é a manifestação da vida humana e na inconsciência existe a morte. A morte é mais do que cessação de funções vitais do corpo, sendo que um corpo pode ser mantido vivo por meio de mecanismos mesmo quando a morte cerebral já é um fato.  Podemos comparar a um computador não formatado, o qual liga e emite luz em sua tela, mas não possui nenhum sistema operacional.   Raquel estava perdendo sua consciência e por isso estava morrendo ou deixando de existir.  Por fim, esta consciência partiu ou deixou seu corpo, vindo ele a ser apenas uma receptáculo sem alma ou sem vida.
Em hipótese alguma serve tal texto para provar a vida após a morte.
As Escrituras são claras em afirmar: "Os mortos, porém, não estão cônscios de absolutamente nada
Eclesiastes 9:5
 
Êxodo 3:14
"Então disse Deus a Moisés: “MOSTRAREI SER O QUE EU MOSTRAR SER.” E acrescentou: “Isto é o que deves dizer aos filhos de Israel: ‘MOSTRAREI SER enviou-me a vós.’”
 
Esse é um dos textos que os trinitários usam para ligar à declaração de Jesus em João 8:58.
Obviamente que para quem entende da língua hebraica não será difícil ver que este texto não tem nenhuma ligação com o texto de João 8:58.  Jesus não disse: Mostrarei ser quem ou o que eu mostrar ser".
Jesus talvez tenha dito; "Ani-hu" que significa "sou eu" ou até mesmo 'eu tenho sido".
Tentar fazer ligação entre as palavras de Jesus com esta declaração de Deus é fugir das corretas interpretações bíblicas.  Embora a tradução de João Ferreira de Almeida e outras tragam a tradução: "Eu sou o que sou", essa tradução está incorreta e não expressa corretamente o significado da expressão dada por Deus em Êxodo 3:14

A forma "ego eimi ho on", encontrada na Septuaginta em Êxodo 3:14, é mera tradução do Hebraico e igualmente não fornece nenhuma ligação com o texto de João 8:58, cuja construção igualmente difere da encontrada na Septuaginta.
Enfim, não se podem usar estas declarações para combiná-las ou fazer referência como sendo uma fórmula de auto- revelação de Deus, supostamente usada por Jesus para reivindicar Sua deidade como sendo natural.
 
 

Êxodo 20: 4,5
"Não deves fazer para ti imagem esculpida, nem semelhança de algo que há nos céus em cima, ou do que há na terra embaixo, ou do que há nas águas abaixo da terra. 5 Não te deves curvar diante delas, nem ser induzido a servi-las.."
 
Alguns grupos religiosos usam esse texto para alegar que toda e qualquer escultura produzida pelos homens é abominável e não deve ser produzida, sendo vista como idolatria.
Na verdade, o contexto esclarece as bases da proibição: o uso incorreto da imagem.
Algumas pessoas adoravam a Lua, Deus destruiria a Lua por causa disso? Claro que não.
Assim, não é o objeto em si que é um ídolo, pois, como Paulo disse, "o ídolo nada é no mundo, e que não há Deus senão um só"...  Porém, algumas pessoas fazem de objetos o foco de sua veneração e até mesmo adoração.
É este tipo de atitude que Deus condena.  Atribuir a imagens e objetos a importância que deve ser dada apenas a Deus. Houve uma ocasião em que Deus mandou Moisés fazer uma serpente de cobre, que seria posta em uma haste onde todos os afligidos por serpentes no deserto receberiam cura imediata do veneno mostífero apenas olhando para a imagem da serpente após ter sido picado.  Era para ela ser objeto de adoração? Claro que não.
Aquela imagem era figura do Cristo, que mais tarde fora revelado aos cristãos.
Pois assim como por meio de uma serpente entrou a morte no corpo humano, da mesma forma por meio de outra serpente, por assim dizer, viria a cura da morte.  Ela representava realidades celestiais, sendo apenas uma sombra do Cristo.
Mas, após algum tempo, os Israelitas passaram a venerar aquele imagem, Deus então mandou que se destruísse a serpente protegendo o povo da idolatria. Esta se tornou símbolo de cura até os dias de hoje.

serpente 

O bom uso de esculturas e imagens pode muito bem ser feito desde que sejam tomados os devidos cuidados quanto à idolatria.

Quando Deus deu para Salomão as especificações de como deveria ser feita a construção do templo, ele definiu que em certos setores desse templo deveriam ser feitas muitas imagens, até mesmo de anjos, além de outras, as quais serviriam de figura das realidades celestiais.  Todas elas foram meticulosamente feitas sob a influência do poder Deus na destreza de técnicas sincronizadas pelo espírito santo.

Nenhuma delas era para servir de ídolo ou de objeto de veneração. Elas serviam para que fossem observadas e fossem compreendidas no sentido de que eram o mais próximo que aqueles israelitas poderiam compreender da esfera celestial, de onde Deus tudo observa.
As belas obras de arte não podem ser consideradas como abomináveis.
 
 
 
Quem não fica assombrado com a beleza e destreza da produção feita por Michelangelo, a "Pietá"?
 
la pieta 
 
Obviamente, porém, que existe um abismo entre observar e estudar a complexidade e beleza de uma obra de arte feita em mármore e cair no erro da idolatria.
 
Clique na imagem para ampliar.
 
 
 
Êxodo 31: 16,17
"E os filhos de Israel têm de guardar o sábado, a fim de celebrar o sábado nas suas gerações. É um pacto por tempo indefinido."
 
Texto usado por Adventistas e Judeus para alegar que a guarda do sábado semanal, do pôr do sol de sexta-feira ao outro pôr do sol de sábado, deve ser guardado como dia de descanso e dedicação a Deus.
Primeiramente destacamos que de fato esta era uma lei estritamente Judaica, e não houve nenhuma guarda do sábado por parte de Abraão, Isaque e Jacó. Nem antes dele houve algum servo de Deus que fez do sábado um dia de descanso e cessação de obras.  Somente os tendenciosas sabatístas dizem o contrário e sem provas.
Observe nos versos 12 ao 17, do capítulo 31, que se diz que é uma lei não para todo mundo, e sim para o povo de Israel.   Deuteronômio 5:3 e 15 mostra que a guarda do sábado foi imposta após o êxodo do Egito, sendo tanto esta observância, bem como outras leis, estabelecidas com os judeus em Sinai.
Embora a versão Almeida traga a tradução: "Entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre", a tradução correta da palavra hebraica ʽoh‧lám é "tempo sem definição" ou "indefinido", expressando algo que pode ou não ser eterno.
A mesma palavra foi usada com relação ao sacerdócio aarônico, e este já não mais existe; cristãos hoje não comemoram a páscoa do modo judaico, embora a palavra também esteja relacionada à páscoa.
Êxodo 12:14  40:15   Hebreus 7:11-24; 10:1.
Visto que tanto o sábado como outras leis estabelecidas eram parte da lei dada a Israel, e não aos Cristãos, nós não estamos debaixo da obrigação de guardá-las sob pena de morte, pois Cristo já aboliu a condenação imposta pela Lei mosaica por meio de seu sacrifício.  Será que com isso a lei se tornou ineficaz?  Óbvio que não, pois Cristo veio trazer a finalidade (télos) da lei, a saber, as realidades das quais ela era sombra ou a qual prefigurava.
Tanto a páscoa, como o sacerdócio, o sábado e outras leis, se revestiram de seu verdadeiro caráter espiritual dando lugar às realidades celestiais, despindo-se de sua natureza temporária e terrena. Assim, atualmente a nossa páscoa é o Cristo, que já foi imolado, nosso sacerdócio é a igreja de Jesus e nosso sábado é o descanso de Deus, o qual está em andamento desde os dias de Adão, e neste entramos pela fé em Jesus ao cessar nossos empenhos pessoais e egoístas descansando na promessa de Deus a qual em breve se realizará, quando toda a criação será liberta da escravização ao pecado.    A lei é perfeita e divina, mas sua aplicação atual difere da aceita tanto por Adventistas como por Judeus.   No entanto, ninguém pode ser condenado por guardar um sábado semanal ou não, desde que com isso não se aceite que este será o meio de salvação imposto por Deus.   Colossenses 2:16   Romanos 14:5-9
 
Para entender mais sobre este assunto, acesse:
 
 
Deuteronômio 6: 4
“Escuta, ó Israel: Jeová, nosso Deus, é um só Jeová."
 
Esse texto têm sido usado por muitos religiosos para tentar fazer-nos crer que Jeová é um Deus pluralizado ou composto de várias pessoas. Uma unidade composta. Entre muitos dos professores da crença na trindade, muitos alegam que a palavra "um", ehhad, em hebraico, significa uma palavra que expressa uma unidade composta como um cacho de banana que embora sendo um cacho, é composto de várias bananas. No texto hebraico a palavra ehhad de forma alguma tem modificativos para o plural e tampouco deve ser entendida como significando uma unidade composta, mas sim esta unidade do qual se fala é diferente dos demais.
Como existiam muitos deuses entre os povos que rodeavam Israel, sendo um destes Baal, os quais tinham seu Baal padroeiro em cada região fazendo do deus Baal um deus pluralizado, Moisés veio declarando ao povo que Jeová não era um Deus pluralizado, e sim que entre estes deuses pluralizados Jeová era UM.
O texto jamais pretendeu diluir o monoteísmo ou sugerir uma deidade composta.
 
Ehhad é um numeral, e não um adjetivo denotando união. O texto claramente significa que Deus Jeová é uma só personagem e não duas ou três.  Zacarias 14:9 mostra que em nossos dias se ficaria estabelecido que seu nome e ele mesmo são apenas um. Deus é o Pai e seu nome é Jeová.  1 Corintios 8:6  Salmo 83:18
 
Marcos 12:29 traz as palavras do próprio Jesus ao Declarar que o Deus deles era um só. Ora, Jesus disse em suas próprias palavras: "Jeová NOSSO DEUS é um só." Será que Jesus estava falando de si mesmo ou incluindo-se nesta deidade que era uma só?  Só um mentiroso diria que sim, pois na verdade as palavras de Jesus deixam claro sua subordinação a este Deus ao qual ele mesmo conhecia, adorava e reconhecia como uma pessoa.  João 4:22
 
A tradução das Escrituras Gregas Cristãs para o hebraico de Isaac Salkinson e C. D. Ginsburg, Londres, traz, no texto de 1 Coríntios 8:6: "’Elo‧hím ’e‧hhádh", com relação ao Pai e tão somente a ele, e assim também o faz a tradução das Escrituras Gregas Cristãs, hebr., das United Bible Societies (Sociedades Bíblicas Unidas), Jerusalém, 1979.
Vemos que O Pai é um só (ehhádh), e não que existem dois ou três que são uma só deidade, isso é heresia.
 
Existem muitas ocorrências desta palavra onde claramente se nota a natureza singular das coisas mencionadas e nunca significando mais de uma ou significando unidade composta.
 
Mais sobre isso se pode ver neste estudo: 
 
 
 
Deuteronômio 22:5
“Não se deve pôr vestimenta de varão vigoroso em mulher, nem deve o varão vigoroso usar capa de mulher; porque todo aquele que faz tais coisas é algo detestável para Jeová, teu Deus".
 
Texto muito usado nos primórdios do pentecostalismo para alegar que uma mulher não poderia usar roupas tais como calça ou bermudas, que, na opinião dos promotores desta interpretação, era roupa de homem.
Os mais veteranos das igrejas evangélicas viram ocorrer mudanças significativas nesse ponto de vista, sendo encarado hoje por alguns como meninices da época, mas ainda defendida e propagada por algumas denominações.
Houve épocas em que uma mulher estar vestida com uma calça era considerado pelos pentecostais como uma aberração e afronta contra Deus, sendo tal pessoa considerada digna da condenação ao inferno, o qual muitos pregavam ter sido lugar de origem da calça feminina. Hoje em dia a maioria das igrejas evangélicas não apenas permite que as mulheres usem também calça como também possam se maquiar e possuir aparelhos tecnológicos tais como computadores, televisores e rádios, o que no passado eram encarados como diabólicos.
 
Bem, o erro na interpretação que davam a isso, perpetuado ainda por algumas igrejinhas, se dá pelo fato de não compreenderem que esta ordem foi dada visando a proteger os Israelitas de práticas homossexuais, evitando o transformismo com fins claramente prejudiciais. Isso impediria o desvio de comportamento que as nações ao redor já  tinham como regra.  Existe hoje uma grande desobediência no que diz respeito a isso entre certos grupos que promovem práticas que as Escrituras desaprovam.

leo aquila 
O que será que Deus estava tentando evitar com este mandamento:
 
Um transformista nem sempre usa suas transformações para uso pecaminoso, sendo muitas vezes apenas uma forma de ganhar a vida por meio de shows e eventos.   Mas caberia perguntar: Será que esse tipo de trabalho e as transformações que fazem não poderia induzir outras pessoas a comportamentos homossexuais?
 
Deus deixou claro seu ponto de vista sobre o assunto:
 
 
"Nenhum homem deverá ter relações com outro homem; Deus detesta isso."
 NTLH
“‘E não te deves deitar com um macho assim como te deitas com uma mulher. É algo detestável."   Novo Mundo
Levítico 18:22 
 
“e, igualmente, até os varões abandonaram o uso natural da fêmea e ficaram violentamente inflamados na sua concupiscência de uns para com os outros, machos com machos, praticando o que é obsceno e recebendo em si mesmos a plena recompensa, que se devia ao seu erro.”   Romanos 1:27
 
 
Vemos assim que Deus deu este mandamento de Deuteronômio 22:5 para que se evitasse inclinações homossexuais, perversões e desvios nos papéis entre homem e mulher.
 
Hoje, quando se vai a uma loja de roupas, temos tanto o setor feminino como setor masculino, de modo que só irá vestir roupa de homem a mulher ou o homem que decididamente optar por um corte ou uma costura destinada ao sexo oposto.    Eu poderia acrescentar mais um trecho atualmente nas palavras das Escrituras, não de forma profana, mas para auxiliar alguns pais e mães cegos quanto a questões atuais.
 
"Não se deve por vestimentas imodestas em vossos filhos e filhas, com a finalidade de imitar as pessoas das nações."
 
É incrível como há pais e mães que praticamente prostituem seus filhos através do tipo de roupas com que as vestem.  Lembrem que  o principio de Deuteronômio 22:5 para se evitar despertar paixões infames serve igualmente para adolescentes e para crianças.
 
 
"Diga não à erotização infantil"



 
Eclesiastes 3: 1-2
"Para tudo há um tempo determinado, sim, há um tempo para todo assunto debaixo dos céus: 2 tempo para nascer e tempo para morrer; tempo para plantar e tempo para desarraigar o que se plantou."
 
Baseando-se nesse texto, alguns religiosos ensinam que Deus predeterminou todos os eventos que ocorreram e que ainda ocorrerão no universo. Tudo que acontecerá está inevitavelmente destinado a suceder segundo a predeterminação de Deus, não havendo nada que possamos fazer para mudar isso.
Desta crença é que vêm as frases: "Ninguém morre antes do tempo" ou, "Ele morreu porque era sua hora".
Segundo esta visão, Deus, desde a eternidade ou desde o nascimento de uma pessoa, determinou quando ele iria morrer e isso não pode ser mudado, mesmo que tal pessoa deseje isso.

O texto não ensina isso; na verdade, o que o texto quer dizer é que os eventos que ocorrem na Terra estão longe do controle dos seres humanos e que esses eventos ocorreram segundo as circunstâncias que conduzem a determinado fim.  Exemplo: Eu jogo uma pedra para o alto e ela sobe, mas existe um momento em que ela vai descer; isso não foi determinado; ocorre porque as circunstâncias naturais levarão a este resultado.
Uma pessoa tem relações com sua esposa e o óvulo é fecundado, fazendo com passe a existir um tempo para nascer.  Este indivíduo que nasceu esta debaixo da condenação ao pecado, de modo que existe dentro de sua existência a realidade inevitável de que irá morrer e este tempo chegará independente de ter sido predeterminado.
Ele pode ser acelerado ou retardado, mas jamais evitado.  Textos tais como o de Eclesiastes 7:17 apenas mostram que uma pessoa pode morrer prematuramente se não agir com prudência, mostrando que a morte pode ser retardada, embora não evitada pelos humanos.  Isso não significa, porém, que Deus não possa determinar a morte de alguém se ele assim desejar.  Jesus, segundo se indica, tinha um tempo exato para quando deveria morrer, não podendo ser nem um dia antes e nem um dia depois.  João 7:30
Desejar encarar o tempo como sendo uma corrente de eventos predefinidos e inexoravelmente destinados é extrapolar os limites da exegese bíblica e descambar para a mentira e deturpação.

Eclesiastes 9: 5-6
"Pois os viventes estão cônscios de que morrerão; os mortos, porém, não estão cônscios de absolutamente nada, nem têm mais salário, porque a recordação deles foi esquecida. Também seu amor, e seu ódio, e seu ciúme já pereceram, e por tempo indefinido eles não têm mais parte em nada do que se tem de fazer debaixo do sol."
 
Esse texto tem sido interpretado como um declaração de que as atividades dos vivos cessam apenas debaixo do sol, ou seja, na Terra, mas que continuam após a morte em outra esfera.
Longe de ensinar uma heresia dessas, as palavras de Eclesiastes, que fazem parte de toda a escritura inspirada por Deus e proveitosa, transmitem o verdadeiro significado e resultado da morte. A inconsciência da alma.
A declaração inicia por dizer que os vivos naturalmente estão cientes de que morrerão, mas que, depois de mortos, não estão cientes de mais nada. Nada não significa "algumas coisas", mas nada mesmo.
Eles não têm mais salário, pois, já que as Escrituras dizem que o salário do pecado é a morte, como teriam alguma punição posterior à morte? A recordação deles foi esquecida, de modo que nenhuma memória pode ser invocada pelos mortos, e os que estão neste estado, se estivessem conscientes, certamente seriam os que mais louvariam a Deus mas as Escrituras dizem em Isaías 38:18-19.
 
"Pois não é o Seol que te pode elogiar; a própria morte não te pode louvar.
Os que descem ao poço não podem olhar esperançosamente para a tua veracidade.
O vivente, o vivente, é ele quem te pode elogiar,
Assim como eu posso neste dia.
O pai mesmo pode dar conhecimento aos seus próprios filhos a respeito da tua veracidade".

Quando Ezequias escreveu estas palavras, as quais Isaías assentou por escrito e seu livro, ele deixou claro que os vivos iguais ele, sim, poderiam louvar, elogiar e olhar esperançosos para Deus, mas os mortos, os que jazem no Seol não podiam.   Certamente, se depois de mortos, os servos de Deus estivessem ainda vivos e louvando em consciência a Deus, eles poderiam exercer essas atividades que Ezequias e Isaías dizem não serem possíveis aos mortos.
Junto deles temos Salomão, um dos maiores sábios da antiguidade, o qual disse que atividades ligadas à atividade consciente, tais como amor, ódio, ciúme haviam perecido; e, por tempo indefinido, não teriam mais parte em nada debaixo do sol.  Apesar de alguns mencionarem que a expressão "debaixo do sol" significa na esfera terrena, o texto na verdade significa a esfera dentro da existência natural e observável do ser humano.
Ademais, Salomão escreve que no Seol não existem estas mesmas atividades, tais como: trabalho, nem planejamento, nem conhecimento, nem sabedoria, todas elas resultado de vida consciente. Eclesiastes 9:10
Por isso mesmo que ele declara: "Tudo o que a tua mão achar para fazer, faze-o com o próprio poder que tens".
Era como ele estar dizendo: "Se tens algo para fazer, faça enquanto está vivo, pois depois de morto já era".

Ele diz que no Seol cessam todas essas atividades. E o que é o Seol? Ora, Salomão estava falando da morte, de modo que Seol se refere a um "lugar" para onde todos os mortos vão. Onde ele está? Na terra, debaixo do Sol, e é deste lugar que Deus irá retirar muitos destes mortos.  Por isso que, em vez de "para sempre", a tradução correta - "por tempo indefinido" - define bem o porquê dessas atividades não poderem ser exercidas, pois, para que elas tornem a ser exercidas, é necessário que Deus ressuscite a tais pessoas do Seol, dando-lhes novamente a vida consciente.

Desse modo, existe sim vida após a morte, mas após a morte não significa "na morte", após a morte é quando for deixado o estado de morto e for recebido o estado de vivo - após a ressurreição.  Salmo 6:5

Para ver mais refutações a heresias dessa categoria, acessem:
 
 
 
 
 
 
Eclesiastes 12:7
Então o pó retorna à terra, assim como veio a ser, e o próprio espírito retorna ao [verdadeiro] Deus que o deu.
 
O texto de Eclesiastes 12:7 tem sido usado para ensinar os membros de algumas religiões de que Deus nos recebe nos céus imediatamente após a morte, sendo que este espírito, segundo essa visão, é nosso corpo espiritual, consciente que continua vivo depois da morte do corpo físico e desprendimento do mesmo.

Observe que aqui no texto se fala de um retorno dos elementos que constituem o homem às suas origens.
O pó volta a terra do qual veio a existir, e o espírito volta Àquele o qual o soprou no ser humano.
Nada indica uma existência consciente dos humanos após a morte do corpo.

Será que, quando Deus soprou nas narinas do homem no Éden, ele estava soprando uma pessoa para dentro do corpo de Adão?
Certamente que não! Ele estava transmitindo a vida que manteria funcionando o corpo humano, de modo que o espírito retornar a Deus após a morte do corpo significa que qualquer possibilidade de este organismo voltar a viver dependeria da vontade de Deus de inserir novamente este espírito no corpo restaurado.
Isso significa uma ressurreição.
Quem insistir que o espírito nos humanos é uma parte imaterial que sobrevive fora do corpo, precisará responder a questão de quando este corpo imaterial é inserido no corpo dos humanos que nascem.
Pois se Deus ao criar Adão e soprar o espírito em suas narinas significava inserir um corpo imaterial, então pela mesma lógica este corpo imaterial ou é transmitido via DNA ou então Deus o cria no momento da concepção e o coloca dentro do corpo físico.
Porém, pregar que Deus cria e coloca o espírito no corpo por ocasião da fecundação ovular, faz com que parte de nós seja perfeita, uma vez que Deus não cria nada imperfeito.  E isso é heresia pois somos imperfeitos.
A conclusão que chegamos é que espírito se refere a energia de vida que vem da oxigenação a qual é transmitida de mãe para filho, sendo vida gerando outra vida. Não uma parte imaterial que vive fora do corpo, mas a força que atua no corpo e o mantêm vivo.

Isaías 3: 18:23
"Naquele dia Jeová tirará a beleza das manilhas, e as fitas para a cabeça, e os ornamentos em forma de lua, os pingentes, e os braceletes, e os véus,  as coberturas para a cabeça, e as correntinhas para os passos, e as faixas para o busto, e as ‘casas da alma’, e as ornamentais conchas zunzunantes, os anéis, e as argolas para as narinas, os trajes de gala, e as sobrevestes, e as mantas, e as bolsas, e os espelhos de mão, e as peças de roupa interior, e os turbantes, e os véus largos".
 
Texto que foi muito usado por Evangélicos Pentecostais; atualmente, nem tanto pelo aumento do esclarecimento, para alegar que nenhuma mulher ou homem fiel a Deus poderia fazer uso de jóias, enfeites e acessórios citados no texto acima, pois eram coisas que Deus estava tirando de entre o seu povo.

O texto não está de forma alguma proibindo o uso destes enfeites e acessórios, e sim declarando que eles eram usados pelo povo de Deus e que, devido a uma atitude de arrogância e soberba, Deus os retiraria de seu povo.
Disso já se pode ver que não eram os acessórios em si que eram errados, mas sim os objetivos pelos quais faziam uso deles.  Ademais, esta expressão é simbólica e diz respeito à posição privilegiada em que Deus havia colocado Israel. Este, devido à sua imponente posição na qual Deus o havia colocado, aproveitou-se de sua pompa e começou a fazer alianças com povos pagãos e assim agiu com soberba.
Podemos ver que estes mesmo enfeites e jóias, que representavam dotes e bens, bem como uma posição régia e de favor, foram colocadas sobre estes pelo próprio Deus. 
Leia Ezequiel 16:1-14. Você poderá observar que Deus faz uma encenação de como se deu a sua união com Jerusalém e de como ela veio a entrar num pacto com ele e posteriormente vindo a ser enfeitada com muitas jóias, roupa luxuosa, dando-lhe do melhor alimento.   Vemos aqui, no texto de Ezequiel, que todas as jóias, que representavam bens, dotes e posição de favor, foram dadas por Deus à nação, e que posteriormente, devido à sua arrogância e a utilização profana desta posição (16:15-27), Deus as retiraria como foi dito em Isaías.
Isso se cumpriu quando Jerusalém por fim caiu diante de Babilônia sendo levada cativa por permissão de Deus.

Assim, meus amados, o texto de Isaías está longe de proibir o uso correto e modesto de jóias e enfeites.
 
Leiam mais:
 
 
Isaías 14: 12-14
“Como caíste do céu, ó tu brilhante, filho da alva! Como foste cortado rente à terra, tu que prostravas as nações! 
No que se refere a ti, disseste no teu coração: ‘Subirei aos céus. Enaltecerei o meu trono acima das estrelas de Deus e assentar-me-ei no monte de reunião, nas partes mais remotas do norte. Subirei acima dos altos das nuvens; assemelhar-me-ei ao Altíssimo.’'

Texto usado para ensinar que o nome do anjo rebelde é Lúcifer e que ele desejou subir ao Céu para ser igual a Deus.

Primeiramente vamos destacar que o texto é uma expressão proverbial ou parábola ao rei de Babilônia. Isaías 14:3-4  Satanás, embora tenha exercido influência sobre Babilônia, não era o alvo da expressão proverbial até porque todo o contexto mostra que se fala no texto de um humano, orgulhoso, que era Rei e que iria morrer e ir para o Seol.
Não existe uma passagem sequer que diga que Satanás irá para o Seol ou Hades, nenhuma passagem.

As palavras de Isaías são endereçadas ao Rei de Babilônia que desejava se posicionar acima das Estrelas de Deus, os reis designados por Deus que governavam em Jerusalém. Números 24:17.
Subir aos céus era uma referência à supremacia e ao governo mundial debaixo do qual todos estariam, o qual era originalmente o propósito de Babilônia, propósito este que ela não havia abandonado. Gênesis 11:1-9
Aliás, Deus permitiu que Babilônia alcançasse esta posição.  Daniel 2 36-38
Mas depois, como havia dito, derrubou a potência mundial de sua posição e a enterrou para sempre.
Jeremias 50:23-24  51:36-50
Ademais, Satanás não precisava subir aos céus, pois ele habitava lá desde que foi criado, e nos dias de Jó, Satanás tinha acesso ao céu e sua expulsão ainda não havia sido efetuada nos dias dos apóstolos, pois João, que teve a Revelação ou Apocalipse, em visões, viu que a expulsão de Satanás do céu se daria no futuro.
Jó 1:6  2:1  Apocalipse 1:1 12:7-10
A expressão "brilhante filho da alva", era uma expressão desdenhosa da parte de Jeová contra o arrogante Rei babilônico, o qual, se denominava A Majestade, O Poderio, e aquele que roubou e saqueou o templo de Jeová. 
Agora, destituído de sua posição régia, estava sendo questionado sobre onde estava seu brilhantismo e poderio.
Daniel 4:30 
O nome Lúcifer, que consta em algumas versões da Bíblia, é uma tradução da palavra hebraica hehlél ou heylél, como consta em alguns léxicos. Ela significa "portador de luz, fosforescente, resplandescente". No hebraico está associada à palavra Yalal, que transmite a idéia de gemidos e lamentos. Certamente que a atitude do Rei de Babilônia representa muito bem a atitude de Satanás, mas não existe base para declamar que a expressão dirigida a este Rei esteja na verdade sendo dirigida a uma criatura espiritual. Não existe como saber o nome do anjo rebelde, pois até mesmo Satanás e Diabo são nomes descritivos, significando: Opositor e Caluniador, respectivamente.

Isaías 24:1 e Jeremias 4:23
Eis que Jeová está esvaziando a terra e devastando-a, e ele entortou a face dela e espalhou os seus habitantes. 

Eu vi a terra, e eis que [estava] deserta e vazia; e [olhei] para os céus, e sua luz não existia mais. 
 
 
Alguns religiosos usam esses textos para alegar que Deus irá devastar o planeta Terra e deixá-lo desabitado ou vazio. Muitos grupos religiosos acreditam que isso ocorrerá no milênio.  Isso é um falso ensino.

O que os textos estão dizendo é que Deus fez uma exterminação do seu povo devido aos pecados cometidos contra Ele de modo que Deus permitiu que Jerusalém fosse devastada e deixada deserta por 70 anos. Durante esse período, o povo estava cativo em Babilônia e a terra estava saldando seus sábados, os quais os Israelitas haviam negligenciado. O texto de Isaías 24:6 até mesmo deixa claro que o número de pessoas iria diminuir, mas não que haveria uma terra vazia por completo. Igualmente, Jeremias fala dessa desolação permitida por Deus devido a ecumenismo e desvio.  Verso 4:30

Durante o milênio, longe de Deus deixar a Terra vazia, ele na verdade aprisionará Satanás por mil anos, não na Terra, para onde já havia sido expulso, conforme Apocalipse 12:7-9, mas num abismo, para que os que viverem na Terra durante esses mil anos não sejam desencaminhados.  Depois desses mil anos preso, ele será solto e sairá pelos quatro cantos da Terra, onde estarão vivendo estas pessoas já por mil anos, para então fazer seu último ataque.
Os textos mostram que a Terra jamais ficará vazia e desolada literalmente.
Apocalipse 20:1-3   20:7  Gênesis 8:21-22   Isaías 45:18

anjo 

Figura que retrata a visão adventista de Satanás preso na Terra durante os mil anos em que a Terra ficará deserta e desolada.


Ao passo que as Escrituras dizem que Satanás será preso para não desencaminhar os que viverem na Terra durante os mil anos, os Adventistas, ao contrário disso, declaram que Satanás será preso na Terra mesmo e que, quando sair do abismo, apenas significa que ficará onde já está.

Não é um ensino correto.
 
 
Uma pergunta aos Adventistas: Se a Terra ficará vazia, onde Deus colocará os animais durante o milênio?

Isaías 66:23

“E há de acontecer que de lua nova a lua nova e de sábado a sábado chegará a mim toda a carne para se curvar diante de mim”, disse Jeová."
 
Texto usado pelos Adventistas e outros grupos para alegar que a guarda de um sábado semanal será observada até mesmo no Céu ou na Terra depois do restabelecimento.
Não é isso que o texto está dizendo, o problema nesta interpretação está na idéia de que, por mencionar sábado, esteja relacionado a uma observância de um dia específico.
Na verdade, o texto está apenas mencionando que a adoração será continua, mensal e semanalmente.
Observe que se diz: de lua nova a lua nova e de sábado a sábado.
Assim vemos que serão todos os dias, do contrário se diria: "De sábado em sábado".
 
Se pensarmos que o sábado marcava o fim de uma semana e o início de outra, assim como a festividade de lua nova marcava o inicio dos meses lunares dos judeus, teremos entendido que Deus apenas destacava o caráter contínuo, perpétuo e organizado pelo qual a Sua adoração se daria no futuro.  Não se menciona no texto uma guarda sabática, pois, se os grupos defensores desta teoria insistem nisso, terão de aceitar que a festividade de lua nova igualmente deve e será observada.  Interessante é notarmos que Paulo mostrou que as observâncias judaicas, às quais alguns dos Adventistas se apegam com insistência, eram apenas sombra ou ecos de realidades que seriam manifestadas por meio de Cristo e reveladas por espírito santo.  
 
"Portanto, nenhum homem vos julgue pelo comer ou pelo beber, ou com respeito a uma festividade ou à observância da lua nova ou dum sábado; pois estas coisas são sombra das coisas vindouras, mas a realidade pertence ao Cristo".  Colossenses 2:16-17
 
Quando uma sombra se aproxima de você, você a observa, mas, quando a realidade que a projeta se manifesta diante de você, você deixa de observar a sombra, e passa a observar a realidade.
 
Pobres grupos que ainda seguem a sombra em vez da realidade.
 
Agora, se você deseja guardar um sábado semanal, como os judeus ainda observam, faça isso. Não estará pecando.
Apenas não determine que esta observância é o meio pelo qual Deus nos concederá a salvação, nem julgue quem não observa um sábado semanal, pois assim estará indo contra as verdades celestiais agora manifestadas e tentando, por seu próprio esforço e trabalho, conseguir obter a aprovação mediante uma auto-justificação. 

O artigo continua. Leia mais Sorriso