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Vantagens da “Tradução do Novo Mundo”
Vantagens da “Tradução do Novo Mundo”

Vantagens da “Tradução do Novo Mundo”

Consideração de sua linguagem moderna, uniformidade, cuidadosa tradução dos verbos e expressão dinâmica da inspirada Palavra de Deus.

NOS anos recentes, foram publicadas várias traduções modernas da Bíblia que muito contribuíram para ajudar os amantes da Palavra de Deus a entender prontamente o sentido dos escritos originais. Entretanto, muitas traduções eliminaram o nome divino do registro sagrado. Por outro lado, a Tradução do Novo Mundo glorifica e honra o digno nome do Deus Altíssimo reintegrando-o em seu devido lugar no texto. O nome aparece agora em 6.973 lugares na seção das Escrituras Hebraicas, bem como em 237 lugares na seção das Escrituras Gregas, um total de 7.210 ocorrências. A forma Iavé é geralmente preferida pelos hebraístas, mas não é possível saber atualmente a pronúncia correta. Assim, a forma latinizada Jeová continua a ser empregada por estar em uso há séculos e por ser a forma mais comumente aceita da tradução em português do Tetragrama, ou nome hebraico composto das quatro letras יהוה. O hebraísta R. H. Pfeiffer observou: “O que quer que possa ser dito sobre a sua duvidosa origem, ‘Jehovah’ (Jeová) é, e deve continuar sendo, a tradução correta em inglês de Iavé.”

A Tradução do Novo Mundo não é a primeira versão a reintegrar o nome divino nas Escrituras Gregas Cristãs. A partir de pelo menos o século 14, muitos tradutores sentiram-se obrigados a reintegrar o nome de Deus no texto, especialmente nos lugares onde os escritores das Escrituras Gregas Cristãs citam textos das Escrituras Hebraicas que contêm o nome divino. Diversas traduções das Escrituras Gregas em linguagem moderna usadas por missionários, incluindo versões africanas, asiáticas, americanas e de ilhas do Pacífico, usam o nome Jeová liberalmente, assim como fazem algumas versões de língua européia. Sempre que consta o nome divino, não resta mais dúvida sobre que “senhor” é indicado. É o Senhor do céu e da terra, Jeová, cujo nome é santificado por ser mantido ímpar e distinto na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas.

A Tradução do Novo Mundo contribui adicionalmente para a santificação do nome de Jeová por apresentar Suas Escrituras inspiradas em linguagem clara e compreensível, que traz à mente do leitor o pleno significado intencionado. Usa linguagem simples e moderna, é tão uniforme quanto possível na versão de cada termo, transmite com exatidão a ação ou o estado expresso nos verbos hebraicos e gregos. Destes e de outros modos, a Tradução do Novo Mundo traz à luz, em linguagem moderna, tanto quanto possível, a força, a beleza e o sentido dos escritos originais.

TRADUZIDA EM LINGUAGEM MODERNA

As traduções mais antigas da Bíblia contêm muitas palavras obsoletas, pertencentes aos séculos 16 e 17. Embora não sejam compreendidas agora, eram prontamente entendidas então. Por exemplo, um dos homens que muito teve que ver com introduzi-las na Bíblia em inglês foi William Tyndale, que, segundo relatado, disse a um dos seus oponentes religiosos: ‘Se Deus me poupar a vida, farei com que, antes que se passem muitos anos, o rapaz que maneja o arado saiba mais sobre as Escrituras do que tu.’ A tradução que Tyndale fez das Escrituras Gregas era fácil o bastante para que um rapaz que manejasse o arado a entendesse no seu tempo. No entanto, atualmente muitas das palavras usadas por ele tornaram-se arcaicas, de modo que um “rapaz que maneja o arado” não mais pode captar claramente o sentido de muitas palavras na Rei Jaime e em outras versões mais antigas da Bíblia. Assim, tornou-se necessário retirar o véu da linguagem arcaica e restabelecer na Bíblia a linguagem simples falada pelo homem comum.

A linguagem usada na escrita das Escrituras inspiradas foi a do homem comum. Os apóstolos e outros cristãos primitivos não usaram o grego clássico de filósofos tais como Platão. Usaram o grego cotidiano, o coiné ou comum. Portanto, as Escrituras Gregas, assim como as Escrituras Hebraicas anteriores a elas, foram escritas na linguagem do povo. É de suma importância, então, que as traduções das Escrituras originais também sejam feitas na linguagem do povo, de modo a serem prontamente entendidas. É por esta razão que a Tradução do Novo Mundo usa, não a linguagem arcaica de três ou quatro séculos atrás, mas a linguagem clara, expressiva e moderna, de modo que os leitores realmente cheguem a saber o que a Bíblia está dizendo.

Para dar uma idéia da extensão das mudanças lingüísticas entre os séculos 17 e 20, note as seguintes comparações entre a Tradução do Novo Mundo e outras versões. “Sofreu”, na Versão Rei Jaime (em inglês), torna-se “permitiu” na Tradução do Novo Mundo (Gên. 31:7); “na cana”, segundo a Almeida e Trinitariana, torna-se “em flor” (Êxo. 9:31); “salvação da minha face”, na Almeida, torna-se “salvação da minha pessoa” (Sal. 43:5); “desquitada”, da antiga Soares, torna-se “desmamada” (Isa. 11:8); “praça”, segundo a Figueiredo, torna-se “açougue” (1 Cor. 10:25), e assim por diante. À base disso, o valor da Tradução do Novo Mundo pode ser bem apreciado, ao usar palavras correntes em vez de palavras obsoletas.

UNIFORMIDADE DE TRADUÇÃO

A Tradução do Novo Mundo faz todo o empenho para ser coerente na tradução de cada termo. Para determinada palavra hebraica ou grega foi designada apenas uma palavra em português, e esta é usada tão uniformemente quanto o idioma ou o contexto permita, para dar o pleno entendimento em português. Por exemplo, a palavra hebraica né·fesh é coerentemente traduzida por “alma”. A palavra grega correspondente, psy·khé, é traduzida por “alma” em todas as ocorrências.

Em alguns lugares, têm surgido problemas quanto à tradução de homógrafos. Estes são palavras que na língua original são grafadas da mesma forma, mas que têm significados diferentes. Por conseguinte, o desafio é dar à palavra o significado correto ao traduzi-la. Em português há homógrafos tais como amo (do verbo amar) e amo (senhor), bem como canto (ângulo) e canto (do verbo cantar), que são grafados de forma idêntica, mas são palavras claramente diferentes. Como exemplo bíblico há o vocábulo hebraico rav, que representa raízes totalmente diferentes, sendo, portanto, traduzido de formas diferentes na Tradução do Novo Mundo. Rav geralmente significa “muito”, como em Êxodo 5:5. Contudo, a palavra rav usada em títulos, como em “Rabsaqué” (hebr., Rav-sha·qéh) em 2 Reis 18:17, significa “principal”, sendo traduzida por “seu principal oficial da corte” em Daniel 1:3. (Veja também Jeremias 39:3, nota.) A palavra rav, de grafia idêntica, significa “arqueiro”, razão pela qual é traduzida assim em Jeremias 50:29. Lexicólogos, tais como L. Koehler e W. Baumgartner, foram aceitos como autoridades pelos tradutores quanto a distinguir estas palavras de grafia idêntica.

Quanto a esta característica de uniformidade, note o que o comentarista de hebraico e grego, Alexander Thomson, disse em sua crítica sobre a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs: “A tradução é evidentemente obra de eruditos peritos e talentosos, que procuraram ressaltar o verdadeiro sentido do texto grego tanto quanto a língua inglesa seja capaz de expressar. A versão visa atribuir um só significado em inglês a cada uma das principais palavras gregas, e ser tão literal quanto possível. . . . A palavra usualmente traduzida por ‘justificar’ é geralmente traduzida mui corretamente como ‘declarar justo’. . . . A palavra para a Cruz é traduzida ‘estaca de tortura’, que é outra melhora. . . . Lucas 23:43 é bem traduzido, ‘Deveras, eu te digo hoje: Estarás comigo no Paraíso.’ Trata-se de grande melhora em comparação com a tradução feita pela maioria das versões.” Sobre a tradução das Escrituras Hebraicas, o mesmo crítico tece este comentário: “Vale a pena adquirir a Versão do Novo Mundo. É viva e espelha a realidade, e faz que o leitor pense e estude. Não é obra de Altos Críticos, mas de eruditos que honram a Deus e a Sua Palavra.” — The Differentiator, abril de 1952, páginas 52-7, e junho de 1954, página 136.

A coerência da Tradução do Novo Mundo venceu muitas discussões bíblicas no campo técnico. Por exemplo, anos atrás, uma sociedade de livres-pensadores em Nova Iorque pediu à Sociedade Torre de Vigia (EUA) que enviasse dois oradores para falarem ao grupo sobre assuntos bíblicos, pedido que foi concedido. Estes intelectuais apegavam-se a uma máxima latina, falsum in uno falsum in toto, significando que um argumento que se provar falso em um ponto é totalmente falso. Durante a palestra, certo homem desafiou as Testemunhas de Jeová quanto à veracidade da Bíblia. Ele pediu que Gênesis 1:3 fosse lido à assistência, e isto foi feito na Tradução do Novo Mundo: “E Deus passou a dizer: ‘Venha a haver luz.’ Então veio a haver luz.” Confiantemente, pediu a seguir que se lesse Gênesis 1:14, e este também foi lido na Tradução do Novo Mundo: “E Deus prosseguiu, dizendo: ‘Venha a haver luzeiros na expansão dos céus.’” “Pare”, disse, “o que está lendo? Minha Bíblia diz que Deus fez a luz no primeiro dia, e de novo no quarto dia, e isto é incoerente”. Embora asseverasse saber hebraico, foi preciso mostrar-lhe que a palavra hebraica traduzida por “luz” no versículo 3 é ʼohr, ao passo que a palavra no versículo 14 é diferente, sendo ma·ʼóhr, que significa luzeiro, ou fonte de luz. O intelectual sentou-se, derrotado. A fiel coerência da Tradução do Novo Mundo venceu o ponto, defendendo a Bíblia como verídica e proveitosa.

CUIDADOSA TRADUÇÃO DOS VERBOS

A Tradução do Novo Mundo dá atenção especial a transmitir o sentido da ação dos verbos gregos e hebraicos. Ao fazer isso, a Tradução do Novo Mundo esforça-se em preservar a especial graça, simplicidade, força e estilo dos escritos na língua original. Assim, foi necessário usar verbos auxiliares em português para transmitir cuidadosamente o estado real das ações. É em virtude da força dos seus verbos que as Escrituras originais são tão dinâmicas e tão expressivas no que tange à ação.

O verbo hebraico não tem “tempos” no sentido que o termo é aplicado à maioria das línguas do Ocidente. Em português, os verbos são encarados particularmente do ponto de vista do tempo: passado, presente e futuro. O verbo hebraico, por outro lado, expressa basicamente a condição da ação, ou seja, a ação é vista quer como completa (estado perfeito), quer como incompleta (estado imperfeito). Estes estados do verbo hebraico podem ser usados para indicar ações no passado ou no futuro, o tempo sendo determinado pelo contexto. Por exemplo, o estado perfeito ou completo do verbo normalmente indica ações no passado, mas também é empregado para falar de um acontecimento futuro como se já tivesse ocorrido e fosse passado, indicando sua certeza futura ou a obrigação de que este ocorra.

É muito importante transmitir com exatidão o estado do verbo hebraico para o português; do contrário, o significado pode ser deturpado, transmitindo uma idéia totalmente diferente. Como exemplo disso, considere as expressões verbais em Gênesis 2:2, 3. Em muitas traduções, falando a respeito do descanso de Deus no sétimo dia, usam-se expressões tais como “descansou”, “cessou”, “repousou”, “tinha cessado”, “repousara” e “cessara”. Com base nestas traduções, poder-se-ia concluir que o descanso de Deus no sétimo dia terminou no passado. Mas note como a Tradução do Novo Mundo salienta o sentido dos verbos usados no trecho de Gênesis 2:2, 3: “E ao sétimo dia Deus havia acabado sua obra que fizera e passou a repousar no sétimo dia de toda a sua obra que fizera. E Deus passou a abençoar o sétimo dia e a fazê-lo sagrado, porque nele tem repousado de toda a sua obra que Deus criara com o objetivo de a fazer.” A expressão “passou a repousar”, no versículo 2, é um verbo no estado imperfeito no hebraico e assim expressa a idéia de uma ação incompleta ou continuada. A tradução “passou a repousar” está em harmonia com o que é dito em Hebreus 4:4-7. Por outro lado, o verbo em Gênesis 2:3 está no estado perfeito, mas, a fim de harmonizá-lo com o versículo 2 e com Hebreus 4:4-7, é traduzido “tem repousado”.

Uma das razões das inexatidões na tradução das formas verbais hebraicas é a teoria gramatical chamada atualmente de waw consecutivo. Waw (ו) é a conjunção hebraica que basicamente significa “e”. Jamais se apresenta sozinha, mas está sempre ligada a outra palavra, com freqüência um verbo hebraico, a fim de formar uma só palavra com este. Afirmava-se, e ainda se afirma, que esta relação tem força para converter o verbo de um estado para outro, ou seja, do imperfeito para o perfeito (como tem sido feito em muitas traduções, incluindo modernas, em Gênesis 2:2, 3) ou do perfeito para o imperfeito. Este efeito tem sido descrito também pelo termo “waw conversivo”. Tal aplicação incorreta da forma verbal tem levado a muita confusão e à tradução errônea do texto hebraico. A Tradução do Novo Mundo não reconhece que a letra waw tenha força para modificar o estado do verbo. Antes, procura salientar a força devida e distintiva do verbo hebraico, preservando assim o significado do original com exatidão.

Cuidado similar foi tomado na tradução dos verbos gregos. Em grego, os tempos do verbo não expressam apenas o tempo da ação ou o estado, mas também o tipo da ação, se é momentânea, está começando, está continuando, é repetitória, ou se já terminou. Atenção a tais sentidos nas formas verbais gregas conduz à tradução precisa, com a plena força da ação descrita. Por exemplo, dar o sentido de continuidade da idéia onde esta ocorre no verbo grego não apenas salienta a verdadeira natureza da situação, mas também torna mais poderosa a admoestação e o conselho. Por exemplo, a contínua descrença dos fariseus e dos saduceus é demonstrada pelas palavras de Jesus: “Uma geração iníqua e adúltera persiste em buscar um sinal.” E a necessidade de ação contínua nas coisas certas é bem expressa pelas palavras de Jesus: “Continuai a amar os vossos inimigos.” “Persisti, pois, em buscar primeiro o reino.” “Persisti em pedir, e dar-se-vos-á; persisti em buscar, e achareis; persisti em bater, e abrir-se-vos-á.” — Mat. 16:4; 5:44; 6:33; 7:7.

O grego tem um tempo peculiar chamado de aoristo, que relaciona-se com ação transitória ou momentânea. Os verbos no aoristo podem ser vertidos de diversas formas, segundo o contexto. Uma forma em que é usado é para denotar um só ato de determinado tipo, embora não relacionado com nenhum tempo específico. Um exemplo disso é encontrado em 1 João 2:1, onde muitas versões traduzem o verbo “pecar” de modo a dar margem a um proceder contínuo de pecado, ao passo que a Tradução do Novo Mundo reza “cometer um pecado”, ou seja, um único ato de pecado. Isto transmite a idéia correta de que, se um cristão cometer um ato de pecado, tem Jesus Cristo qual advogado ou ajudador junto ao Pai celestial. Assim, 1 João 2:1 de forma alguma contradiz, mas apenas se contrasta com, a condenação da ‘prática do pecado’ mencionada em 1 João 3:6-8 e 5:18.

O tempo imperfeito do grego pode expressar não apenas uma ação contínua, mas também a tentativa de uma ação que não foi realizada. Note como reza Hebreus 11:17 na versão Almeida: “Pela fé ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado, sim, aquele que recebera as promessas ofereceu o seu unigênito.” Em grego, o verbo “ofereceu” difere em forma nessas duas ocorrências. A primeira está no tempo perfeito (completo), ao passo que a segunda está na forma imperfeita (passado contínuo). A Tradução do Novo Mundo, levando em conta os tempos diferentes, traduz o versículo “Abraão, quando provado, a bem dizer ofereceu Isaque, e o homem . . . tentou oferecer seu unigênito.” O sentido de ação terminada expresso pelo primeiro verbo é assim mantido, ao passo que o tempo imperfeito do segundo verbo indica que a ação foi intencionada ou tentada, mas não levada a cabo. — Gên. 22:9-14.

A atenção cuidadosa à função de outras categorias gramaticais, como os casos dos substantivos, tem levado ao esclarecimento de aparentes contradições. Por exemplo, em Atos 9:7, ao narrar a notável experiência de Saulo na estrada para Damasco, várias traduções dizem que seus companheiros de viagem ‘ouviram a voz’, mas não viram ninguém. Daí, em Atos 22:9, onde Paulo relata este incidente, as mesmas traduções rezam que, embora vissem a luz, ‘não ouviram a voz’. Entretanto, na primeira referência, a palavra grega para “voz” está no genitivo, mas na segunda ocorrência, está no caso acusativo, como se acha em Atos 9:4. Por que a diferença? Nenhuma é transmitida nas traduções acima em português, todavia o grego, pela mudança de caso, indica certa diferença. Os homens ouviram literalmente “da voz”, mas não a ouviram do mesmo modo que Paulo, isto é, ouvir e entender as palavras. Assim, a Tradução do Novo Mundo, atenta ao uso do genitivo em Atos 9:7, reza que os homens com ele estavam “ouvindo, deveras, o som duma voz, mas não observando nenhum homem”.

A TRADUÇÃO DO NOVO MUNDO EM OUTRAS LÍNGUAS

Em 1961, foi anunciado que a Sociedade Torre de Vigia dos EUA passava a verter a Tradução do Novo Mundo em outros seis dos idiomas mais falados, a saber, alemão, espanhol, francês, holandês, italiano e português. Esta obra de tradução foi confiada a tradutores peritos e dedicados, todos trabalhando juntos na sede da Sociedade Torre de Vigia em Brooklyn, Nova Iorque. Serviram como uma grande comissão internacional trabalhando sob direção competente. Foi em julho de 1963, na Assembléia “Boas Novas Eternas” das Testemunhas de Jeová, em Milwaukee, Wisconsin, EUA, que os primeiros frutos desta obra de tradução tornaram-se disponíveis, quando a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs foi lançada simultaneamente nos seis idiomas mencionados. Assim, os habitantes da terra que falavam idiomas diferentes do inglês podiam começar a usufruir os benefícios desta moderna tradução. Desde então, a obra de tradução tem continuado, de modo que, por volta de 1989, a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas já fora publicada em 11 idiomas, com mais de 56.000.000 de exemplares impressos.

GRATIDÃO PELO PODEROSO INSTRUMENTO

A Tradução do Novo Mundo é deveras um poderoso instrumento para demonstrar que “toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa”. Com base nos pontos considerados neste estudo, podemos avaliar que ela é precisa e fidedigna e que pode proporcionar genuíno deleite àqueles que desejam ouvir a Deus falar animadoramente ao homem, em linguagem moderna e vívida. A linguagem da Tradução do Novo Mundo é espiritualmente estimulante e coloca prontamente o leitor em sintonia com a expressão dinâmica das Escrituras inspiradas originais. Não mais precisamos ler e reler versículos a fim de entender frases obscuras. Fala com força e clareza desde a primeira leitura.

A Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas é uma tradução fiel da Palavra de Deus, “a espada do espírito”. Como tal, é deveras uma arma eficaz na guerra espiritual do cristão, uma ajuda ‘para demolir falsos raciocínios fortemente entrincheirados e raciocínios levantados contra o conhecimento de Deus’. Quão bem nos habilita a declarar, com melhor entendimento, as coisas proveitosas e edificantes, as gloriosas coisas relacionadas com o Reino de justiça de Deus — sim, “as coisas magníficas de Deus”! — Efé. 6:17; 2 Cor. 10:4, 5; Atos 2:11.