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Textos mal aplicados - Parte 2
Textos mal aplicados - Parte 2

Continuemos com o artigo:

Miquéias 5:2

“E tu, Belém Efrata, pequena demais para chegar a estar entre os milhares de Judá, de ti me sairá aquele que há de tornar-se governante em Israel, cuja origem é desde os tempos primitivos, desde os dias do tempo indefinido"
 
 
Alguns usam esse texto para tentar provar que Jesus é eterno.
O texto, longe de mostrar a existência eterna de Jesus, mostra que ele teve "origem", embora não possa ser computada.  Refere-se a uma origem em um tempo remoto demais para ser investigado.  A frase indica, não um período de eternidade, mas uma noção de tempo cuja origem não se pode definir.
Deus é eterno e a eternidade lhe é um atributo essencial, de modo que dentro de Sua existência ele trouxe outras coisa e criaturas à existência. Estas criaturas vieram a existir desde Sua eternidade, no sentido de que tem sido desde(grego: "Ek" LXX denotando ponto de partida ou origemSua existência que tais têm sido trazidos à existência, de forma que falar de Jesus ter tido "origem" desde os dias da eternidade ou tempo indefinido, não altera o fato de ele ter tido origem.
Todos nós igualmente temos origem desde (Ek) a eternidade, pois é de dentro desta eternidade, na qual vive Deus, que somos trazidos à existência, embora, no nosso caso, esta "origem" não esteja em tempos primitivos.

Malaquias 3:8-10
“Porventura roubará o homem terreno a Deus? Mas vós me roubais.” E dissestes: “De que modo te roubamos?”
“Nas décimas partes e nas contribuições. Vós [me] amaldiçoais com a maldição e é a mim que roubais — a nação na sua inteireza. Trazei todas as décimas partes à casa do depósito para que venha a haver alimento na minha casa; e experimentai-me, por favor, neste respeito”, disse Jeová dos exércitos, “se eu não vos abrir as comportas dos céus e realmente despejar sobre vós uma bênção até que não haja mais necessidade”
 
Esse texto tem sido usado para defender a crença de que o dízimo deve ser pago nos dias de hoje e que não pagar dízimos constitui roubo contra Deus.
Quem desejar dar a décima parte de sua renda a quaisquer denominações religiosos poderá fazer isso, mas não poderá usar tal texto para dar sustentação à sua ação, pois era uma lei judaica e servia de sustento ao sacerdócio levítico. O sacerdócio mudou; e com ele, a Lei.  Hebreus 7:12
Não temos um sacerdócio sustentado por dízimos.  Os Cristãos são incentivados a contribuir conforme têm resolvido em seu coração, não de modo compulsivo como era o dízimo judaico.  2 Coríntios 9:7

Quem desejar pagar a décima parte de sua renda poderá fazer sem problemas, pois nada nas Escrituras impede isso; mas devemos ter em mente o princípio de 2 Coríntios 8:12-15, onde se deixa claro que Deus aceita segundo o que a pessoa tem, e não segundo o que ela não tem.
Assim, se você for contribuir com um valor específico, mas observar que essa contribuição afetará a sua família, talvez fazendo-os passar necessidade, Deus não verá sua oferta ou dízimo voluntário com bons olhos.
1 Timóteo 5:8
 
Veja mais sobre a explicação nesta página sobre Mateus 23:23
 
Veja também:
 
Mateus 1:23
“Eis que a virgem ficará grávida e dará à luz um filho, e dar-lhe-ão o nome de Emanuel”, que quer dizer, traduzido: “Conosco Está Deus.”
 
Texto usado para provar que Jesus é parte da Trindade. Na verdade não faz nada disso e tampouco pode ser usado para provar igualdade com O Pai.   O texto apenas menciona o costume de dar nomes as crianças em harmonia com eventos associados a seu nascimento ou a uma obra que desempenharia.
Não apenas Jesus teve seu nome dado por um anjo mas igualmente João Batista.
Se Emanuel significa "Conosco está Deus", João significa: "Jeová mostrou favor."
Ambas as crianças receberam nomes proféticos que estariam enfatizando a obra de cada um.

Não era incomum os nomes hebraicos incorporarem a palavra Deus ou até mesmo uma forma abreviada do nome pessoal de Deus. Por exemplo, Eliata significa “Deus Veio”; Jeú significa “Jeová É Ele”; Elias significa “Meu Deus É Jeová”. Mas nenhum desses nomes insinuava que o possuidor fosse o próprio Deus.

Interessante que Jesus era o nome do Messias e por este nome era chamado, e não por Emanuel, de modo que fica evidente, de forma mais destacada, o caráter profético do nome Emanuel.

Ademais, ser Jesus chamado de Deus não é suficiente para o identificar como sendo Jeová, pois o termo, como se sabe, é, não um nome, mas sim um adjetivo atribuído a representantes de Deus O Pai.  João 10:34

Mateus 10:28
"E não fiqueis temerosos dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma; antes, temei aquele que pode destruir na Geena tanto a alma como o corpo."
 
Texto que tem sido usado para afirmar que o corpo é uma entidade que vive consciente fora do corpo físico após a morte somática.   Não é um ensino bíblico.
O texto afirma que os humanos podem tirar a vida de outras criaturas e humanos, mas que não podem matar a vida ou anular a possibilidade de sua restauração.  Afirma sim que devemos temer Aquele que, além de matar o corpo, pode matar até mesmo a alma, destruindo-a.  Podemos comparar a um back-up de computador, com o qual, mesmo que alguém possa apagar os dados do computador, com o back-up se pode restaurar a imagem do antigo computador novamente através de sua reinstalação.  De modo que podemos dizer: Temei aquele que pode destruir o computador mas não pode destruir os dados existentes nele, antes temei aquele que pode destruir o computador e até mesmo os seus dados.
Por quê? Porque, se o dono dos dados ou informações do computador destruir estes dados, não existe chance de recuperação, ao passo que, se outra pessoa destruir este computador, o dono das informações pode reinstalá-las novamente em outro computador semelhante através de seu back-up.

O texto, longe de provar a imortalidade da alma, prova na realidade que a alma ou vida consciente só pode ser eliminada por completo com a determinação de Deus. Se Este desejar restaurá-la, ele pode através da ressurreição inserir a vida consciente num corpo para que este volte à vida física.
Esta mesma alma ou vida consciente pode ser restaurada em um corpo espiritual.

Mateus 23:23
“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque dais o décimo da hortelã, e do endro, e do cominho, mas desconsiderastes os assuntos mais importantes da Lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Estas eram as coisas obrigatórias a fazer, sem, contudo, desconsiderar as outras."
 
Texto usado por alguns religiosos para sustentar que Jesus mandou dar o dízimo, uma vez que ele orientou que estes, aos quais ele dirigia a palavra, deviam por obrigação praticar a justiça, misericórdia e fidelidade, sem no entanto deixar de dar o décimo de tudo.  Com isso dizem que Jesus incentivou a pagar o dízimo.
Respondemos que sim, Jesus incentivou a pagar o dízimo, pois esta era uma lei judaica e tanto Jesus como os fariseus com os quais ele falava eram da religião judaica e estavam obrigados a dar o décimo para o sustento do sacerdócio.  Nada nesta passagem diz respeito ao cristianismo, e sim ao judaísmo.  Hebreus 7:5
Jesus, que veio cumprir a lei, não poderia violá-la, por isso é que Jesus sempre pagou o dízimo em toda a sua vida terrena.   No entanto, em nenhuma parte das Escrituras se observa um mandamento de dar dízimo na congregação cristã, uma vez que ela não era sustentada por dízimo e nem tinha um sacerdócio sustentado por ele.
Nos primórdios do cristianismo, não havia dízimos e sim contribuições voluntárias feitas pelos cristãos.
Se alguém, porém, desejar dar a décima parte de sua renda à obra de Deus, poderá fazê-lo sem problemas; mas jamais deverá fazer isso acreditando que estará comprando favores de Deus ou que terá direito a ser abençoado por ele, porque você não está sob a obrigação de dar dízimo, se o fizer será de sua iniciativa, uma contribuição voluntária. Igualmente, nenhum líder religioso pode alegar que o dízimo é uma exigência do cristianismo, pois não encontrará sustentação para esta declaração.
Alguns usam o texto de Hebreus 7:8 dizendo que Jesus, como Melquisedeque, recebe dízimos.
Porém, mesmo que alguém tente dar sustentação a este argumento, terá ainda de verificar que se diz no verso 5, que obrigados a pagar o dízimo eram os judeus, e que no novo sacerdócio, que é a maneira de Melquisedeque, não pode haver uma obrigação, uma vez que Abraão deu o décimo não por obrigação, mas por desejo.  De modo que, no sacerdócio a maneira de Melquisedeque, o "dízimo" não é uma imposição.
O verso 18 esclarece que o sacerdócio levítico com suas regras e leis foi removido ou abolido.

Mateus 28:19
"Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as em o nome do Pai, e do Filho, e do espírito santo"
 
Texto dileto de muitos trinitários, que enxergam nele uma alusão a trindade.
Longe de ser uma fórmula batismal ou declaração necessária em batismos, o texto tão somente declara que deve haver um reconhecimento por parte do batizando de que estará sendo transferido para o domínio ou posse do Pai, do Filho e do espirito santo, reconhecendo sua compra por parte do Filho, para o Pai, envoltos em espirito santo.
"Em nome de", não significa um nome literal, mas sim envolve a autoridade ou representação assim como o estar reunido no nome de Jesus, significa estar reunidos em sua autoridade ou representado-o. Mateus 18:20
Sabemos o nome do Pai, que é Jeová.  O nome do Filho é Jesus. O nome do espírito santo não consta em nenhuma parte das Escrituras, pois não se trata de uma pessoa distinta do Pai, mas sim sua própria força imanente com a qual ele absorve e envolve Seus servos aprovados, santificando-os.
O texto de Mateus 28:19 não menciona em parte alguma que Pai, o Filho e muito menos espírito santo sejam iguais em poder e autoridade, nem que todos são incriados e todo-poderosos. Este e muitos outros motivos demonstram que trinitários enxergam coisas onde estas não existem. 

É por isso que A Cyclopedia of Biblical, Theological, and Ecclesiastical Literature, de McClintock e Strong, embora defenda a doutrina da Trindade, reconhece o seguinte a respeito de Mateus 28:18-20: “Este texto, porém, considerado isoladamente, não provaria de modo decisivo nem a personalidade dos três sujeitos mencionados, nem sua igualdade ou divindade.” (Reimpressão de 1981, Vol. X, p. 552) Com respeito a outros textos que também mencionam os três juntos, esta Cyclopedia admite que, considerados isoladamente, são “insuficientes” para provar a Trindade. (Compare com 1 Timóteo 5:21, onde Deus e Cristo e os anjos são mencionados juntos.)
 
A alegação porém de que tal declaração não faz parte dos escritos originais de Mateus não pode ser sustentada.
 
Marcos 9:29
"Respondeu-lhes: Esta casta não pode sair senão por meio de oração e jejum."   (Almeida)
 
Texto usado para alegar que o jejum é uma necessidade espiritual vigente.
Longe de sermos contra o jejum, acreditamos que ele de fato pode ser muito bom quando equilibrado, para fortalecer o organismo, mas em sentido espiritual, isoladamente, não trará nenhum tipo de benefício.
O jejum jamais santificou alguém, pois ele era apenas uma forma de abrir mão de prazeres materiais para se dedicar a Deus com arrependimento e suplicas por uma causa.  Mas quando desprovido de boa motivação, era desprezível.
Isaías 58:1-7
Jesus jejuou e falou do jejum, pois ele era da religião judaica; e, estando debaixo da lei, observava o dia da expiação e seu jejum, mas isso não foi continuado na congregação cristã como uma observância obrigatória.
Assim, embora os cristãos não estejam debaixo de uma obrigação de jejuar, também não estão impedidos de fazê-lo, desde que com isso não se façam imposições a respeito de sua observância e nem que se despreze quem não o fizer.    Romanos 14:6-9
As palavras "e jejum", não constam em manuscritos mais antigos e tem sido reconhecido como uma acrescentação espúria enxertada por copistas que advogavam e praticavam o jejum, e por isso acrescentaram repetidas vezes referências a ele, nos lugares onde não se encontrava nas cópias anteriores. Isto não só se dá em Marcos 9:29, mas também em Mateus 17:21 (17:20, Figueiredo), onde inseriram toda a sentença acima citada; em Atos 10:30, onde se faz que Cornélio diga que jejuou; e em 1 Coríntios 7:5, onde Paulo supostamente o recomenda aos casais.
Por isso que na versão Almeida Atualizada onde ela traz estas palavras se verifica que tais estão em itálico, denotando a natureza espúria de tais textos.
 
Marcos 16:17,18
"Outrossim, os seguintes sinais acompanharão os que crerem: Pelo uso do meu nome expulsarão demônios, falarão em línguas, e com as suas mãos apanharão serpentes, e, se beberem algo mortífero, absolutamente não lhes fará mal. Porão as suas mãos sobre doentes, e estes ficarão bons.”
 
 
É inquestionável o fato de que os apóstolos e discípulos no primeiro século foram dotados de poder vindo do alto, o qual os possibilitava realizar prodígios pelo nome de Jesus. Houve sim sinais acompanhantes.
Porém, a questão debatida aqui é o fato de haver a declaração por parte de alguns religiosos no sentido de afirmar que tais dons ainda estão em operação em nossos dias, sendo usados como declarou Jesus.  Isso é fato?
Sim, a declaração é fato, mas a atuação destes dons como tendo fonte em Deus é questionável.
Vejamos.

Os dons e prodígios não faziam parte da vida dos judeus e nem tampouco dos cristãos em todo o tempo. Lembremo-nos de que mesmo Jesus viveu 30 anos na Terra vendo pessoas morrer e nada podia fazer senão lamentar.  
Foi apenas após sua unção que recebeu poder de Deus e passou a realizar curas.  Os apóstolos igualmente receberam poder após a descida do espírito em pentecostes 33 EC e foram dotados desta capacidade, e, segundo declaram alguns religiosos, estes dons seriam um ministério que não findaria até o retorno de Jesus no futuro.

Bem, as Escrituras deixam outro entendimento.  Elas declaram que tais dons só eram transmitidos na presença física dos apóstolos ou pela imposição de suas mãos. Atos 8:14-20  19:6
Os transmissores eram os apóstolos, os 13 apóstolos, pois Paulo igualmente recebeu está dádiva de ser apóstolo por meio da visão do próprio senhor desde os céus.
Os que recebiam este dom não podiam transmiti-los senão somente ministrá-lo a favor dos outros.
Deu-se que, com a morte dos apóstolos e daqueles que receberam tais dons, estes dons deixaram de ser atuantes ao atingirem seus objetivos e a Palavra de Deus ter sido concluída; tanto a profecia e o conhecimento foram perfeitamente assentados por escrito, fechando o cânon bíblico.  1 Coríntios 13:8-10

Não existem provas de que tais dons fizeram parte das igrejas senão quando novamente se deu início a um tipo de manifestação, a qual chamaram de reavivamento no fim do século 19 por Willian Seymour, o qual desenvolveu a crença na glossolalia e pregava que Deus o estava usando para uma renovação.

As manifestações do chamado pentecostalismo que foi inciado por Seymour não são condizentes com o modo que se efetuavam os dons no primeiro século.
As igrejas atuais não expulsão demônios, mas precisam lutar para segurar um possuído, o qual dias depois retorna com os mesmo padecimentos ou pior ainda.  Não falam línguas como no primeiro século, pois o que falam são sons ininteligíveis sem nexo, envoltos numa espécie de transe; diferente dos cristãos do primeiro século, que falavam e ministravam lucidamente em línguas nativas de seus ouvintes como se estivessem falando normalmente.
Se qualquer um dos religiosos atuais for mordido por uma serpente venenosa, irá inevitavelmente morrer se não recorrer a médicos, caso contrário não haveria óbitos por envenenamento da parte de pentecostais devido à picada de serpentes ou em razão de acidente com alimentos contaminados. Igualmente os casos de curas promovidos pelos chamados pentecostais são fracassos sobre fracassos. Os hospitais estão cheios de pessoas tanto desta como de outras denominações.  O fato é: Deus, embora possa curar, não está usando deste poder em nossos dias.
A cura definitiva da humanidade se dará num futuro breve.

Ademais, o texto usado para alegar a vigência destes dons atualmente não possui aceitação entre os eruditos e estudiosos como sendo de Marcos. Estes reconhecem-no como sendo um acréscimo posterior feito ao livro.
Mesmo que tivesse sido escrito por Marcos, o que parece não ser o caso, ainda assim seu entendimento teria de estar em harmonia com os demais livros bíblicos que expressam uma cessação dos dons.

Reforçando: As manifestações coletivas de histeria produzidas em igrejas pentecostais de forma alguma são condizentes com o modo, ordem e motivos pelos quais vieram a existir os dons no primeiro século, muitas desculpas são dadas pelos Pentecostais para estas contradições mas nenhuma com nexo.
Detalhe adicional: No texto espúrio de Marcos 16:17-18 não existe no idioma grego dos manuscritos, a palavra "nova" na expressão encontrada na versão de Almeida que diz, "novas" línguas.

Lucas 12: 46-48
"O amo daquele escravo virá num dia em que não [o] espera e numa hora que não sabe, e o punirá com a maior severidade e lhe determinará uma parte com os infiéis. Então, aquele escravo, que entendeu a vontade de seu amo, mas não se aprontou, nem fez em harmonia com a sua vontade, será espancado com muitos golpes. Mas aquele que não entendeu, e assim fez coisas que merecem golpes, será espancado com poucos. Deveras, de todo aquele a quem muito foi dado, muito se reclamará dele; e a quem encarregaram de muito, deste reclamarão mais do que o usual".
 
 
Texto usado por religiosos para alegar que no inferno haverá graus de punição, existindo um setor onde o tormento bem como o sofrimento serão maiores, de modo que, segundo esta crença, neste suposto inferno de fogo, existirão diferentes níveis de sofrimento e tormento, não sendo a punição igual a todos os pecadores impenitentes.
 
Uma nota na Bíblia de Estudo Pentecostal declara: "Assim como haverá diferentes graus de glória no novo céu e na nova terra, também haverá haverá diferentes graus de sofrimento no inferno".

Obviamente que este texto de modo algum fala de graus de punição num inferno de fogo, mas sim demonstra que as exigências de Deus são proporcionais aos privilégios e ao conhecimento concedido aqueles que estão debaixo de julgamento.   O texto está apenas destacando que, no dia do juízo ou do acerto de contas, os que estiverem em falta para com Deus em seu ministério terão de prestar contas uma vez que lhes foi dado condições de efetuá-lo.
Igualmente Deus não cobrará mais do que é justo daqueles que não compreenderam suas ordens e que por isso não podiam efetuar plenamente sua determinação.
Em nenhuma parte do texto se declara que haverá um lugar de fogo e agonias eternas, onde pessoas serão atormentadas com sofrimentos em diferentes graus.  Isso são deturpações das palavras de Jesus.
 
Se assim fosse, então significaria que pessoas que morreram em ignorância sem conhecer o evangelho deveriam ir para este mesmo inferno, apenas, porém, recebendo sofrimentos e tormentos em níveis mais amenos.
Isso seria injustiça da parte de Deus um vez que ele não condena nem leva em conta tempos de ignorância, como poderia condenar alguém que não estava em condições de aprender o evangelho ou de realizar Sua vontade?
Pessoas estas que viveram antes de Cristo nascer na terra em nações pagãs.  Deficientes mentais ou crianças natimortas?    Atos 17:30-13
 
O texto não prova nem tormento consciente e nem graus diferentes de punição num inferno.
 
Lucas 16:23
'E no Hades, ele ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu Abraão de longe, e Lázaro com ele [na posição junto] ao seio."
 
Texto muito usado pelos defensores do tormento eterno, os quais creem que haverá um tormento consciente após a morte do corpo para os que rejeitaram a Deus. 
Embora seja um texto isolado e nitidamente uma parábola sem nenhum fundo histórico, os adeptos das religiões evangélicas e outras se apegam a este texto como prova irrefutável de uma doutrina.
O texto, porém, longe de promover a ideia de tormento eterno após a morte para desobedientes, está simplesmente ensinando que os juízos de Deus são inalteráveis e que ele concede graça aos humildes e humilha os exaltados.
O contexto inteiro mostra que o alvo das palavras da parábola eram os fariseus que se vestiam gloriosamente e que se consideravam ricos, ao passo que julgavam o povo comum como sendo doentes espirituais e dignos apenas de se associar aos impuros.  Não alimentavam estes com alimento espiritual, por mais que os famintos e desejosos buscassem auxílio espiritual, nem mesmo migalhas eles lhes davam.
Com a morte de Jesus, o favor de Deus sai da nação Judaica e é colocado sobre a rejeitada e humilde classe de cristãos.  Abre-se um abismo que os separa, de modo que não é possível conciliar as duas formas de adoração.
A mudança de situação é irreversível.   Os que antes estavam vivendo em riquezas ou favor de Deus, agora observam outro grupo crescendo e estando sobre o favor de Abraão, que, na parábola, representa a Deus.  O rico, que representa os líderes judaicos, solicita sinais e igualmente uma ação aliviadora de sua situação em que agora se encontra, tudo isso para que haja um restante a ser salvo.   Deus declara que o restante tem Moisés para os levar às verdade. Se não escutarem Moisés, inútil seria fornecer milagres e sinais para os convencer.

Toda a parábola tem significado espiritual, e não era intelegível para os fariseus, tampouco seu entendimento era literal, pois se fosse não teria um significado oculto a eles.  Mateus 13:10-15  34-35    Marcos 4:33-34

Se fôssemos entender que a parábola é uma história literal, devíamos responder quando ocorreu este evento descrito na passagem, pois ali se diz que os irmãos deste rico tinham Moisés e os profetas para os guiar. 
Lucas 16:29
Se Moisés e os profetas, que obviamente nunca foram todos contemporâneos, representam e significam na parábola A Lei e os escritos dos profetas, logo, pelas mesmas regras de hermenêutica, todas as outras personagens representam não pessoas, mas sim classes de pessoas; e, igualmente, as demais circunstâncias encontradas na parábola, embora ensinem verdades espirituais, devem ser vistas como sendo simbólicas.

A doutrina do inferno de fogo não é um ensino das Escrituras, acesse e veja:
 
 
Lucas 21:27
"E então verão o Filho do homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória."
 
Esse texto tem sido utilizado para alegar que a vinda de Jesus nas nuvens deve forçosamente ser visível a todos os seres humanos na Terra, pois, diz-se nesse texto, que o "verão".
Primeiramente podemos dizer que "ver" não necessariamente deve nos fazer entender que Cristo virá num corpo físico e visível ao ser humano, e sim que quando este evento ocorrer, será uma manifestação que não deixará dúvidas quanto a se tratar de sua manifestação ao mundo.  Mas será que algo parecido já não ocorreu sem que se tivesse sido uma manifestação corporal visível?  Sim, aconteceu algo similar.
Quando Deus disse a Moisés: “Eis que chego a ti numa nuvem escura", (Êxodo 19:9) Não temos nenhuma menção de ter Moisés visto a Deus pessoalmente ou um corpo físico.  Mas obviamente que as circunstâncias nas quais ocorreu este evento não deixaram dúvidas sobre o que significavam.
Assim como Jeová faz, assim Jesus faz, pois a nuvem nas Escrituras são simbolo da presença invisível de Deus ou símbolo dos meios utilizados por Deus para manifestar-se aos humanos de forma incontestável mas invisível.
Quando os céus estão com nuvens, o sol, a lua e as estrelas ficam invisíveis, de modo que nuvem em sentido simbólico representa uma presença invisível.

Salmo 97:2   Apocalipse 10:1   João 5:19   

Quando se diz que "todo olho verá", o texto está destacando que será uma revelação da qual todos serão levados a aceitar e que será incontestável. Podemos declarar que será como nos dias de Noé, as pessoas jamais poderiam crer que haveria uma chuva inundante, mas, quando a chuva iniciou e tomou força e as águas começaram a subir, todo olho assim pode ver que se tratava de uma verdade aquilo que Noé havia declarado. Da mesma forma, quando os eventos há muito pregados no mundo chegarem a um clímax, todo olho terá de reconhecer sua parousía.
Ver Jesus ou fazer algo a Jesus algumas vezes pode estar associado a ver e auxiliar os seus irmãos ungidos em seus objetivos.   Mateus 25:37

Jesus não viria literalmente à Terra, pois, segundo as próprias Escrituras, humanos não poderiam suportar o brilho de sua glória.     1 Timóteo 6:16  João 14:19  

Lucas 23:43
"E ele lhe disse: “Deveras, eu te digo hoje: Estarás comigo no Paraíso.”
 
A versão Almeida reza: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso."

Deste modo, muitos religiosos veem neste texto indícios de que tanto Jesus bem como o malfeitor pregado ao seu lado teriam ascendido aos céus neste mesmo dia, após a morte de ambos.
Outros acreditam que o paraíso ao qual Jesus se referia aqui tenha sido o mesmo local para onde tinha ido o Lázaro da parábola do Rico e do Lázaro, que, ao morrer, tinha sido levado pelos anjos ao seio de Abraão.
Como no idioma grego não existia vírgula nesta passagem, a maneira de traduzir deve levar em conta  o contexto geral das Escrituras. E elas fornecem provas de que Jesus não ascendeu ao céus senão quarenta dias após sua ressurreição, de modo que estar no paraíso com o malfeitor arrependido não poderia significar ter ascendido ou subido aos céus junto dele naquele mesmo dia.  João 20:17   Atos 1:3
Quanto a Jesus e o malfeitor terem ido para o seio de Abraão, onde estiveram juntos ele e Jesus para se cumprir a promessa de Jesus, estando naquele mesmo dia no paraíso, sabemos que não existe nenhuma declaração neste sentido nas Escrituras; tudo é fruto de especulação religiosa por parte de alguns.
Deveríamos nos perguntar por que o paraíso agora seria não no Céu e nem na Terra, mas num lugar abaixo de nós numa espécie de submundo?
Se este malfeitor tivesse neste mesmo dia estado com Jesus num paraíso, então não teria morrido, mas assumido uma outra forma de vida, sendo ressuscitado antes mesmo de Davi e tantos outros fiéis.   Atos 2:29, 34
De fato, o que Jesus dizia não era que naquele mesmo dia iria estar num paraíso com o malfeitor, mas sim que naquele dia Jesus estava prometendo a ele que estaria junto dele no paraíso. Este paraíso será a Terra quando ela for restaurada à sua condição original e quando os seres humanos que morreram em ignorância e sem chance de aprender de Cristo forem trazidos de volta à vida por meio da ressurreição, onde aprenderão de Jesus e estarão junto dele por estarem junto de seu povo.  Ezequiel 36:33-36   Atos 24:15   17:30-31  Mateus 25:39-40

Também temos de levar em consideração que o dia que Jesus disse isso, sexta-feira, estava findando e para que ao chegar o sábado tais corpos não estivessem suspensos e morrendo no sábado, profanassem a terra, foram quebradas as pernas dos malfeitores que ainda estavam vivos para que se impedisse a fuga e para que fossem retirados do madeiro.  João 19:31-34
Não existe nenhuma declaração de que tenham morrido neste mesmo dia, nem precisavam eles terem sido enterrados naquele mesmo dia, pois era ordenado pela lei mosaica que "corpos de mortos" pendurados na estaca fossem sepultados naquele mesmo dia, mas estes malfeitores ainda estavam vivos ao lhes serem quebradas as pernas para lhes retirar do madeiro, não existe nenhuma declaração de que morreram naquela sexta feira.
Jesus já estava morto e a confirmação disso foi pelo soldado ter-lhe traspassado com a lança, tinha de ser enterrado naquele mesmo dia.
Marcos 15:42 mostra que a confirmação de sua morte foi feito já bem tarde, e admirado pela morte rápida, Pilatos cede o corpo de Jesus, e, João 19:42 mostra que imediatamente o colocaram no sepulcro por ser perto dali.
Lucas 23:54 mostra que após a colocação do corpo de Jesus no túmulo, estava iniciando o sábado.
De modo que existe ampla aceitação entre os estudiosos de que estes malfeitores nem tenham morrido neste dia, ou seja, na sexta-feira na qual Jesus fez a promessa ao malfeitor. De fato a morte deles pode ter ocorrido dias depois.
 
 
Leia mais sobre isso aqui:
 
 
Lucas 24: 38,39
"De modo que lhes disse: “Por que estais aflitos e por que é que se levantam dúvidas nos vossos corações?
Vede minhas mãos e meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, porque um espírito não tem carne e ossos assim como observais que eu tenho.” 
 
Texto muitíssimo usado para alegar que Jesus ressuscitou com o mesmo corpo que morreu, sendo um corpo físico, material.   O texto não declara nada disso, sendo estas conclusões deduções pessoais pela falta de análise contextual.   Jesus não foi ressuscitado para a vida na Terra, mas sim para vida no Céu, onde não podem entrar carne e sangue, apenas os nascidos do espirito.  1 Coríntios 15:50-52   João 3:6-8
Sendo assim, Jesus foi ressuscitado como pessoa espiritual e se fez visível por permissão de Deus ao materializar-se diante dos discípulos. Atos 10:40-41
Em algumas ocasiões, os discípulos pensavam estar vendo um espirito ou visão, mas Jesus assegurou que não era um espírito, que só pode ser visto por meio de visões, mas estava de fato visível diante deles, assim como os três anjos que falaram com Abraão e comeram de seu alimento, conforme Gênesis 18:1-8, também eram visíveis e não espíritos vistos por visão, pois estavam materializados e comiam e bebiam junto de Abraão, como Jesus mesmo fez com os discípulos.  Lucas 24:41-43
Como aqueles anjos com Abraão, um dos quais era o próprio Jesus em sua vida pré-humana, ele repetiu a mesma situação em que, apesar de ser um ser espiritual, assumiu forma humana, materializando-se para atestar que sua ressurreição era uma realidade.     O texto é claro, mas alguns religiosos o confundem para seu próprio prejuízo, e ao deturparem para se ajustar as suas teorias, criam numerosas contradições.

João 1:1
"No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com o Deus, e a Palavra era [um] deus."
 
Na versão Almeida: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus."

O texto presente é um dos textos sobre o qual mais se debruçam os trinitários para provar que Jesus é Deus Todo-Poderoso; todavia esse texto não diz isso, mas sim que Deus Jesus está com uma outra pessoa, a qual também é chamada de Deus.  Seria isso politeísmo?
Não, de forma alguma.   Nós Testemunhas de Jeová aceitamos que Paulo não mentia quando disse que "para nós há um só Deus, O Pai."   1 Coríntios 8:6
De modo que a palavra ou adjetivo "théos", quando relacionado a qualquer outro ser que não seja ao Pai, assume caraterísticas puramente qualificativas, sem estar destacando posições, e sim qualificações.
O termo "Deus" não é nome e não foi atribuído unicamente a Jeová e a Jesus, mas a anjos e até mesmo a humanos que não eram deuses falsos, mas representantes do Pai.
Jesus mesmo se defendeu das acusações falsas de querer ser igual a Deus por meio de suas declarações e mencionou que Deus mesmo chama humanos de "deuses", mesmo estando estes em erro. Com isso, não via justificativas para os seus opositores estarem com ódio dele por ele se declarar "filho de Deus".   João 10:34-36
No texto de João 1:1, vemos duas personagens que são chamadas de "Deus", sendo uma delas precedida de artigo definido, fazendo assim uma distinção entre os deuses e não sobre as pessoas, pois a distinção que existe em João 1:1 é entre os chamados "théos" e de nenhuma outra palavra.
Quando as Escrituras falam desta forma, elas enfatizam dois sujeitos e um destes sendo Deus de modo superlativo.
Exemplo: Quando a Bíblia fala de Cântico dos cânticos, Rei dos reis, Senhor dos senhores, e assim por diante, ela não está afirmando que não existam outros cânticos, reis e senhores, mas sim que dentre estes existe o mais exaltado, o melhor, o maior, sendo este superlativo.
Jesus e muitas outras criaturas que representaram e representam a Deus já foram descritas como sendo deus ou deuses, mas dentre estas existe o maior, o melhor, aquele que é Deus por natureza e essência.
Jesus disse a respeito dele: "Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo."  João 17:3
A palavra único aqui significa: sozinho e sem companheiros. (monos)
A palavra verdadeiro, significa: Essencial em contraste com imitações ou reflexos (alethinós)
 
Observe no verso 1 de João 17 que Jesus falava de uma pessoa, O Pai.  
Compare com Malaquias 2:10 e com Mateus 23:9
 
Alguns argumentam que a ausência do artigo definido na segunda ocorrência de théos, sugere que outras pessoas existem além da segunda pessoa da trindade, e assim, não poderia haver um artigo definido ali, pois ele estaria limitando a Deidade apenas a esta pessoa. Mas esse argumento não se justifica, pois, se esse fosse o caso, este artigo deveria estar igualmente ausente na primeira ocorrência de théos, uma vez que se diz que A Palavra, uma pessoa, estava com outra Pessoa, que, no entanto, é chamada de "ton The‧ón"ou, O Deus.

Assim, este argumento igualmente não se justifica nem se sustenta.
 
Para os conhecedores e esclarecidos, está mais claro que o sol do meio dia.
 
João 1:23
Ele disse: “Eu sou a voz de alguém clamando no ermo: ‘Fazei reto o caminho de Jeová’, assim como disse Isaías, o profeta.”
 
 
Alguns grupos utilizam este texto na tentativa de provar que Jesus é o Jeová do texto, pois declaram que quem veio após João batista foi Jesus e que João lhe preparou o caminho, sendo assim, Jesus é Jeová.
O texto não declara que Jesus é Jeová ou que o nome Jeová é um nome comum de uma deidade trina.
O texto tem um expressão simbólica que tem como fonte Isaías 40:3, mostrando que uma obra semelhante a de Isaías seria feita nos dias de João, igualmente uma obra semelhante a de Elias.  Malaquias 4:5
Como você deve ter lido no texto de Malaquias, se diz que Elias seria enviado na frente de Jeová para lhe preparar o caminho.  Quem era Elias que viria como diz o texto?  Obviamente que não era o Elias que viveu nos dias de Acabe.
Este Elias era João Batista, que veio no espírito de Elias.  O que significava vir no espírito de Elias? Será que significava que Elias havia reencarnado em um novo corpo? Claro que não!
Vir ele no espírito de Elias tornava possível chamá-lo ele mesmo de Elias, pois viria representando o papel de Elias e fazendo obra similar a dele, de modo que, assim como João era Elias, Jesus era Jeová; contudo, não por serem a pessoa identificada pelo nome, mas por representá-la e vir em seu espírito, fazendo uma obra similar.
Este é o verdadeiro sentido da profecia, distorcê-lo em busca de outra interpretação apenas causará desastres exegéticos.   Mateus 11:13-14   Marcos 9:13
Assim como o espírito de Elias estar sobre João não significava que este espírito  fosse uma Pessoa, mas sim a unção de uma pessoa, da mesma forma estar o espírito de Deus sobre Jesus, não significava estar sobre ele uma pessoa, mas sim a unção de Deus, o qual o ungiu ou fez Cristo.  2 Reis 2:9-10

João 2:19
"Em resposta, Jesus disse-lhes: “Demoli este templo, e em três dias o levantarei.” 
 
Os que usam esse texto para defender uma visão trinitarista, declaram que Jesus declarou que ele mesmo se auto-ressuscitou.  Obviamente que isso é verdade em parte, vejamos.
Se a visão trinitária fosse a correta interpretação, se chocaria com o texto de Gálatas 1:1 e de Romanos 8:11, entre outros, que atribuem a ressurreição do Filho a outra pessoa, ou, ao Pai.
Jesus ressuscitou a si mesmo apenas no sentido de que conquistou junto a Deus os méritos pelos quais Deus teria de o ressuscitar baseado em Sua justiça, pois a fidelidade de Jesus atingiu a Glória ou expectativa de Deus, de modo que não era possível que a morte segurasse quem não merecia morrer.
Da mesma forma que Jesus disse a uma mulher: “A tua fé te salvou.” Lucas 8:48
Certamente a mulher não curou a si mesmo independente da ação de Jesus.  Mas a fé dela proveu a base pela qual Jesus pôde e aceitou curá-la, de modo que ela foi responsável por isso.
Da mesma forma, quando Paulo diz a Timóteo: "salvarás tanto a ti mesmo como aos que te escutam." 
1 Timóteo 4:16
Dizia Paulo que Timóteo proveria sua própria salvação independente da ação de Deus e de Jesus? Claro que não.
O texto mesmo responde ao mostrar que o proceder fiel e constante forneceria a base de sua aprovação e salvação por parte de Deus, de modo que, como já falamos, ele salvou a si mesmo por agir assim.
O texto de João 2:19 tem a mesma explicação.

João 5:18
"Deveras, por esta razão, os judeus começaram ainda mais a procurar matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas também chamava a Deus de seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus."
 
 
Texto usado pelos adoradores da trindade para alegar que Jesus é igual a Deus pelo fato de João declarar que ele se fazia igual a Deus.
Não é isso que o texto está dizendo, tampouco o disse João de sua própria interpretação.
João apenas declara qual o motivo que os fariseus estavam dando para querer matar Jesus.
Observe que João declara que os motivos alegados pelos fariseus eram tanto Jesus se fazer igual a Deus, quanto também eram violar o sábado.  Perguntamos: "Teria Jesus alguma vez violado o sábado?" Claro que não, tampouco ele se fazia igual a Deus.  Quem fazia estas acusações eram os fariseus; e João, no presente texto, apenas declara quais eram as alegações que estes forneciam para querer matar Jesus.
Não prova a ideia pretendida pelos trinitários de forma alguma.

João 5: 28,29
"Não vos maravilheis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos túmulos memoriais ouvirão a sua voz e sairão, os que fizeram boas coisas, para uma ressurreição de vida, os que praticaram coisas ruins, para uma ressurreição de julgamento."
 
Este texto tem sido usado por grupos adventistas e outros para tentar provar que os ressuscitados serão levantados da morte para serem julgados segundo as ações cometidas em sua vida passada, ou seja, vida que tiveram antes de sua morte.   Será que esta interpretação está correta?

Não, ela não está correta!  Vamos explicar o sentido e a verdadeira interpretação.
 
A vida não é algo que merecemos, mas um dom de Deus, de modo que, para recebermos vida, devemos estar vivendo em harmonia com Deus ou termos a oportunidade de mostrar que a vida eterna é algo que merecemos receber.
Quando Deus ressuscita um pecador, a base para esta ressurreição nunca são méritos pessoais, mas sim presente de Deus baseado no sacrifício de Jesus.  Jesus não deu sua vida para que pecadores impenitentes recebessem sua vida de volta, nem mesmo momentaneamente.  Assim, trazer Jesus de volta à vida pessoas para serem julgadas não pode se referir a pecadores impenitentes destinados à condenação, pois está reservado ao homem morrer uma vez para sempre, vindo depois o julgamento.  Hebreus 9:27
Se estes que morreram, serão trazidos de volta à vida para serem condenados, então seu julgamento já se deu mesmo antes de serem trazidos de volta à vida, de modo que não existem motivos válidos para uma ressurreição.
Ressuscitar pessoas mortas e condenadas para lhes confirmar isso novamente é o mesmo que tirar a pessoa de uma cela de prisão para lhe dizer que ela vai novamente voltar para lá.

Segundo esta visão incorreta, qual será a base para o julgamento? Serão as ações feitas em vida, antes de morrerem.
Mas esta visão e interpretação se chocam com as Escrituras em muitos sentidos.
Primeiro, porque o salário do pecado é a morte, dessa forma, ao morrer, a dívida para com Deus cessa; ou seja, a morte é a última recompensa para o pecador impenitente, seu último salário, após a morte não existe mais salário.
Eclesiastes 9:5-6  Romanos 6:23
Ao ser ressuscitado, que é uma dádiva imerecida, a pessoa não pode ser julgada com base em suas ações anteriores, pois, ao morrer, sua dívida foi cancelada, embora a imperfeição ainda permaneça em seus corpos, como um bebê que possui a imperfeição mas não têm pecados, pois nunca os praticou, são as ações futuras desta pessoa que determinarão sua condenação ou salvação, uma vez que quem morre fica absolvido do seu pecado.
Por isso que Jesus, ao morrer, cancelou a dívida que os pecadores tinham, sendo possível que, mesmo imperfeitos, os fiéis pudessem ser soerguidos à perfeição, além de ser perdoados, pois foram absolvidos do pecado.
Romanos 6:7

Se a base para o julgamento fossem ações passadas, as quais teriam sido praticadas em vida, poderíamos perguntar como se dará o julgamento de bebês e crianças, bem como pessoas deficientes, as quais não dispunham de capacidade de discernimento para fazer distinção entre o bem e o mau?  Muitas destas tendo morrido sem muita idade, ou como crianças ou bebês. E as pessoas que viveram em lugares e ápocas sem acesso ao evangelho?
Observe que Jesus diz: "todos os que estão nos túmulos memoriais", ele não disse: "Alguns".  Assim, a única interpretação que se ajusta perfeitamente ao contexto geral das Escrituras é a de que a ressurreição é apenas para os que Deus julgar merecedores dela, sendo que estes, após a ressurreição, serão avaliados durante o milênio, baseando-se nas ações praticadas durante este período, com base nas coisas escritas nos rolos, a saber, a vontade revelada de Deus. As ações destes, após terem sido ressuscitados, resultaram em sua ressurreição ter sido ou para vida eterna ou para condenação eterna.
 
A declaração de Jesus estar no tempo passado não muda a realidade, pois as palavras de Jesus fazem uma analise retrospectiva, declarando um fato do ponto de vista de sua conclusão.
 
Para mais detalhes, acessem:
 
 
João 8:58
"Jesus disse-lhes: “Digo-vos em toda a verdade: Antes de Abraão vir à existência, eu tenho sido."
 
Na versão Almeida: "Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU."
Conforme se lê na versão Almeida, pode-se observar uma tentativa de ligar a declaração de Jesus em João 8:58 com a expressão de Êxodo 3:14, onde Jeová fala: "EU SOU O QUE SOU", segundo a versão Almeida e outras.
Até mesmo dizem que a Septuaginta diz: "Ego eimi ho on", "Eu sou o ser".
 
Para não sermos repetitivos, leia acima a explicação ao texto de Êxodo 3:14.
 
João 10:30
"Eu e o Pai somos um."
 
Texto muito usado pelos trinitários para dar sustentação a crença de que Jesus é um Deus junto do Pai e do espirito santo, a trindade.
Obviamente que uma mente lúcida e lógica não chegaria a tal conclusão baseando-se nessa declaração, já que ela não nos leva a tal conclusão.  O texto apenas esclarece que Jesus tem algo em comum com o Seu Pai.
Mas o que leva os trinitários a supor que Jesus aqui se refira à Deidade? Nada das Escrituras, a não ser sua própria opinião pessoal, à qual se apegam num esforço desesperado de fornecer provas para o improvável.
O que Jesus estava declarando pode ser entendido analisando o contexto neste mesmo livro, observando o que ele declara em uma de suas orações, observe:

“Faço solicitação, não somente a respeito destes, mas também a respeito daqueles que depositam fé em mim por intermédio da palavra deles; a fim de que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em união comigo e eu estou em união contigo, para que eles também estejam em união conosco, a fim de que o mundo acredite que me enviaste. Também, eu lhes tenho dado a glória que tu me tens dado, a fim de que sejam um, assim como nós somos um."   João 17:20-22
 
Em João 17:21, 22, Jesus orou a respeito de seus seguidores: “A fim de que todos sejam um”, e acrescentou: “para que sejam um, como nós o somos”. Usou a mesma palavra grega (hen) para “um” em todos estes casos. Obviamente, os discípulos de Jesus não se tornam todos parte da Trindade. Mas participam sim da união de propósito com o Pai e com o Filho, a mesma espécie de união que une Deus e Cristo.
 
Interessante notar que em nenhuma dessas declarações Jesus falou de uma suposta terceira pessoa da trindade, o que certamente faria caso se de fato existisse uma terceira pessoa. Mas esta não é uma verdade bíblica; por isso não houve qualquer declaração a respeito.

Quando Deus uniu homem e mulher, foi feita uma declaração de que seriam "uma só" carne; isso não os tornaria a mesma pessoa ou os colocaria como iguais em atributos ou autoridade. Ao homem foi delegado a posição de cabeça e governante da família humana, assim, da mesma forma Jesus, que, embora existindo em forma de Deus, não usurpa a posição de seu Deus e Pai, com O qual é um em propósito e objetivos; mas como Filho de Deus atua como o segundo em autoridade na família celestial. Contudo, ainda assim, submisso e obediente a Seu Deus e Pai.
Gênesis 2:24   1 Coríntios 11:3   João 10:36

João 20:28
"Em resposta, Tomé disse-lhe: “Meu Senhor e meu Deus!"
 
O texto acima tem sido usado para sustentar a crença trinitária de igualdade na deidade entre Cristo e o Pai.
Porém, novamente frisamos: O texto não faz esta declaração e nem possui elementos suficientes para se chegar a tal conclusão. Vejamos o porquê.

O termo Théos não é nome próprio, mas adjetivo e tem sido atribuído a seres espirituais e a humanos, tanto representantes de Deus como em oposição a Ele.  Esta atribuição consta nas Escrituras Sagradas.
De modo que constar este termo nessa declaração, que alguns atribuem forçosamente apenas a Jesus, não nos deve levar à conclusão de Jesus é O Deus dos Judeus, O Deus Jeová.   João 8:54
Se Tomé estava fazendo uma declaração apenas a Jesus, ou a Jesus e a Deus, ao dizer: "O Deus de mim e o senhor de mim", podemos aceitar o testemunho das Escrituras para verificação.  O que ele pode nos dizer?

Estaria Tomé declarando que Jesus é O Deus dele?  Não! Tomé estava na realidade confessando a Deus e a Jesus, pois ali estava a prova viva de que Deus havia ressuscitado Jesus, fato do qual Tomé estava duvidando ser realidade.
Ao presenciar Jesus diante de si, naturalmente Tomé glorificou a Deus retratando-se diante de Deus e de Jesus, "O Deus dele e O Senhor dele".  As palavras foram dirigidas a Jesus qual representante de Deus, assim, Tomé falava como homens do passado, os quais falavam a Deus por meio de Seus representantes, declarações feitas diante dos anjos mas destinadas ao Deus deles.  Observe Gênesis 19:15-18 na NM.
Davi, por inspiração, também chamou Jesus de "meu Senhor", mas não reconhecia a ele como sendo Jeová, pois o próprio Davi disse que Jeová estava concedendo ao seu Senhor, o "Senhor de Davi", que se sentasse ao lado de Jeová, O Deus de Davi.  Assim vemos que O Senhor de Davi neste caso não era O Deus de Davi.   
Salmo 110:1  Marcos 12:37  Lucas 1:43  João 20:13  Atos 2:34-36  
Neste texto, Davi fala de seu Senhor e de seu Deus, alguém diria o contrário?  Óbvio que não!
No entanto, nenhuma mente lúcida associa os dois como sendo UMA pessoa ou como possuindo iguais poderes.

João declara que estes sinais, que constam nas suas Escrituras, foram assentados por escrito, não para que crêssemos que Jesus é O DEUS, mas sim que para que crêssemos que Jesus é o Filho de Deus. João 20:31
Infelizmente, para alguns este objetivo não foi alcançado, uma vez que desacertaram do objetivo de João.

Só podemos declarar por João, como Paulo o fez relacionado a estes: "Temo por vós, que de algum modo eu tenha labutado em vão com respeito a vós."  Gálatas 4:11
 
Para entender mais sobre o fato de o termo théos não se limitar como adjetivo apenas ao Pai, acesse o link abaixo:


Atos 1:18
"Este mesmo homem, portanto, comprou um campo com o salário da injustiça, e, jogando-se de cabeça para baixo, rebentou ruidosamente pelo meio e se derramaram todos os seus intestinos".
 
Esse texto tem sido usado para alegar que a Bíblia se contradiz ao declarar que Judas se jogou, ao passo que sua morte foi em resultado de uma queda, e não em resultado de enforcamento.
Mateus 27:5 diz que ele se enforcou.

Como compreender isso?
 
Temos de entender que Lucas, ao escreveu Atos dos Apóstolos, não iria contradizer o relato de Mateus em sua descrição da morte de Judas; ao contrário, suas palavras apenas poderiam somar-se ao que Mateus havia escrito.
Assim, temos a compreensão de que Judas de fato enforcou-se, pois a expressão jogando de cabeça para baixo é uma referência ao ato de jogar-se para o enforcamento.  Se a região onde Judas enforcou-se era numa região alta, como num penhasco, o lugar onde sua corda foi amarrada poderia ter sido num penhasco ou não.
A topografia da cidade em alguns locais permite que possa ter sido à beira de um penhasco.
 
Assim temos algumas possibilidades sem afirmações ou dogmas.
 
1- Judas poderia ter se jogado de cabeça para baixo para o enforcamento, e então a corda, ou lugar onde estava presa a corda, rompeu-se; e Judas caiu deste lugar alto. Devido à queda entre pedras, seu corpo rompeu-se expondo os órgãos internos.

2- Judas poderia ter se jogado de cabeça para baixo para o enforcamento e, ao mesmo tempo que quebrou a nuca, a corda ou lugar onde estava presa a corda rompeu-se; e Judas caiu já morto deste lugar alto. Devido à queda entre pedras, seu corpo rompeu-se expondo os órgãos internos.
 
3- Judas poderia ter se jogado de cabeça para baixo para o enforcamento e morrido asfixiado; e, quando ocorreu o grande terremoto, que rachou sepulturas e abalou a cidade, na morte de Jesus, ou o segundo terremoto, na sua ressurreição, pode ter feito com que a corda tenha arrebentado e o corpo caindo abaixo num penhasco sobre as pedras, expondo seus órgãos internos, os quais se esparramaram pelo chão.
 
4- Judas poderia ter se jogado de cabeça para baixo para o enforcamento e morreu asfixiado; e, depois de alguns dias, seu corpo, já em processo de putrefação ou decomposição, arrebentou-se. Seus órgãos internos se esparramaram pelo chão.

Enfim, todas essas são possibilidades.  A opção de número 2, em razão da qual se poderia perguntar: "Como alguém poderia saber se Judas caiu já morto devido à quebra de seu pescoço ou se o pescoço havia quebrado na queda, temos de entender que a declaração de Pedro cheio de espírito santo poderia ter assegurado esta revelação, ou, uma das outras opções deve ser verdadeira.
 
Não há razão para aceitar que declarações que constam nas Escrituras são contradizentes; antes são que complementares.  No entanto, a verdade é que Judas morreu devida à sua própria transgressão. É isso que o texto quer enfatizar.

Atos 20:28
"Prestai atenção a vós mesmos e a todo o rebanho, entre o qual o espírito santo vos designou superintendentes para pastorear a congregação de Deus, que ele comprou com o sangue do seu próprio [Filho]"
 
 
Texto usado para dar suporte à crença na Trindade.
Segundo alguns trinitários, O Deus do qual se fala aqui é Jesus, uma vez que seria com seu sangue que foram comprados aqueles que fazem parte da congregação de Deus.
 
Bíblia Sagrada, 36.a edição (1980), Matos Soares reza: “Atendei a vós mesmos e a todo o rebanho, sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para governardes a Igreja de Deus, que ele adquiriu com o seu próprio sangue.”
 
A Bíblia Sagrada (1969), João Ferreira de Almeida, edição revista e corrigida, Bíblia Sagrada, 20.a edição (1973), Centro Bíblico Católico, traduzida mediante a versão dos Monges de Maredsous (Bélgica), A Bíblia Sagrada (1972), versão da Imprensa Bíblica Brasileira baseada na tradução de João Ferreira de Almeida. usam fraseologia similar. 
 
Mas, na Novo Mundo, a parte final do versículo reza: “com o sangue do seu próprio [Filho]”. 
The Jerusalem Bible, Ed. ingl. (1966), Alexander Jones, editor geral. reza de modo similar.

Também A Bíblia na Linguagem de Hoje (1973), Bíblia Fácil, Centro Bíblico Católico, Paulo Avelino de Assis, Bíblia Mensagem de Deus (1983), Gabriel C. Galache, coordenador geral, rezam “por meio do sangue do seu próprio Filho”.
Que tradução(ões) concorda(m) com 1 João 1:7, que diz: “O sangue de Jesus, seu Filho [de Deus], purifica-nos de todo o pecado”? (Veja também Revelação 1:4-6.) Segundo expresso em João 3:16, enviou Deus a seu Filho unigênito, ou ele próprio veio como homem, para que tenhamos vida? Não foi o sangue de Deus, mas o de seu Filho que foi derramado.
 
Ora, Deus não possui sangue e nem jamais o possuiu, pois é o Filho de Deus quem veio à Terra e se tornou carne.
A expressão pode ser entendida também como se referindo à intimidade parental entre Deus e Jesus, como quando uma mãe fala de seu filho como sendo seu Sangue, ou seja, nascido dela.  Porém, é muito mais sensato acreditar que o contexto fosse suficientemente claro para que os leitores entendessem naturalmente de quem se estava falando no texto, não causando confusão na mente dos leitores que discerniriam que se tratava de Jesus, o Filho de Deus.
 
O texto também poderia ser traduzido:
 
"Para pastorear a congregação de Deus, que ele comprou com o sangue do que lhe é próprio."
"Para pastorear a congregação de Deus, que ele comprou com o sangue do que é seu"
"Para pastorear a congregação de Deus, que ele comprou com o sangue do que lhe pertence"

Nada em nenhum momento sugere que Deus tenha sangue ou que o Deus aqui mencionado se refira a Jesus.

Referente a este texto, a Bíblia de Estudo Almeida traz na nota de rodapé: "O seu próprio sangue, isto é, do seu Filho."

Romanos 9:5
"Deles são os patriarcas, e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre. Amém!"  -Almeida
 
Tradução do Novo Mundo
 
"A quem pertencem os antepassados e de quem [procedeu] o Cristo segundo a carne: Deus, que é sobre todos, [seja] bendito para sempre. Amém"
 
No apêndice 6D da Tradução do Novo Mundo com referências você poderá encontrar uma resposta excelente sobre qual seria a tradução mais exata diante das regras gramaticais gregas.
Perceberá também que outros eruditos reconhecem que a parte final é compreendida como um doxologia e que está se referindo a Deus, O Pai, e não a Jesus, o Filho.
Poderíamos citar todo o trecho aqui, mas esta informação é acessível a qualquer Testemunha de Jeová e os interessados podem buscar junto delas.
As próximas doxologias encontradas em Romanos também terminam falando de Deus, o Pai, ou fazendo nítida distinção entre tais.   Romanos 11:36  15:33  16:20   16:27

Segundo o contexto, aquele de quem se fala na construção que precede à doxologia, descende dos antepassados segundo a carne; assim, de modo algum pode ser Deus, pois Deus não tem antepassados.
Ademais, se o texto de Romanos fosse entendido como se referindo a Jesus como sendo O Deus que é sobre todos, poderíamos perguntar aos trinitários se Jesus é sobre, até mesmo O Pai e o espirito santo, uma vez que se diz queJesus é sobre todos Deus; excluindo assim as demais pessoas da deidade da cristandade?
Note que olhando do ponto de vista trinitário, o texto fala apenas de Jesus e não das demais pessoas da trindade.

Observe que as palavras de Paulo são uma declaração que acaba num clímax; ele fala desde sua geração onde ele está incluso, descrevendo para trás em ordem lógica "a adoção como filhos, e a glória, e os pactos, e a promulgação da Lei, e o serviço sagrado, e as promessas", e finalmente, os antepassados de quem [procedeu] o Cristo segundo a carne: Deus, que é sobre todos, [seja] bendito para sempre. Amém."

O texto claramente leva-nos até as origens de todas as coisas, que é Deus, O Pai, do qual procederam todas estas coisas, inclusive o Filho.

1 Coríntios 5: 11-13
"Mas, eu vos escrevo agora para que cesseis de ter convivência com qualquer que se chame irmão, que for fornicador, ou ganancioso, ou idólatra, ou injuriador, ou beberrão, ou extorsor, nem sequer comendo com tal homem. Pois, o que tenho eu que ver com o julgamento dos de fora? Não julgais vós os de dentro, ao passo que Deus julga os de fora? “Removei o [homem] iníquo de entre vós.”
 
Esse texto tem sido usado para afirmar que Deus deseja apenas a disciplina de um pecador, sem, no entanto, deixar de falar ou ter relacionamento íntimo com ele.

Bem, certamente que nenhum cristão deve em hipótese alguma ser arrogante e desumano para com nenhuma pessoa, porque isso seria desviar-se dos objetivos do cristianismo; contudo, devemos ver onde estão os limites concedidos pela Palavra de Deus para o relacionamento com ex-cristãos.
 
Bem, o texto começa falando que deve haver uma cessação no convívio, de modo que não podemos fugir do fato de que uma mudança no relacionamento deve ocorrer; caso contrário, não se pediria que houvesse uma cessação.
Desobedecer isso é desobedecer não a uma organização religiosa, mas sim a Deus.
 
Mas será que esta cessação de convivência era para com todo o mundo? Não. Apenas para aqueles que são chamados de irmãos, ou seja, pessoas que estão associadas ou estavam associadas como irmãos dentro de nossa fraternidade cristã.  Existem muitos que são gananciosos, mas não são fornicadores; muitos jamais se tornarão idólatras, mas são injuriadores; outros não injuriam e nem fornicam, mas fazem extorsão exigindo coisas ilícitas através de ameaças.  Não importam quais sejam as falcatruas, devemos deixar de ter convivência com pessoas que fazem isso ou praticam coisas semelhantes a essas.   Gálatas 5:19-21
Não é nem preciso que alguém esteja desligado da fraternidade para que detectemos comportamentos que nos farão deixar de ter convivência com alguém; basta observarmos que existe resistência aos conselhos de uma pessoa que se diz irmã mas que não muda seu estilo de vida para se ajustar as Escrituras.
 
Tomar uma refeição junto nos tempos bíblicos era evidência de convívio íntimo, tanto que nenhum Judeu jamais comia uma refeição junto dos gentios ou das pessoas das nações.  Atos 10:28
Por isso Paulo disse que os que eram ou haviam sido irmãos, mas que vivessem como mundanos deviam ser deixadas sem nosso convívio.
 
Aceitar depois da morte Jesus a inclusão de gentios entre os cristãos se dava em vista de sua conversão, e não de sua natureza estrangeira.  As leis dadas aos Judeus foram abolidas, pois encontram sua realidade espiritual hoje no Israel de Deus.  Elas apontam para os princípios da lei, a saber: O afastamento dos estrangeiros ou daqueles que não servem ao mesmo Deus e não seguem a lei do Cristo.
Estes devem ser mantidos afastados; não se deve ter intimidade com tais.
Imagine agora os que se voltavam contra a sua própria nação ou família israelita.
Jesus disse que eram para ser tratados como as pessoas das nações, ou seja, manter-se afastado de tal.
 
Já os que pecavam contra a lei, morriam e eram apedrejados vivos diante de todos, Deus ordenava que assim ocorresse devido à rebelião contra a nação e a lei.  Estes não poderiam ser tolerados dentro da nação e certamente não se permitia que estes rebeldes simplesmente fossem embora para viver em outras nações. Não; eles eram mortos, pois, ao estarem debaixo da lei e cônscios das implicações da desobediência, eram responsáveis pelas consequências que viriam pela quebra destas mesmas leis.   Assim ocorre hoje entre os que professam ser cristãos mas que abandonam a vereda cristã, morrem para com a fraternidade.
Estes podem vir a ser readmitidos graças à benignidade imerecida e ao sacrifício de Jesus, e, quando isso ocorre, é como voltar dentre os mortos, sendo novamente restabelecido ao convívio e associação com a fraternidade.
Não seguimos ordens de homens para estes procedimentos, eles são bíblicos.
 
A obediência a estes princípios trariam consequências para o convívio familiar de um modo drástico.
Jesus disse que as suas palavras ou mandamentos resultariam em divisões familiares, não que Jesus era um divisor de famílias, mas sim que, devido ao apego de uns e à oposição de outros, haveria inimizade dentro da família dos cristãos.

"Pois vim causar divisão; o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a jovem esposa contra sua sogra.
Deveras, os inimigos do homem serão pessoas de sua própria família. Quem tiver maior afeição pelo pai ou pela mãe do que por mim, não é digno de mim; e quem tiver maior afeição pelo filho ou pela filha do que por mim, não é digno de mim".   Mateus 10:35-37
 
O que Jesus dizia aqui é fácil de entender.  Ele deixava claro que, devido ao apego a suas normas e leis, as relações familiares sofreriam rupturas, até mesmo ao ponto de haver oposição entre pessoas tão intimas como mãe e filho.
O apego às normas justas de Deus não implicavam deixar de amar estas pessoas, mas o erro seria sim amá-las mais do que às leis do Cristo.
Que o apego a estas diretrizes resultaria em oposição fica evidente dos texto, mas Jesus já avisou:
 
"E aquele que não aceita a sua estaca de tortura e não me segue não é digno de mim. Quem achar a sua alma, perdê-la-á, e quem perder a sua alma por minha causa, achá-la-á."   Verso 38-39
 
O que Jesus estava dizendo aqui pode ser resumido da seguinte forma: "Mesmo que tenha de morrer, não largue de minha lei".
 
Assim, não desejamos ter tratos com os que abandonam a lei de Jeová, mas sim que eles voltem para que possam mostrar que desejam viver em harmonia com Sua vontade. Do contrário, temos de optar por amar mais aqueles que estão em oposição à nossa forma de adoração, a qual cremos ser a aceitável a Deus; ou então, nos apegar à vontade de Deus e evitar tais associações.  Não existe trégua; ou você é "Judeu" ou "não", ou é Testemunha de Jeová ou não.
 
Acessem:
 
 
 
1 Coríntios 13:1
"Se eu falar em línguas de homens e de anjos, mas não tiver amor, tenho-me tornado um [pedaço de] latão que ressoa ou um címbalo que retine".
 
Esse texto é usado para provar que existem línguas desconhecidas dos humanos, por exemplo a "língua dos anjos".
Muitos religiosos usam essa passagem para alegar que ela dá suporte para a crença em um idioma desconhecido, que seriam as línguas "estranhas" ou idioma dos anjos.  Isso é mais uma das deturpações do texto bíblico.
Paulo quando estava a escrever para os Coríntios, usou uma hipérbole; isso fica evidente em todo o contexto bíblico.
Temos aqui nesse texto a partícula grega "ean" (ainda que, mesmo que, e se) que é condicional; não significa de modo algum que o mencionado ocorreu ou ocorrerá, mas coloca a declaração subseqüente na esfera das possibilidades.  Será que Paulo estava familiarizado com todos os segredos sagrados (mistérios)?  NÃO!
Tinha Paulo toda a fé de modo a transplantar montes?  NÃO!
Deu Paulo todos os seus bens para alimentar os outros?  NÃO!
Deu Paulo o seu corpo para morrer em resgate ou beneficio de outro?  NÃO!
Todas estas declarações são precedidas da frase: "E se, mesmo que ou ainda que".
Paulo apenas estava enfatizando que mesmo que tais coisas fizesse, nada seria útil sem o amor.
O texto de modo algum serve para provar que Paulo ou qualquer outra pessoa falasse em uma língua angélica, até porque as línguas eram como sinal para os incrédulos, para que eles, ouvindo a palavra de Deus em seu próprio idioma, pudessem se voltar a Deus e se converter de suas más obras. Que utilidade haveria línguas nos idiomas dos anjos? Pregariam os humanos agora aos anjos? Obviamente que não!  Hebreus 2:16

As Escrituras não ensinam que os cristãos do primeiro século falavam todos em línguas e muito menos em línguas desconhecidas da Terra.  1 Coríntios 12:30-31
Se uma língua era nova, era apenas no sentido de que ela era nova para aquele que a desconhecia ou para aquele que recebeu o dom de a falar. Por "nova" não significava que era inexistente, pois língua que não existe, simplesmente não existe. Ademais, não existe a expressão "novas" línguas nas Escrituras sagradas, nem mesmo o texto espúrio de Marcos 16:17, que reconhecidamente não foi escrito por Marcos, mas é um acréscimo posterior, não consta a palavra "novas", que algumas bíblias tendenciosas acrescentam.
Daí já vemos o nível de deturpação que muitos têm feito com a Palavra de Deus, ao ponto de deturpar até mesmo o que já é espúrio.  

1 Coríntios 14:2
"Pois quem fala numa língua, fala, não a homens, mas a Deus, porque ninguém está escutando, mas ele fala segredos sagrados pelo espírito."
 
A versão Almeida reza: "Pois quem fala em outra língua não fala a homens, senão a Deus, visto que ninguém o entende, e em espírito fala mistérios."
 
A palavra "escutando", que a versão Almeida traduz por "entende", no idioma grego é "akoúo" e significa ouvir ou compreender pelo ouvir.
É a mesma palavra usada em João 8:43, 47 para mostrar que os fariseus não escutavam Jesus.
Claro está que os Fariseus ouviam as palavras de Jesus, mas não as compreendiam, de modo que as palavras de Jesus não eram levadas a sério já que eles não as escutavam.
Da mesma forma, as línguas faladas conforme 1 Coríntios 14:2 eram línguas conhecidas de algumas pessoas, mas, quando estas pessoas não estavam presentes à reunião, havendo apenas pessoas que falavam outros idiomas, as palavras de quem falava esta língua não eram escutadas ou compreendidas pelos presentes na reunião.
Somente Deus as podia compreender.   Esse é o motivo de Paulo mandar que, se alguém falasse numa língua, que houvesse tradutor, do contrário deveria ficar calado nas reuniões.  1 Coríntios 14:27-28
Paulo deixou claro que, embora as línguas fossem desconhecidas para alguns, não eram desconhecidas de alguém no mundo, pois nenhuma língua era sem sentido.   1 Corintios 14:9-13
 
Paulo de modo algum está dizendo aqui que as línguas são sons ininteligíveis e que este é o modo em que as línguas eram usadas.  Ele na verdade está tratando da função de tradução, que era uma função necessária na congregação.
Podemos ver isso nitidamente no texto conforme o versículo 5.

Assim, quem falava numa língua, falava não a homens mas a Deus, apenas se não houvesse um tradutor, o que  solicitou-se que houvesse, do contrário, ninguém escutaria, uma vez que seria idioma desconhecido dos ouvintes. 
De modo que seriam segredos e mistérios aos que ouviam as palavras; mas, se houvesse tradutor - uma ordem de Paulo - então deixaria de ser segredo e passaria a ser útil para a congregação, edificando-a.

Completamente diferente da forma distorcida e sem nexo pregada e vivida hoje por igrejas pentecostais.

2 Coríntios 3:6
"Quem deveras nos habilitou adequadamente para sermos ministros dum novo pacto, não dum código escrito, mas de espírito; pois o código escrito condena à morte, mas o espírito vivifica".
 
Texto que alguns religiosos utilizam para dizer que o estudo da Bíblia sem a direção do espirito santo pode levar a morte espiritual.  Também usado por alguns para dizer que ler a Bíblia demais pode levar à loucura ou à morte.

Chega até a ser cômico saber que existem pessoas que dão está interpretação ao texto. E não me admira, pois já observei muita coisa parecida.  Pessoas dizendo que Jesus tinha esposa porque os soldados disputavam a tuníca de Jesus, e que esta tal de Tuníca seria sua esposa. Que Jesus entrou em Jerusalém em cima de uma jamanta, sendo que o pobre pregador era mau dos olhos e não percebeu que na verdade era jumenta.
Que Jesus era músico, pois, ao observar um cortejo fúnebre onde uma viúva havia perdido um filho na morte, chegou perto e tocou no esquife, e o esquife, segundo estes bem preparados pregadores, era um instrumento musical.
Quem não conhece a história do "pastor", que, usando a Bíblia, persuadiu uma mulher a ter relações sexuais com ele, mesmo sendo casada porque "ele achou uma base" nas Escrituras para adulterar com ela?
 
 
Bem, ignorâncias à parte, vejamos a interpretação correta do texto de 2 Coríntios 3:6.
 
Na versão Almeida, o texto reza: "O qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica".
 
Quando analisado em seu devido contexto, se observa que Paulo fala não que as Escrituras ou sua leitura matam, mas sim que a Lei dada ao povo ou a letra que constava nestes escritos condenava à morte, uma vez que ninguém consegue guardar a lei perfeitamente, ela condenava seus pretensos observadores à morte, de modo que esta letra é que mata, e não pela sua leitura; mas sim pela deficiência dos leitores em cumpri-la. Não que as Escrituras ou a leitura dela levam alguém à morte ou à loucura.
Observe 2 Coríntios 3:7
 
O próprio Jesus disse: “Pesquisais as Escrituras, porque pensais que por meio delas tereis vida eterna; e estas mesmas são as que dão testemunho de mim. Contudo, vós não quereis vir a mim para ter vida." João 5:39-40
 
No texto acima, Jesus igualmente não diz que as Escrituras não podem nos dar vida eterna, mas ele diz que, se eles desejassem receber a vida que vem da leitura e do estudo das Escrituras, deveriam compreender que Ela está repleta de citações a respeito da vinda dele e de sua obra. Porém eles não queriam aceitar esse testemunho.
Jesus sempre deixou claro que a vida eterna dependia de se entender a verdade.  João 17:17
Josué seguiu a ordem de Deus de ler as Escrituras todos os dias; e ele só tinha o pentateuco, de modo que a leitura da lei igualmente não trazia à morte; descumpri-la sim.  Ela apontava igualmente para a incapacidade, por parte dos humanos, de prover sua própria salvação.   Josué 1:8   Gálatas 3:23-25
 
O mesmo erro não deve ser repetido como alguns o fazem, com João 8:32, que diz:
"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará".
 
Alguns infelizes usam este texto para dizer que tudo que 'basta é aceitar Jesus e pronto'; 'o estudo da Bíblia ou de publicações relacionadas não é importante, fazer pesquisa é bobagem'.
Baseado nos textos e argumentos precedentes, já vimos que este tipo de pensamento não procede das Escrituras.
 
Efésios 1: 4-5
"Assim como nos tem escolhido em união com ele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e sem mácula diante dele em amor. Pois ele nos predeterminou para a adoção como filhos para si mesmo, por intermédio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade."

Texto utilizado para provar a doutrina da predestinação de indivíduos e onisciência absoluta.
Declaram que Deus aqui deixa claro que predeterminou as pessoas que seriam salvas desde a fundação do mundo.

Podemos entender do texto, não que Deus predeterminou indivíduos, mas sim que predeterminou a classe de pessoas que seriam salvas, as quais se tornariam filhos de Deus.
Deus predeterminou um perfil ou características, as quais se faziam necessárias para que tais pessoas pudessem ser declaradas justas.  Estando dentro deste perfil predeterminado por Deus desde o inicio da humanidade, Deus pode certamente dizer que os escolheu desde a fundação da humanidade ou mundo.

Nada no texto está declarando que é impossível perder a salvação devido a uma escolha parcial feita por Deus sem nossa participação e busca.  O ensino de que Deus predetermina a salvação ou perdição eterna de indivíduos, antes mesmo destes nascerem, não é suportado pelas Escrituras.

Para analisar mais informações sobre este assunto, acessem:


Filipenses 2: 5-6
"Mantende em vós esta atitude mental que houve também em Cristo Jesus, o qual, embora existisse em forma de Deus, não deu consideração a uma usurpação, a saber, que devesse ser igual a Deus."
 
 
A versão Almeida RA, reza: "Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus"
 
O texto tem sido usado pelos trinitários para alegar que Jesus é igual a Deus por subsistir ou existir em forma de Deus.  Certamente que existir em forma de Deus não o torna igual àquele, em cuja forma ele tem existido.
Posso viver em forma de rei sem no entanto ser rei, desde que tal privilégio me seja concedido.
Jesus vivia em forma de Deus, pois era um ser espiritual de grande poder, mas tal poder lhe foi dado de modo que ele viver em forma de Deus significa a qualidade da vida usufruída e não a identidade.
Observe que a palavra "morphe" está se referindo à condição de tal existência e não da natureza da mesma.
Se no texto estivesse Paulo falando que Jesus era O Deus, ele teria escrito:

"Mantende em vós esta atitude mental que houve também em Cristo Jesus, o qual, sendo Deus, não se apegou a sua deidade, a saber, que não devesse abrir mão da posição de Deus"

Mas esta não é a expressão encontrada em Filipenses 2:5, pois no texto se diz que Jesus, vivendo em forma de Deus, não usurpou tal poder ou tentou estabelecer que viver nesta forma fosse algo que lhe dava igualdade com ou superioridade sobre Deus, mas antes, ele, mesmo vivendo nesta condição, abriu mão dela para vir na forma humana e depois de estar vivendo nesta forma, humilhou-se até a morte.    Era isso que Paulo estava ensinando aos cristãos imitar.
 
Ainda temos de analisar como os argumentos e doutrinas trinitárias derrubam a si mesmas.
Observe que, segunda a cristandade, Jesus ao ressuscitar veio num corpo de carne e osso, retendo e levando este mesmo corpo aos céus após a sua ascensão, de modo que, se Jesus vive nos céus num corpo de carne e osso conforme dizem, ele não pode estar existindo em forma de Deus, pois O Pai não possui carne e sangue. Logo, esta deidade meio-carne, meio-osso espiritual não tem nexo.   São bobagens e subprodutos das heresias babilônicas.

Analise estes detalhes a seguir.
 
Jesus é Filho de Jeová, Filho de Deus, assim também o são os anjos de Deus por serem criações deste.
As escrituras declaram que nenhum entre os filhos de Deus é semelhante a ele.  Salmo 89:6
Todos estes vivem no céu e, conforme as Escrituras declaram, ninguém nos Céus pode ser comparado a Jeová e ninguém pode ser assemelhado a ele.   O próprio Miguel, que acreditamos ser Jesus, possui um nome que vindica a Deus como não tendo iguais: seu nome significa um desafio em forma de pergunta: "Quem é semelhante a Deus?"
Se Deus fosse várias pessoas, não se falaria de "Ele ser", mas sim de "Eles serem" ou "Nós somos".
Mas observe que, quando se fazem as declarações que constam em Isaías 40:25 e 46:5, se diz:
 
“Mas a quem me podeis assemelhar de modo que eu deva ser feito igual a ele?” diz o Santo"

“A quem me assemelhareis ou [me] fareis igual, ou [com quem] me comparareis para que nos assemelhemos?"
 
Diante de tudo isso, fica evidente que Jesus, embora exista em forma de Deus, assim como os anjos, não se declara igual a Deus e tampouco tenta usurpar uma posição de igualdade com Deus.
 
Ele mesmo disse acerca do único Deus: "O Pai é maior do que eu"  João 14:28  João 17:3  1 Coríntios 8:5-6
Jesus, como enviado do Pai, era menor do que ele.   João 8:42  13:16   João 4:34
Jesus nos ensinou que Deus era uma pessoa, e Jesus outra; e nós deveríamos crer nas duas.  João 14:1  
 
Assim, viver em forma de Deus e até mesmo ser atribuído a alguém o título predicativo théos, não é suficiente para elevar a tal pessoa a posição do Pai, o único soberano e Deus dos deuses, o Deus grande.   Deuteronômio 10:17

Colosenses 1:15-17
"Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; porque mediante ele foram criadas todas as [outras] coisas nos céus e na terra, as coisas visíveis e as coisas invisíveis, quer sejam tronos, quer senhorios, quer governos, quer autoridades. Todas as [outras] coisas foram criadas por intermédio dele e para ele. Também, ele é antes de todas as [outras] coisas e todas as [outras] coisas vieram a existir por meio dele,"
 
Texto igualmente usado para tentar provar que Jesus é Deus Todo-Poderoso.
 
Note que o texto não deixe margem para dúvidas. Diz-se que Jesus é a imagem do Deus invisível, e não que ele seja O Deus invisível. Isso está claríssimo no texto.   Alguns dizem que a palavra primogênito em 1:15 significa principiador ou principal da criação de Deus, mas note que no contexto a mesma palavra foi usada por Paulo para aludir ao significado de "primeiro".  Observe o verso 18.  Será que Paulo queria com a palavra "primogênito" dentre os mortos dizer que Jesus era o principiador dos mortos?  Queria dizer que Jesus era o principal dos mortos?
Acreditamos que não era esse o significado da palavra primogênito em nenhuma das ocorrências; antes, Paulo estava falando de Jesus "se tornar aquele que é primeiro em todas as coisas."  NM

O texto também fala de todas as coisas terem sido cridas ou trazidas à existência por meio dele, ou seja, tendo ele como agente ou mediador. Também declara que ele "é" ou existe antes de todas as coisas.
Isso demonstra que Jesus era um instrumento de Deus ou assistente o qual Deus usava para treinar e trazer todas as suas criações à existência, o que não anula o fato de o próprio Jesus ter sido trazido a esta existência.

Analise estes textos em ordem lógica.

Gênesis 1:26 mostra que Deus não atua sozinho para trazer o homem à existência.
1 João 1:1-2 mostra que Jesus estava no princípio com o Pai.
João 1:1 mostra que este era chamado de a Palavra e estava com O Deus, e Lhe era semelhante.
Provérbios 8:27-31 mostra que Jesus era um aprendiz, aluno ou mestre-de-obras e estava ao lado de Deus.
João 5:20 finaliza mostrando que o Pai mostra ou ensina ao Filho tudo o que ele mesmo faz.
Miqueias 5:2 mostra que Jesus teve origem em tempos remotos.
Todos estes textos, e muitos outros não citados, mostram que Jesus foi trazido à existência, tornando manifesta a sabedoria de Deus e trazendo à existência o princípio. Depois foi usado como assistente para aprender, através da prática, ao trazer à existência as demais coisas sob a orientação de Deus.
 
Isso encontra suporte no texto de Colossenses 1:15-17, onde se diz que Deus trouxe à existência outras coisas por intermédio (dia), sendo ele um canal ou mediador entre Deus e as demais criaturas.
 
Leia mais aqui: Jesus - criado ou gerado?
 
 
Colosenses 2:9
"Porque é nele que mora corporalmente toda a plenitude da qualidade divina."
 
versão Almeida reza:
 
"Porquanto, nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade."
 
O presente texto tem sido usado para alegar que Jesus é o Deus Todo-Poderoso já que se diz que nele habita toda a plenitude da divindade.   Nada no texto indica que Jesus é o mesmo Deus de Quem ele recebe a plenitude da divindade, pois receber algo de alguém não significa ser este alguém, mas sim permitir que o exposto pelo dador da divindade possa ser exposto por aquele que a recebe.   Observe que Colossenses 1:19 deixa claro que esta plenitude é derivada do Pai, sendo uma concessão, e não um atributo essencial, pois o que é essencial não pode ser recebido de outro, se o for, já não é mais essencial, e sim derivado.  Portanto, o que Paulo diz em Colossenses 2:9 significa que Deus O Pai achou bom ou aprovou que em Jesus as qualidades essências de Deus fossem manifestadas plenamente, para que, através dele, os cristãos pudessem receber da mesma plenitude.
Este é o motivo de Jesus, após sua ressurreição, ter recebido todo o poder ou autoridade no Céu e na Terra, de modo que a posição de cabeça universal, que antes era exclusiva de Jeová, é agora compartilhada temporariamente por Jesus, sendo, porém, excetuado de estar debaixo desta autoridade, o próprio Pai que a Cristo tudo submeteu.  
Mateus 28:18   1 Coríntios 15:27-28.

1 Coríntios 15:24 declara que Jesus devolverá às mãos do Pai o poder do Reino, depois de eliminar todo vestígio de oposição, porque, segundo os idiomas originais gregos, se diz que é necessário que ele exerça poder régio até certo limite (grego=achri), porém, nos dias em que tudo estiver sujeito ao Filho, naquele tempo, então o Filho de Deus se sujeitará, no sentido de deixar sua posição de mediador ou elo entre Deus e os homens, vindo Deus, O Pai, assumir novamente a posição de comunicação direta com os homens sem necessidade de mediador.

Assim, Jesus recebe toda a plenitude da divindade para atuar em nome Desta divindade, mas depois ele mesmo se sujeita a esta divindade por aceitar que seu papel como mediador e/ou provedor de acesso atingiu seus objetivos.
Assim, novamente frisamos, neste tempo após os mil anos, a corregência entre Deus e Jesus tem fim vindo Deus, O Pai, assumir sozinho a soberania do Universo.   1 Coríntios 15:28   8:6

Assim, a deturpação feita pelos trinitários do presente texto não prova igualdade entre a identidade do Pai e do Filho e nem prova que ambos possuem igualdade eterna.

Tito 2:13
"Ao passo que aguardamos a feliz esperança e a gloriosa manifestação do grande Deus e [do] Salvador de nós, Cristo Jesus."
 
A versão de João Ferreira de Almeida, reza: "Aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus."
 
Os trinitários preferem a tradução Almeida por melhor se ajustar às suas crenças trinitárias. Declaram que o texto de Tito 2:13 inequivocadamente chama Jesus de grande Deus e Salvador, portanto, segundo sua interpretação do texto, Jesus é o Deus todo-poderoso.
 
Se o entendimento que Pedro desejava passar fosse de fato que Jesus era O Deus, ele teria repetido esta expressão também em 1:2, 1:11, 2:20, 3:18.
 
Os dois substantivos encontrados aqui são ligados por καί (kai, “e”), Deus e Salvador, sendo o primeiro substantivo precedido pelo artigo definido τοῦ (tou, “do”) e o segundo substantivo sem o artigo definido. Uma construção similar é encontrada em 2 Pedro 1:1, 2, onde, no versículo. 2, se faz uma nítida distinção entre Deus e Jesus.
 
O que isso nos indica? Isto indica que, quando duas pessoas diferentes são ligadas por καί, se a primeira pessoa for precedida pelo artigo definido, não é necessário repetir o artigo definido antes da segunda pessoa. 
Exemplos desta construção no texto grego são encontrados em Atos 13:50; 15:22; Efésios 5:5;  2 Tessalonicenses 1:12; 1 Timóteo 5:21; 6:13;  2 Timóteo 4:1.
Esta construção é também encontrada na Septuaginta. (Veja Provérbios 24:21 n.) 
Segundo An Idiom Book of New Testament Greek, de C. F. D. Moule, Cambridge, Inglaterra, 1971, p. 109, o sentido de “do grande Deus e de nosso Salvador, Jesus Cristo . . . é possível no grego κοινή [koi‧né] mesmo sem a repetição [do artigo definido]”.
 
O acréscimo das palavras [de do] onde não existem no texto grego ocorrem na tradução de Almeida, por exemplo em:
 
...que é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus. Efésios 5:5  Almeida RA
 
...segundo a graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo.  2 Tess 1:12    Almeida RA
 
...Conjuro-te, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo.  1 Timóteo 5:21   Almeida RC
 
...Conjuro-te, pois, diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo.  2 Timóteo 4:1   Almeida RC
 
...o pleno conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor.   2 Pedro 1:2    Almeida RA
 
De onde que os tradutores desta versão tiraram as palavras sublinhadas que não constam nos idiomas originais?
 
Poderíamos citar muitos outros casos onde este acréscimo aparece em outras versões da Bíblia, mas, que diferente do que ocorre por parte dos opositores com relação a TNM, eles não sapateiam e acusam de deturpação.
A pergunta que fica é: Por que será que estes religiosos são tão tendenciosos?
 
Os tradutores destas versões reconhecem que, quando duas pessoas diferentes são ligadas por καί, se a primeira pessoa for precedida pelo artigo definido, não é necessário repetir o artigo definido antes da segunda pessoa, mas, mesmo assim, o inserem na tradução para o Português porque o contexto exige. É exatamente isso o que ocorre em Tito 2:13; porém que estes religiosos sem noção insistem em julgar falsamente como sendo uma adulteração.
Cabe a você, querido leitor, fazer o juízo do julgamento deturpado destes homens.
 
Quem Paulo acreditava ser o grande Deus?  Bem, Paulo bem familiarizado com as Escrituras sabia o que diziam as Escrituras no Salmo 95:3: "Porque Jeová é Deus grande, E Rei grande sobre todos os deuses."  Tradução Brasileira
 
Paulo falava de duas pessoas no texto, de uma atuação conjunta, e isso se pode ver dos versos subsequentes:
 
"Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador."
 
Observe que Paulo faz nítida distinção entre O Deus e Jesus Cristo, aquele mediante quem Deus derramou Seu espírito sobre os cristãos.  No texto de Tito 2:13 ele fala de ambos igualmente.
Ambos são chamados de salvador, de acordo com Judas 25.
 
Alguns declaram que em Tito 2:13, segundo a "nossa" tradução, se está declarando duas manifestações, uma de Jesus e outra de Deus.  Bem, podemos dizer que de fato são duas pessoas que estão para se manifestar, como indica este texto e outros.   Leia Malaquias 3:1  Revelação 1:4   4:8   11:17
 
Esperamos que estas explicações lhe sejam suficientes para compreender a verdade.
 
Hebreus 1:6
"Mas, ao trazer novamente o seu Primogênito à terra habitada, ele diz: “E todos os anjos de Deus lhe prestem homenagem.”
 
A versão Almeida e outras, reza: "E, novamente, ao introduzir o Primogênito no mundo, diz: E todos os anjos de Deus o adorem."
 
Texto muito usado por trinitários para tentar provar que, sendo adorado por anjos, Jesus forçosamente tem de ser O Deus todo-poderoso.   De fato se ele fosse mesmo adorado, seria não O Deus, mas um outro Deus, sendo assim uma ação politeísta por parte de quem o estivesse adorando, pois, ao adorar O Pai, que é uma pessoa e é Deus, e adorar Jesus, outra pessoa, que também seria Deus, estaríamos adorando duas pessoas mas não uma.
 
A verdade, porém, é que a palavra "proskunhsatwsan", de proskuneo, não significa adoração, e sim uma ação de inclinar-se em respeito e profunda reverência. A palavra pode ser traduzida por adorar apenas se o contexto permitir, e não porque tem este significado.  A palavra "pros"+"kyneo", significam "se abaixar, voltar ou inclinar para beijar"; e, quando relacionada a Deus, o Pai, pode ser traduzida por adorar, mas com relação a qualquer outro ser que não seja o Pai, ela deve ser traduzida como se traduz quando ela se acha em frases onde é atribuída como uma ação feita ahumanos, sendo traduzida por "prostrar-se, reverenciar ou homenagear."

Pode-se ver que esta deveria ser a tradução correta quando lemos o texto de Hebreus em sua correta perspectiva.

"Mas, ao trazer novamente o seu Primogênito à terra habitada, ele diz: “E todos os anjos de Deus lhe prestem homenagem.”
Hebreus 1:1 fala que Deus está nos falando nos últimos dias por meio do Filho, logo, este Deus do qual estamos falando é O Pai.   Hebreus 1:6 diz que O Pai traz o primogênito ao mundo, ou seja, para receber seu direito de primogenitura  sendo o filho mais velho e principal herdeiro. Depois, culmina ordenando que todos os Seus anjos adorem a Jesus?  Óbvio que não, pois Deus não aceita que outro receba a adoração que lhe cabe, sendo assim, obvio é que ele mande que os anjos prestem a devida honra e devoção ao Seu Filho primogênito, prostrando-se diante daquele que recebeu do Pai autoridade no Céu e na Terra, o herdeiro de todas as coisas.
 
Mas adoração dos anjos é absurdo.  Observe que Paulo diz: “E todos os anjos de Deus lhe prestem homenagem.”   O texto aqui não diz: "E todos os anjos adorem ao Deus".

O texto diz que os anjos de Deus, ou seja, do Pai, que acaba de apresentar o Seu filho primogênito ao mundo, devem homenagear outra pessoa, que é a pessoa do Filho.  Tendo isso em mente, observa-se que é evidente que não se trata de adoração, mas de uma prestação de honra e respeito para com o Rei designado por Jeová.

Leia mais:


Hebreus 1:8
"Mas, com referência ao Filho: “Deus é o teu trono para todo o sempre, e [o] cetro do teu reino é o cetro da retidão."
 
A versão Almeida reza: "mas acerca do Filho: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; e: Cetro de equidade é o cetro do seu reino."
 
Novamente, esse é um dos textos usados pelos trinitários para provar que Jesus é o Deus Todo-Poderoso.
Porém, de fato ele não prova isso.   Antes de entrarmos em mais detalhes acerca do significado e da correta tradução do texto, de acordo com o contexto, vamos destacar duas coisas importantes.

Primeira: O termo théos não é nome próprio e não é um termo exclusivo do Pai, de modo que a palavra théosisoladamente sem uma análise contextual não serve de base para elevar uma pessoa à categoria de Deus tal como O Pai.  Théos é um termo genérico aplicado a anjos, a humanos e até a demônios.

Segundo: Mesmo levando em consideração a possibilidade de que théos em Hebreus 1:8 esteja relacionado ao Filho, e não ao Pai, o que cremos não ser o caso.  Sim, mesmo levando esta possibilidade em consideração, ainda assim temos de verificar que, segundo a frase, Jesus mesmo sendo chamado de Deus tem um Deus que o elevou a esta categoria, posicionando-o acima de seus associados.  Observe o versículo 9.
 
"Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria como a nenhum dos teus companheiros."

Isso apenas já serve para mostrar que Jesus não pertence à mesma posição de Seu Deus, O qual o ungiu.
Ora, Deus todo-poderoso pode ungir mas jamais ser ungido, Deus não pode ser um cristo, anjos e humanos podem vir a ser um cristo ou ungido, mas Deus não, pois ele é quem dá esta unção.

Note que as palavras de Hebreus 1:8 são usadas por Paulo como uma referência ao Rei designado por Deus conforme consta no Salmo 45:6.  Certamente que, quando o salmista estava falando deste Rei, ele não achava que ele fosse Deus, e sim que Deus seria o sustentáculo de seu reino.  Não existe base para crer que "ho théos" seja um vocativo dirigido ao rei humano.

Por isso que algumas versões rezam no Salmo 45:6.

"O teu trono, como o trono de Deus.”   MC 
“Teu trono é de Deus."    BJ
"O reino que Deus lhe deu vai durar para sempre."    NTLH
“Deus é o teu trono para todo o sempre"   TNM
 
Será que as traduções conforme exibidas acima podem ser sustentadas?

O erudito bíblico B. F. Westcott diz: “A LXX. admite dois modos de verter: [ho the‧ós] pode ser considerado um vocativo em ambos os casos (Teu trono, ó Deus, . . . portanto, ó Deus, Teu Deus . . . ) ou pode ser considerado o sujeito (ou o predicado) no primeiro caso (Deus é Teu Trono, ou Teu trono é Deus . . . ), e um aposto de [ho the‧ós sou] no segundo caso, (Portanto, Deus, o Teu Deus . . . ) . . . É bem improvável que [’Elo‧hím] no original fosse dirigido ao rei. A conclusão a que se chega, pois, é contra a crença de que [ho the‧ós] seja um vocativo na LXX. Assim, de modo geral, parece melhor adotar na primeira oração a tradução: Deus é Teu trono (ou: Teu trono é Deus), isto é, ‘Teu reino funda-se em Deus, a Rocha inabalável’.” — The Epistle to the Hebrews (Londres, 1889), pp. 25, 26.
 
Nós, Testemunhas de Jeová, aceitamos que se trata do sujeito no primeiro caso e de um aposto de "ho the-ós sou" no segundo caso, de modo que a Novo Mundo traz a tradução mais precisa, sendo ela: “Deus é o teu trono para todo o sempre".

Outras fontes de referência, tais como O Novo Comentário Bíblico NVI, admite que é possível esta tradução sem nenhum prejuízo exegético.

1 João 5:20
"Mas, sabemos que o Filho de Deus veio e nos deu capacidade intelectual para podermos obter conhecimento do verdadeiro. E nós estamos em união com o verdadeiro, por meio do seu Filho Jesus Cristo. Esse é o verdadeiro Deus e a vida eterna". 
 
Muitos usam o texto acima para dizer que o verdadeiro Deus mencionado aqui é Jesus.
A construção da frase no grego original não exige esta interpretação de forma alguma.
 
A versão Almeida atualizada reza:
 
"Também sabemos que o Filho de Deus é vindo e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna".  Almeida RA

Observe uma construção idêntica feita pelo mesmo escritor.
 
"Pois, muitos enganadores saíram pelo mundo afora, pessoas que não confessam Jesus Cristo vindo na carne. Este é o enganador e o anticristo."  2 João 7

Observe que na frase o sujeito mencionado como sendo o enganador e o anticristo é o mesmo do qual João faz citação antes de falar de Jesus. Igualmente, observe que em 1 João 5:20 se diz que Jesus veio e nos deu capacidade e entendimento para reconhecermos O Verdadeiro, depois fala que pelo próprio Filho estamos em união O Verdadeiro, daí, igual ao texto de 2 João 7, o escritor fala do sujeito que antecede à declaração acerca de Jesus e não estando a falar do próprio Jesus.

No texto grego, existe aqui o pronome demonstrativo hoútos (este), que alguns insistem em dizer que se refere ao nome que o antecede.  No caso de 1 João 5:20, Jesus. 
Mas quem seria o enganador e o anticristo se a mesma regra de interpretação destes religiosos fosse usada para traduzir 2 João 7?  A interpretação seria ridícula.
 
Existe muitos outros exemplos deste tipo de construção, onde, no pensamento do autor, o sujeito que antecede o pronome demonstrativo se referia, não ao sujeito citado imediatamente antes, mas ao predominante na oração.
Veja a revista A Sentinela 15/10/2004 nas páginas 30-31.
 
O texto de 1 João 5:11, que é contexto, ajuda a determinar a interpretação, pois ali diz: "E o testemunho dado é o seguinte: que Deus nos deu a vida eterna, e esta vida está em seu Filho".
 
Baseado no presente texto, vemos que João esta destacando Duas personagens, Deus e seu filho Jesus por meio do qual temos a vida eterna.  Assim, quando ele fala mais a frente de estarmos no Verdadeiro, ele fala de estarmos por meio de um filho, de modo que este Verdadeiro, tem um filho, e este filho é a vida eterna.
João fala do Verdadeiro Deus o Pai, e da vida eterna, referindo-se ao resultado do conhecimento trazido pelo filho.
 
Junte a isso o texto de João 17:3, que diz: "Jesus falou estas coisas, e, levantando os olhos para o céu, disse: “Pai,veio a hora; glorifica o teu filho, para que o teu filho te glorifique,  segundo lhe deste autoridade sobre toda a carne, para que, com respeito ao [número] inteiro dos que lhe deste, ele lhes dê vida eternaIsto significa vida eterna, queabsorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo"
 
Podemos observar que, igual ao texto de 1 João 5:20, no texto de João 17:3, escrito pelo mesmo autor, fala de Jesus ter sido enviado e que, por meio dele, se podia absorver conhecimento do Deus verdadeiro. Notou isso?
Diante de tudo isso, temos mais do que suficientes bases para crer que O Verdadeiro Deus citado está se referindo ao Pai de Jesus, Jeová.
 
1 Pedro 3:18,19 4:6
"Ora, até mesmo Cristo morreu uma vez para sempre quanto aos pecados, um justo pelos injustos, a fim de conduzir-vos a Deus, sendo morto na carne, mas vivificado no espírito."

Esse texto tem sido visto como uma referência a Jesus ser vivificado pelo espirito, e não como sendo vivificado em espírito, o que é diferente.  Os que defendem este ponto de vista o fazem porque aceitam que Jesus foi ressuscitado em carne e osso, pois apareceu assim aos seus discípulos.  Estes não aceitam que Jesus tenha ressuscitado em espirito e que tenha materializado um corpo físico para tornar-se visível a humanos, assim como anjos já haviam feito no passado.  Gênesis 18

Qual a interpretação correta?  Vejamos:

No texto grego, as palavras “carne” e “espírito” são usadas para contrastar uma da outra e ambas estão no dativo; ou seja, no mesmo caso gramatical, de forma que, se um tradutor verter “pelo espírito”, deverá também coerentemente dizer “pela carne”, ou, se disser “na carne”, deverá também dizer “no espírito”.
 
Alguns chegam a declarar que não foi Jesus quem pregou aos espíritos em prisão conforme 3:19, alegando que estes espíritos são as pessoas que morreram no dilúvio, o que não é verdade, como verá na refutação abaixo.
Dizem tais pessoas que quem pregou aos espíritos em prisão foi o espirito santo. Dizem isso ao entender que Jesus foi ressuscitado "pelo espírito", e que este espírito, que o ressuscitou, teria pregado aos espíritos em prisões.
Para que isso fosse verdade, estando a declaração no dativo, Jesus então teria de ter morrido "pela carne", o que faria o texto perder seu sentido, pois, se ele foi morto "na carne", significa a natureza em que existia enquanto foi morto, de modo que ser ressuscitado "no espírito", mostra a natureza em que veio ao ser ressuscitado, na qual foi e pregou aos espíritos em prisão.   O sujeito predominante da oração é Jesus e nenhuma outra personagem, ensinar uma heresia destas, de que outro foi o que pregou aos espíritos em prisão é um desvio abismal das Escrituras.

Não é a toa que a versão atualizada da tradução João Ferreira de Almeida difere da versão corrigida e também da Tradução Brasileira.

Assim temos aqui evidência de que Jesus foi vivificado em seu espírito, não em sua carne, a qual não poderia ter sido vivificada, pois, junto de sua vida qual humano, havia sido dada em sacrifício. 
Com isso concorda o texto de 1 Cor. 15:45: “Até mesmo está escrito assim: ‘O primeiro homem, Adão, tornou-se alma vivente.’ O último Adão [Jesus Cristo, que era perfeito como Adão o era ao ser criado] tornou-se espírito vivificante.”
 
Junte a isso o fato de que foi no espirito que ele foi e pregou aos espíritos em prisão, os demônios que haviam se desviado dos serviço de Deus nos dias de Noé.  1 Pedro 3:19   2 Pedro 2:4-5   Judas 6
Certamente que esta esfera na qual estes espíritos estão aprisionados não é um lugar acessível a carne humana, mas sim a seres espirituais, dando mais peso ao fato de que Jesus ressuscitou em espírito.
 
Jesus, depois de sua ressurreição, permaneceu por 40 dias ainda na Terra, antes de subir ao céu. Nestes dias não era visível a todo momento, às vezes passando uma semana sem aparecer.  Certamente que, se ele estivesse num corpo de carne e osso ressurreto, não poderia passar despercebido das pessoas de Jerusalém.  João 20:26
Mas notamos das Escrituras que somente os designados por Deus foram agraciados com permissão de vê-lo e mesmo estes chegaram à conclusão de que era Jesus, não pela aparência, mas pelo modo de agir e falar.
 
Se desejar mais provas disso, acessem estes links abaixo:
 
Neste link, procure pelo argumento 14.  Texto: Marcos 16:12
 
Veja também:
 
1 Pedro 3:19
Alguns aceitam que os espíritos em prisão, aos quais Jesus pregou, são as pessoas que não acataram os avisos de Noé de uma eminente catástrofe global, o dilúvio. Isso não tem base nas Escrituras, sendo apenas baseado em suposições, ao passo que uma comparação de 2 Pedro 2:4 e de Judas 6 com Gênesis 6:2-4 mostra que esses espíritos eram filhos angélicos de Deus que se materializaram e se casaram nos dias de Noé. 
Em 1 Pedro 3:19, 20, a palavra grega para “espíritos” é pneú‧ma‧sin, ao passo que a palavra traduzida por “almas” é psy‧khaí. Os “espíritos” não eram almas desencarnadas, mas eram anjos desobedientes; as “almas” mencionadas aqui eram pessoas viventes, humanos, a saber, Noé e sua família. O que foi pregado aos “espíritos em prisão” deve, portanto, ter sido uma mensagem de julgamento.
Isso está de acordo com o fato de que, como Miguel, Jesus não se atreveu a julgar Satanás, mas agora se nos mostra nas Escrituras que a ele foram sujeitos os anjos (verso 22), de modo que deste momento em diante ele tem poder executivo para julgar e condenar.   Judas 9
 
Outros grupos dizem que não foi Jesus quem pregou, mas sim o espírito santo. Analise o argumento postado no texto acima em 1 Pedro 3:18.

Alguns, embora reconheçam que se trata de uma pregação ao anjos desobedientes, acreditam que seja uma pregação de boas novas, oferecendo a estes a oportunidade serem reintegrados à família celestial novamente.

Para ver a refutação desta interpretação equivocada, acessem este link abaixo:
 
 
1PEDRO 4:6
1 Pedro 4:6 está se referindo a pessoas que estavam mortas diante de Deus devido à condição pecaminosa, que, mesmo reconhecendo a verdade e seguindo-a, estavam destinadas à morte devido à natureza do pecado, o qual inevitavelmente conduz todos para a morte. Mas essas pessoas eram consideradas vivificadas espiritualmente diante de Deus por terem aceito as Boas Novas.  Assim, do ponto de vista dos homens, elas não poderiam fugir do salário do pecado, que é a morte (Romanos 5:18), sendo que haveria pessoas mundanas considerando-as desprezíveis e não tendo nenhuma vantagem devido a morrerem da mesma forma que elas.
Mas, do ponto de vista de Deus, poderiam ser vivificadas (ressuscitadas) devido à sua fé no sacrifício de Jesus.

Um exemplo mais claro:  Apocalipse 20:5 fala de pessoas mortas não voltarem a viver senão depois dos mil anos.
Significa isso que a Terra estará vazia?     Não significa isso de forma alguma!
Estes mortos são pessoas fisicamente vivas, mas mortas porque o pecado ainda gera nelas a deficiência que causa a morte, de modo que esses mortos voltarão a viver depois dos mil anos, uma vez que somente nesta ocasião é que o pecado e a morte serão erradicados da raça humana.  Dessa forma, passarão a viver não apenas fisicamente como já viviam, mas passarão a viver do ponto de vista de Deus, tornando-se perfeitos como eram Adão e Eva no princípio.

Com isso, deve-se entender 1 Pedro 4:6, que diz que se declararam as boas novas também aos mortos, para que fossem julgados quanto à carne, do ponto de vista dos homens, mas vivessem quanto ao espírito, do ponto de vista de Deus, sendo achados dignos por Deus de no milênio, devido à fé em Jesus, serem trazidos de volta à vida.

Para mais detalhes sobre eventos relacionados, acessem:
 
 
2 Pedro 3: 7,10
"Mas, pela mesma palavra, os céus e a terra que agora existem estão sendo guardados para o fogo e estão sendo reservados para o dia do julgamento e da destruição dos homens ímpios."......"Contudo, o dia de Jeová virá como ladrão, sendo que nele passarão os céus com som sibilante, mas os elementos, estando intensamente quentes, serão dissolvidos, e a terra e as obras nela serão descobertas".
 
 
Texto muito usado para alegar que Deus vai destruir o planeta Terra com fogo, purificando-o para uma restauração posterior.   Isso não é o que o texto significa.
 
Para que estes textos fossem entendidos como literais, sem nenhum simbolismo em suas palavras, não deveria haver nas Escrituras nenhuma referência a Céus e Terra em sentido simbólico, mas o fato é que estes usos simbólicos existem e ajudam-nos a determinar a correta interpretação do presente texto.
 
2 Pedro 3:6 fala do mundo anti-diluviano ter sido destruído, mas significa isso que o planeta em que vivemos hoje não é o mesmo globo terrestre daquele tempo?  Óbvio que é! A destruição foi da sociedade (mundo) daquele tempo.
A palavra mundo e Terra podem significar pessoas ou sociedade humana e céu pode significar a família celestial.  Deuteronômio 32:1      Isaías 1:2   49:13    Jeremias 22:29     João 3:16  Apocalipse 12:12  18:20
 
Observando o texto de 2 Pedro 3:7, verificamos que se fala da destruição "dos homens ímpios".
Será que não faria justiça o Rei de toda a Terra, disse Abraão?  Gênesis 18:25
As Escrituras falam que Deus não destruiu todos os humanos no Dilúvio e nem em Sodoma e Gomorra sem antes ter reservado vivos alguns humanos que continuaram vivendo aqui mesmo na Terra.
Igualmente ele demonstrou amor pelos animais, criações de sua mão ao declarar para Jonas que ele certamente teria pena de humanos ignorantes e de animais que não tinha culpa e que não necessitavam sofrer dano devido aos erros humanos.   Jonas 4:11
Diante disso, acha que Deus destruiria todo planeta com todo o ecossistema?
 
Podemos ver que novos Céus podem significar um novo governo e nova Terra, uma nova sociedade transformada.    Observem
 
“Pois eis que crio novos céus e uma nova terra; e não haverá recordação das coisas anteriores, nem subirão ao coração. Mas exultai e jubilai para todo o sempre naquilo que estou criando. Pois eis que crio Jerusalém como causa para júbilo e seu povo como causa para exultação".
 
Vemos aqui que Novos Céus e Nova Terra significavam uma reforma administrativa para com um novo povo transformado, de modo que Novos Céus e Nova Terra, segundo todo o contexto bíblico significa que os Céus e a Terra que agora existem ( governos atuais e sociedade mundana atual) estão guardados para o fogo, (destruição) e estão sendo reservados para o dia do julgamento e da destruição dos homens ímpios (Armagedom). 
 
A promessa de Deus não é de destruição global ou universal; ao contrário, ele vem para destruir os que destroem a Terra.   Apocalipse 11:18
 
Para ver mais sobre este assunto, acessem:
 
 
Apocalípse 1:7
"Eis que ele vem com as nuvens e todo olho o verá, e aqueles que o traspassaram; e todas as tribos da terra baterão em si mesmas de pesar por causa dele. Sim, amém".
 
Texto usado por grupos religiosos para provar que Jesus, quando vier nas nuvens do céu, será visível em todo o planeta Terra, já que se diz que todo olho o verá.

As nuvens sempre foram usadas como símbolo de coisas celestiais e também como símbolo da presença divina.
Quando Jeová disse a Moisés que viria a ele numa nuvem, certamente não houve nenhuma aparição visível de uma figura pessoal, mas sim que sinais distintivos davam evidência da presença de Deus na nuvem que se achegou a Moisés.  Deuteronômio 4:11-12  Êxodo 19:9  
O texto de Apocalipse 1:7 é eco das palavras de Daniel 7:13, onde um humano chega com as nuvens dos céus até a presença de Deus e recebe um Reino.  Este se refere a Jesus, o qual viveu como humano e, tendo morrido, foi ressuscitado e feito Rei no devido tempo, quando se cumpriram os tempos designado das nações.

Este vir numa nuvem significa uma presença invisível, ou parousía.  Um período que se estende durante um longo tempo; é comparado aos dias de Noé. Durante esta parousía, se inicia a presença no Reino pelo toque da sétima trombeta e Satanás é expulso dos céus para a Terra, e após isso, os remanescentes da igreja são perseguidos na Terra por Satanás e seus agentes.
O senhor Jesus subjuga no meio de seus inimigos.  Assim como a presença de Jeová nas nuvens era evidente por meio dos sinais descritivos, Jesus igualmente deu sinais pelos quais os observadores poderiam saber que sua presença havia iniciado, a qual daria início aos últimos dias que culminariam com o fim de um sistema - o Armagedom.
Mateus 24:36-39    Apocalipse 11:15   12:7-15   Salmo 110:3    Mateus 24:3-14 
 
Os cristão verdadeiros reconhecerão a sua parousía; outros, como no primeiro século, não darão crédito à sua presença devido a esta não ocorrer segundo suas expectativas, não iriam discernir os sinais.  Os verdadeiros cristãos irão iniciar uma pregação global avisando da presença do Cristo e da eminente aproximação do fim, mas serão ridicularizados pelas nações.  Mas será impossível calar os servos de Deus.
Marcos 4:10-12   Mateus 16:1-4   Mateus 28:19  Mateus 24:14   2 Pedro 3:3-4   Lucas 19:39-40
 
O mundo inteiro será avisado, e, por fim, quando os eventos proclamados pelos cristãos verdadeiros tiverem início pela ação do Cristo, as pessoas em toda a Terra reconhecerão os eventos que foram preditos e que Jesus de fato está presente como fora dito. Assim é que todo olho verá por haver um reconhecimento tardio, e então, em razão de sua cegueira espiritual, baterão em si mesmo de pesar.     Mateus 24:38-39   Lucas 21:34-35   Mateus 24:29:31
 
Se Jesus fosse descer numa nuvem visivelmente, seria uma contradição de João 14:19-21, sem mencionar outros textos e argumentos que claramente demonstram a falha desta interpretação.
 
Que a sua manifestação ou vinda nas nuvens durante sua parousía não é visível, pode-se ver de textos como 
Lucas 17:20-30, onde se mostra que não será algo visível, mas sim como um clarão de luz vindo dos céus que se propaga para todas as regiões.  Quem tem ouvidos para ouvir, ouça, e que o leitor use de discernimento.
 
Observe que Isaías falando profeticamente de nossos dias, diz:
 
"E naquele dia terá de acontecer que haverá a raiz de Jessé posta de pé qual sinal de aviso para os povos. A ele é que irão consultar as nações, e seu lugar de descanso terá de tornar-se glorioso. E naquele dia terá de acontecer que Jeová oferecerá novamente a sua mão, pela segunda vez, para adquirir o restante do seu povo, que remanescerá da Assíria, e do Egito, e de Patros, e de Cus, e de Elão, e de Sinear, e de Hamate, e das ilhas do mar. E ele há de levantar um sinal de aviso para as nações e ajuntar os dispersos de Israel; e reunirá os espalhados de Judá desde as quatro extremidades da terra".
 
 
"Pois assim como o relâmpago, com o seu lampejo, brilha duma parte sob 
o céu à outra parte sob o céu, assim será o Filho do homem......De modo que lhe 
disseram em resposta: “Onde, Senhor?” Ele lhes disse: 
“Onde estiver o corpo, ali se ajuntarão também as águias.”   

Lucas 17:24, 37
"Eis que ele vem com as nuvens e todo olho o verá, e aqueles que o traspassaram; e todas as tribos da terra baterão em si mesmas de pesar por causa dele. Sim, amém".
 
Texto usado por grupos religiosos para provar que Jesus, quando vier nas nuvens do céu, será visível em todo o planeta Terra, já que se diz que todo olho o verá.

As nuvens sempre foram usadas como símbolo de coisas celestiais e também como símbolo da presença divina.
Quando Jeová disse a Moisés que viria a ele numa nuvem, certamente não houve nenhuma aparição visível de uma figura pessoal, mas sim que sinais distintivos davam evidência da presença de Deus na nuvem que se achegou a Moisés.  Deuteronômio 4:11-12  Êxodo 19:9  
O texto de Apocalipse 1:7 é eco das palavras de Daniel 7:13, onde um humano chega com as nuvens dos céus até a presença de Deus e recebe um Reino.  Este se refere a Jesus, o qual viveu como humano e, tendo morrido, foi ressuscitado e feito Rei no devido tempo, quando se cumpriram os tempos designado das nações.

Este vir numa nuvem significa uma presença invisível, ou parousía.  Um período que se estende durante um longo tempo; é comparado aos dias de Noé. Durante esta parousía, se inicia a presença no Reino pelo toque da sétima trombeta e Satanás é expulso dos céus para a Terra, e após isso, os remanescentes da igreja são perseguidos na Terra por Satanás e seus agentes.
O senhor Jesus subjuga no meio de seus inimigos.  Assim como a presença de Jeová nas nuvens era evidente por meio dos sinais descritivos, Jesus igualmente deu sinais pelos quais os observadores poderiam saber que sua presença havia iniciado, a qual daria início aos últimos dias que culminariam com o fim de um sistema - o Armagedom.
Mateus 24:36-39    Apocalipse 11:15   12:7-15   Salmo 110:3    Mateus 24:3-14 
 
Os cristão verdadeiros reconhecerão a sua parousía; outros, como no primeiro século, não darão crédito à sua presença devido a esta não ocorrer segundo suas expectativas, não iriam discernir os sinais.  Os verdadeiros cristãos irão iniciar uma pregação global avisando da presença do Cristo e da eminente aproximação do fim, mas serão ridicularizados pelas nações.  Mas será impossível calar os servos de Deus.
Marcos 4:10-12   Mateus 16:1-4   Mateus 28:19  Mateus 24:14   2 Pedro 3:3-4   Lucas 19:39-40
 
O mundo inteiro será avisado, e, por fim, quando os eventos proclamados pelos cristãos verdadeiros tiverem início pela ação do Cristo, as pessoas em toda a Terra reconhecerão os eventos que foram preditos e que Jesus de fato está presente como fora dito. Assim é que todo olho verá por haver um reconhecimento tardio, e então, em razão de sua cegueira espiritual, baterão em si mesmo de pesar.     Mateus 24:38-39   Lucas 21:34-35   Mateus 24:29:31
 
Se Jesus fosse descer numa nuvem visivelmente, seria uma contradição de João 14:19-21, sem mencionar outros textos e argumentos que claramente demonstram a falha desta interpretação.
 
Que a sua manifestação ou vinda nas nuvens durante sua parousía não é visível, pode-se ver de textos como 
Lucas 17:20-30, onde se mostra que não será algo visível, mas sim como um clarão de luz vindo dos céus que se propaga para todas as regiões.  Quem tem ouvidos para ouvir, ouça, e que o leitor use de discernimento.
 
Observe que Isaías falando profeticamente de nossos dias, diz:
 
"E naquele dia terá de acontecer que haverá a raiz de Jessé posta de pé qual sinal de aviso para os povos. A ele é que irão consultar as nações, e seu lugar de descanso terá de tornar-se glorioso. E naquele dia terá de acontecer que Jeová oferecerá novamente a sua mão, pela segunda vez, para adquirir o restante do seu povo, que remanescerá da Assíria, e do Egito, e de Patros, e de Cus, e de Elão, e de Sinear, e de Hamate, e das ilhas do mar. E ele há de levantar um sinal de aviso para as nações e ajuntar os dispersos de Israel; e reunirá os espalhados de Judá desde as quatro extremidades da terra".
 
 
"Pois assim como o relâmpago, com o seu lampejo, brilha duma parte sob 
o céu à outra parte sob o céu, assim será o Filho do homem......De modo que lhe 
disseram em resposta: “Onde, Senhor?” Ele lhes disse: 
“Onde estiver o corpo, ali se ajuntarão também as águias.”   

Lucas 17:24, 37

Apocalípse 1:18
“Eu sou o Alfa e o Ômega”, diz Jeová Deus, “Aquele que é, e que era, e que vem, o Todo-poderoso”.
 
 
Texto usado para tentar provar que Jesus é o Alfa e o Ômega mencionado aqui.
Não é isso que o contexto mostra.
 
Lendo os versículos precedentes, o quatro, por exemplo, vemos o seguinte:
 
"João, às sete congregações que estão no [distrito da] Ásia: Que tenhais benignidade imerecida e paz da parte de “Aquele que é, e que era, e que vem”e da parte dos sete espíritos que estão diante do seu trono, e da parte de Jesus Cristo, “a Testemunha Fiel”, “o primogênito dentre os mortos” e “o Governante dos reis da terra”...."
 
Assim, por deixarmos que o contexto determine a correta interpretação, verificamos que aquele de quem se fala no verso oito não é Jesus, mas o Pai dele, Jeová.
 
O fato de Apocalipse 11:17 dizer que "Aquele que é, e que era" começar a reinar, não significa que ele seja Jesus, pois não somente Jesus assume o Reino, mas também Jeová, O Pai, e Jesus numa corregência", conforme vemos no versículo 15 e no capítulo 12 versículo 10.  

Se encontrar em alguma tradução bíblica a expressão "Alfa e o Ômega" em Apocalipse 1:11, saiba que ela é reconhecidamente espúria e por isso, na maior parte das traduções bíblicas, não consta este enxerto.

O contexto é importantíssimo na interpretação de um texto.
 
Apocalípse 2:7
"Quem tem ouvido ouça o que o espírito diz às congregações: Àquele que vencer concederei comer da árvore da vida, que está no paraíso de Deus."
 
Alguns usam esse texto para provar que o paraíso será no céu e não na Terra.
Bem, não existe nenhum motivo pelo qual devemos chegar a uma confusão sobre o assunto.

A palavra paraíso significa um jardim, um lugar belo e, quando se fala do jardim de Deus, se está fazendo alusão à árvore que existia neste jardim, a árvore da vida, que era uma árvore cuja acesso representava a concessão por parte de Deus de vida eterna aos que se permitiam dela comer.
Comer deste fruto significa receber a dádiva da vida eterna. O usufruto desta dádiva não está restrita aos ungidos, embora esta declaração de Apocalipse esteja se referindo à classe celestial. Não existem motivos para crer que os da grande multidão igualmente não receberão os benefícios desta provisão.

Paraíso de Deus não significa necessariamente o Céu, mas sim todo o domínio sob o qual Deus domina.
O Éden era jardim de Deus, mas não estava no Céu, pois no Céu não existem os mesmos elementos que existem aqui na Terra, de modo que o Éden era uma representação dos domínios de Deus, ao qual os humanos mostrariam ser dignos de permanecer ou do qual seriam expulsos.  Assim, os que vencerem poderão usufruir da dádiva da vida eterna que está nos domínios de Deus, a saber, o Novo Céu e a Nova Terra.
Daniel 7:27   Romanos 8:20-21 (Para os que acham que a criação aqui se limita ao ecossistema leiam 1 Cor 9:8-10)
 
Cada qual, porém, a seu tempo e ao modo de Deus.   A igreja arrebatada aos céus precede os que viverão na Terra no recebimento desta recompensa, mas aos que herdarem a Terra igualmente se dará acesso a esta provisão.
 
Apocalipse 22:1-2 fala de árvore da vida, a qual tem em suas folhas a cura para as nações.
Certamente estas nações são as mesmas nações que estarão aqui na Terra, quando Satanás for preso para não desencaminhá-las, sendo ele depois destruído. Após a destruição de Satanás, mostra-nos as Escrituras que estes que viverem na Terra, os das nações, receberam o privilégio de ter acesso a estas árvores ou árvore. Em suas folhas encontrarão a cura, significando isso, a aprovação de receber vida por tempo indefinido.
Apocalipse 20:3   21:1   22:1-2

Observa-se que as provisões celestiais são transmitidas aos que viverem na Terra.  Pode-se ver isso pelo fato de dizer que Jesus não desce à Terra sozinho, mas junto dele traz sua noiva, a Nova Jerusalém, os reis e sacerdotes que atuarão ao lado dele.  Estes proverão a cura para as nações.  Não são as nações que sobem ao Céus, mas os Céus que descem a Terra, no sentido de que o Reino de Deus voltará sua atenção para os homens, a humanidade.
Apocalipse 21:1-4

Paraíso, como vimos, pode ser uma referência ao jardim que existiu no Éden, a aprovação para vida celestial, e também uma referência aos domínios de Deus, sejam no Céu ou na Terra.
Disso podemos ver também por notarmos que, ao passo que Paulo diz ter sido arrebatado ao paraíso de Deus, significando isso uma visão da esfera celestial, Jesus igualmente prometeu, ao homem pregado na estaca ao lado dele, estar com ele no paraíso, obviamente não se referindo ao Céu, mas aos domínios do Reino; a saber, a Terra, onde este homem, por ser achado digno de receber a ressurreição, estará debaixo da supervisão de Jesus.
Gênesis 2:8    2 Cor 12:1-4    Lucas 23:39-43

Assim, o texto presente fala da congregação ungida, que será arrebatada aos céus, mas a provisão que estes recebem traz benefícios e resulta em que os da classe terrena usufruam das provisões da árvore da vida igualmente, como vimos dos textos supracitados.

Apocalípse 3:14
“E ao anjo da congregação em Laodicéia escreve: Estas coisas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus"
 
Texto que alguns religiosos usam para declarar que Jesus é o principiador da criação de Deus ou governante da criação de Deus. Estes religiosos não podem aceitar que Jesus seja o princípio da criação de Deus, pois isso os faria ter de aceitar que Jesus tenha sido criado, e que desta criação de Deus, Jesus é o primeiro ou o principal.
Interessante notar que, se Jesus de fato é o princípio da criação ou principal dela, logicamente ele teria de ser o primogênito de toda a criação. Isso está de acordo com os fatos? Sim. Colossenses 1:15 chama Jesus de primogênito de toda a criação. Aceitando o que estes textos declaram, podemos chegar à conclusão de que Jesus teve origem, que ele nem sempre existiu. Exatamente isso se diz em Miqueias 5:2, onde se declara que o messias teve origem e que esta se encontra em tempos remotíssimos, em tempos indefinidos ou incalculáveis. 

Provérbios 8:22, onde muitos comentaristas concordam ser uma referência ao Filho como sabedoria personificada, menciona daquele que ali se fala, como tendo origem, como tendo sido criado, conforme IBB, BMD e BJ.
Neste texto se mostra que aquele que ali é personificado como a sabedoria de Deus, tornou-se manifesto como princípio do seu caminho ou atuação, a mais primitiva de suas realizações.

Assim como a sabedoria é atributo de Deus, Jesus é uma realização trazida de Deus e manifesta por meio de Sua geração.  A sabedoria só se torna evidente e se manifesta quando, de alguma maneira, é expressa; do contrário, não existe.  A sabedoria de Deus se manifestou quando foi expressa na criação de seu primogênito, sendo este o princípio de Sua criação, o qual, desde então, estava com O Deus e como Deus era ele foi feito para ser.
Um Deus unigênito, o qual passou a estar no seio do Pai, atuando ao seu lado como mestre de obras e assistente treinado, vindo a ser o Seu Amém, realizando as palavras do Pai, tornando-se A Palavra, agindo como formador das criações Deste, das quais se tornou a Testemunha Fiel e verdadeira.
 
Veja mais aqui:
 
 
Parte 9 - Provérbios 8:22 - Refutação ao Livro Radiografia do Jeovismo.
 
A palavra princípio significa início de algo ou de um proceder, como, por exemplo, a referência a Satanás estar pecando desde o princípio. 1 João 3:8
Certamente que princípio aqui não significa principiador e nem governante, tampouco significa que o Diabo peca desde a eternidade, mas sim que houve um dado momento em que este proceder de pecado se iniciou.
Quando as Escrituras dizem que Jesus é princípio da criação de Deus, ela quer dizer o mesmo, que Jesus teve um principio ou origem.

Apocalípse 7:4
"E ouvi o número dos selados: cento e quarenta e quatro mil, selados de toda tribo dos filhos de Israel"
 
Existem muitas interpretações acerca da natureza dos cento e quarenta e quatro mil citados neste texto. Alguns grupos afirmam serem judeus étnicos, que se converterão ao cristianismo aqui na Terra após o arrebatamento da igreja.

Vamos citar apenas o que cremos ser a verdadeira interpretação do texto.

Desde os dias em que Jesus foi elevado ao céu e deu-se início à obra dos apóstolos, a pregação do reino de Deus, fala-se do Israel de Deus, não como restrito à nação judaica do primeiro século, a qual, como nação, rejeitou ao Cristo e por fim negou-o por pendurá-lo num madeiro.
Os apóstolos falam sempre do Israel de Deus como sendo Judeus espirituais, os quais incluem não somente judeus naturais mas também pessoas das nações, as quais tornam-se judeus por aceitarem a Jesus, vindo a ser descendente de Abraão devido à fé em Jesus.  Paulo até mesmo revela que, desde o dias do novo pacto, não seriam considerados judeu os que o eram apenas na carne, mas sim aqueles que o eram espiritualmente, por virem a exercer fé no sacrifício de Jesus.  Paulo declarou que as promessas de Deus a Israel não tinham falhado, pois o Israel no qual se cumpriria a promessa seria o Israel segundo a promessa, e não o Israel carnal ou étnico, o qual estava prefigurado pelo filho de Abraão Ismael; mas o Israel de Deus, a nação espiritual que herdaria as promessas, a qual estava sendo prefigurada por Isaque.
Assim, haveria perseguição da parte dos Judeus étnicos contra os cristãos, aqueles que herdariam as promessas.

Romanos 2:28-29   Gálatas 3:26-29   Romanos 9:6:13   Revelação 2:9  Gálatas 4:27-31
 
Vemos aqui que a base para declarar que estes 144.000 são judeus naturais simplesmente não tem apoio nas Escrituras, sendo uma contradição das promessas bíblicas que mostram que não haveria parcialidade e que o muro que dividia judeus de não judeus de receberem da promessa, seria derrubado.
 
Efésios 2:14-16   Gálatas 3:26-29
 
Ainda mais, o contraste entre o número definido 144.000 de Apocalipse 7:4 e o número indefinido de outros salvos de 7:9, demonstra a natureza literal do número 144.000 ao contrastá-lo com uma multidão que não possuía um número definido. Isso tem apoio em textos tais como Mateus 22:14 e Lucas 12:32, que demonstram que o número dos que recebem poder régio para governar a Terra é menor do que os que viverão nesta Terra debaixo da administração destes.
 
Daniel 7:27 “‘E o reino, e o domínio, e a grandiosidade dos reinos debaixo de todos os céus foram entregues ao povo que são os santos do Supremo. Seu reino é um reino de duração indefinida e a eles é que servirão e obedecerão todos os domínios.’
Apocalipse 20:6: “Serão sacerdotes de Deus e do Cristo, e reinarão com ele durante os mil anos.” 
1 Coríntios 6:2: “Não sabeis que os santos julgarão o mundo?”
Apocalipse 5:10: “Fizeste deles um reino e sacerdotes para o nosso Deus, e reinarão sobre a terra.”

Observemos que estes são primícias para Deus e para o Cordeiro, de modo que são os primeiros frutos, mas não são os únicos frutos; outras pessoas igualmente serão salvas, entre as quais está a grande multidão descrita em Apocalipse 7:9.    A lei relacionada aos primeiros frutos era sombra desta colheita espiritual.   Êxodo 23:19   Hebreus 10:1

Temos também a ocorrência deste número definido, 144.000, quatro vezes no livro de Apocalipse. Detalhe importante: Refere-se sempre a um número definido, específico, número segundo as medida dos homens e anjos.
Apocalipse   7:4   14:1  14:3    21.17

Vale lembrar que a Nova Jerusalém é a igreja ou congregação de ungidos, os quais, como pedras, são os blocos de construção com os quais Deus a constrói, sendo Jesus sua pedra de ângulo. Diz-se que a cidade tem 144.000 mil côvados, sendo estes, os 144.000 mil humanos, que se tornam filhos espirituais como são os anjos.
 
Vale lembrar também que Deus escolheu uma tribo específica para que esta, no antigo Israel, atuasse como tribo sacerdotal a favor do restante do povo, de modo que este grupo que, no antigo Israel fora escolhido por Deus como propriedade especial, era muito menor em número do que os demais do povo, e igualmente não herdou terra em Israel, pois Jeová era a sua herança.
 
Existem assim muitas provas e bases nas Escrituras, que reforçam nossa crença de que os 144.000 são um número literal de ungidos, que são escolhidos e comprados da Terra para funções régias e sacerdotais nos Céus.

Leia mais e entenda mais:
 
 
 
Apocalípse 9:1
"E o quinto anjo tocou a sua trombeta. E eu vi uma estrela que caíra do céu à terra, e foi-lhe dada a chave da cova do abismo".
 
Esse texto tem sido interpretado por muitos religiosos como uma referência a Satanás.
Aceitam que a estrela que cai do céu para a Terra é uma descrição da queda de Satanás, e fazem ligação com o texto de Isaías 14:12-14, de onde interpretam igualmente se referir à queda de Satanás.
Sobre o Texto de Isaías 14, veja o tópico especifico.

Tratando do texto de Apocalipse 9:1.
Nas Escrituras, anjos e até humanos são chamados de estrelas. Apocalipse  1:20  2:1   Juízes 5:20
Certamente que esta estrela, porém, representa um ser angélico. Cabe a nós verificarmos se ele é do bem ou do mal.  Vamos analisar então se a estrela da qual se fala nesse texto pode ser identificada como sendo um agente do bem ou do mal.
Observemos que a estrela ou anjo do abismo recebe a chave do abismo, o que evidência que ele é aquele que tem os meios de abrir e fechar este abismo.   Apocalipse 9:1
Novamente em Apocalipse 20:1, nos mostram as Escrituras que quem tem posse desta chave e abre o abismo e para lá lança Satanás é um anjo que age às ordens de Deus.  Aqui já vimos um indício de que se trata de um anjo de Deus, pois Deus não usa demônios para a realização de Seus propósitos, tais demônios não estão debaixo do serviço a Deus.
O anjo de Apocalipse 9:1 se chama Abadom e Apoliom, que significa Destruidor.
Segundo as palavras do apóstolo Paulo, o anjo designado por Deus para agir contra seus inimigos é chamado de O Destruidor.   1 Coríntios 10:9-10  Hebreus 11:27-28
Este destruidor é o mesmo anjo vingador sobre o qual o nome de Jeová havia sido colocado, o anjo do qual Jeová disse:"Não perdoará a vossa transgressão, porque meu nome está nele."   Êxodo 23:21
Este anjo que agia em nome de Jeová como um porta voz, era o Destruidor ou Abadom de Apocalipse, um anjo que agia sob as ordens de Deus.
Será que este anjo alguma vez teria caído do céu à Terra?   Bem, a palavra grega traduzida em Apocalipse 9:1 é "pipto", e pode ser traduzida como "cair", mas também pode ser traduzida como "prostrou-se".
A declaração de a estrela ter caído ou prostrado-se (pipto) em direção (eis) à Terra está na voz ativa, denotando que esta ação foi produzida pela própria estrela, sendo que não se refere a uma ação produzida por outra pessoa.
Se fosse uma ação produzida por outra pessoa, como numa expulsão, estaria na voz passiva.
Interessante notar que está no tempo perfeito, que significa que é uma ação produzida no passado de uma vez para sempre.  Qual poderia ser a interpretação? 

Sem ser dogmático, poderia estar falando da humilhação de nosso Senhor Jesus Cristo, que desceu ou prostrou-se até a Terra, vindo como humano, morrendo uma morte vergonhosa e sendo ressuscitado e tendo recebido a chave da morte, o abismo de inatividade onde esteve e onde os mortos estão.
Lucas 2:34   Isaías 53:10   Filipenses 2:7-8  Romanos 10:6-7   Efésios 4:9-10  Apocalipse 1:17-18
Ora, o único que tem poderes para enviar ou retirar do abismo é Deus e o Cristo, pois recebeu esta chave.
Lucas 8:30-31  Mateus 8:29   Apocalipse 20:1-3
Alguns alegam que este anjo é demoníaco devido às características dos gafanhotos que ele lidera.
Bem, como podemos interpretar a praga de gafanhotos? Simples. Recorrendo a outras partes das Escrituras.
Quando Jeová lutava contra o Egito e desejava que O Rei do Egito libertasse Seu povo, ele enviou uma praga de gafanhotos os quais visavam forçar o rei a livrar o povo de Jah. Quando estes gafanhotos de Apocalipse são soltos, eles também visam a atormentar os inimigos de Deus, a libertarem seu povo das mentiras religiosas.
Êxodo 10:4  10:12   Apocalipse 18:4
Moisés é uma figura do Cristo. Assim, como sob as ordens de Moisés, os gafanhotos invadiram o Egito. Sob as ordens do Moisés Maior, Jesus, O Destruidor, os gafanhotos avançam sob os inimigos de Deus, mas, como na terra de Gósen, não atingem os servos de Deus.      Êxodo 8:22  9:4-5  10:23   Apocalipse 9:4   9:15 também Apoc 7:2-3
Note que o anjo de Êxodo 23:21 tem em si o nome de Jeová por representá-lo, é um vingador e destruidor e está munido de poder de perdoar pecados.  Este com certeza se refere a Jesus em sua existência pré-humana.

Assim, diferente do que estes religiosos pregam, o texto não diz que Demônios estão a trabalho de Deus e nem que a estrela de Apocalipse 9:1 seja demoníaca. Alegar isso com base em suposições é perder-se em contradições.

Apocalípse 19:1
"Depois destas coisas ouvi o que era como a voz alta duma grande multidão no céu. Disseram: “Louvai a Jah! A salvação, e a glória, e o poder pertencem ao nosso Deus"
 
“E, depois destas coisas ouvi no céu como que uma grande voz de uma grande multidäo, que dizia: Aleluia! Salvaçäo, e glória, e honra, e poder pertencem ao Senhor nosso Deus” – Apocalipse 19. 1 / ACF. 
 
 
Alguns relacionam a grande multidão de Apocalipse 7:9 com a de 19:1. Está correta esta ligação?

Não!  Não está, pois são citações diferentes que falam de multidões diferentes.

O erro de alguns 
está em acreditar que toda expressão parecida necessariamente tem de se referir à mesma coisa, o que não é verdade, pois existem termos bíblicos aplicados a muitas pessoas, a circunstâncias diversas e a outras situações, mas que, de forma alguma, necessariamente se referem à mesma coisa ou assunto. Como no caso da expressão grande multidão, alguns podem erroneamente entender que o texto de Apocalipse 19:1 estava se referindo à mesma multidão de Apocalipse 7:9, o que não corresponde à verdade.

A grande multidão da qual se fala em Apocalipse 7.9, sai da grande tribulação e recebe proteção por meio da tenda de Deus, e nesta, eles o servem dia e noite. Observe que se diz igualmente em Apocalipse 21:3-4 que a 
tenda ou tabernáculo de Deus está com a humanidade, de modo que a expressão em ambos os textos são idênticas e se referem claramente às pessoas na Terra, e não no Céu.  7:15-17  Isaías 54:2-3
Ademais, diz-se que a Nova Jerusalém, que é a igreja de Cristo, santos retirados Terra, que foram arrebatados ao Céu, está descendo da parte de Deus, de modo que isso significa que a igreja ou congregação difere da humanidade; é justamente em direção a esta que a Nova Jerusalém, a igreja, desce.   E note que estar Deus com os humanos não se refere à descida de Deus, ou a humanos virem do Céu a Terra, pois, no capítulo 20:3 e 7, nos deixa evidente que, ao passo que a igreja está no Céu com Cristo, reinando durante mil anos ( 20:4-6), os da grande multidão estão cá na Terra, de onde Satanás é retirado e preso, a fim de que, durante o Reino de Cristo sobre a Terra, junto da Igreja, não possa exercer nenhuma influência sobre os que estiverem sobre a Terra debaixo dos domínios dos santos.   Daniel 7:27   1 Coríntios 6:2

Preste detida atenção ao que o capítulo 19:1 de Apocalipse realmente diz e ao que ele não diz. 

“ouvi no céu como que uma grande voz de uma grande multidäo”. O apótolo João diz que ouviu “como” que uma grande voz. O termo “como” sempre antecede quando fazemos uma comparação. 

Exemplo: 

Revelação 14. 2 diz: “E ouvi um som vindo do céu, como o som de muitas águas e como o som de forte trovão; e o som que eu ouvi era como de cantores ao acompanhamento de harpas, tocando as suas harpas.” 

O som ouvido por João era semelhante a muitas águas e a um trovão, ou seja, ele estava comparando o que ouvia com esses elementos. Não é diferente de sua colocação no capítulo em questão, onde, na verdade, o texto mostra que a voz ouvida por ele era semelhante ao som forte de muita gente falando ou gritando ao mesmo tempo. 
Não existe nenhuma menção de João ter visto uma grande multidão nos céus, pois, como já dito, ele ouviu o que parecia ser uma voz na qual lhe soava aos ouvidos como um coral.
Mesmo que se dissesse que ele viu uma grande multidão nos céus, ainda assim seria razoável crer que se referia aos demais anjos nos céus, que, de fato, compõem-se igualmente de uma grande multidão.
Ora Daniel viu cerca de 100 milhões de anjos no céu, mas não disse que era a totalidade deles. Daniel 7:10
Chamaria isso de um pequeno grupo?

Observe que a voz fala de Jeová vingar o sangue dos seus escravos e não do nosso sangue, conforme fariam se estivessem falando de si mesmos.  Compare com Apocalipse 6:10
Observe que a voz continua falando no verso 6, 7, 8, 9, e finalmente no verso 10 fica evidente de quem era a voz.
(No verso 9 a Almeida RA inseriu a palavra anjo na tradução que não existe no original, a RC e a TB a omitem)

Note que essas vozes estão associadas a trovões (19:6), o que nos mostra que se referem a vozes de origem celestial, pois contextos bíblicos indicam isso.  
Jó 26:14  João 12:28-29   Apoc 4:5   6:1  8:5  10:3-4  11:19  16:18  19:6
 
Existem outras menções onde se verifica isso sem que se creia serem vozes de humanos na Terra, observe Ezequiel 1:24, 43:2 onde esse mesmo som mostra ser proveniente de anjos.
Compare com Apocalipse 1:14-15
 
Não existe base nas Escrituras para conclusões diferentes.
 
Mais textos serão acresventados neste estudo!
 
Créditos: Tj7