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Você pode confiar
Você pode confiar

Você chegou numa bifurcação da estrada. Uma placa diz: “Confie nos humanos e em suas promessas.” A outra diz: “Confie em Deus e em seu Reino.” Para que lado você vai?

A ESCOLHA sábia é confiar em Deus. Ele diz: “Quanto àquele que me escuta, residirá em segurança e estará despreocupado do pavor da calamidade.” (Provérbios 1:33) Escutamos nosso Criador por obedecer aos ensinamentos da Bíblia, reconhecendo que são confiáveis. (2 Timóteo 3:16) Essa confiança tem base sólida? Com certeza! Por exemplo, como vimos no segundo artigo desta série, só a Bíblia explica de modo exato por que os humanos não são capazes de governar a si mesmos com sucesso. Não concorda que a explicação da Bíblia está em harmonia com os fatos?

A mesma exatidão se reflete nas profecias bíblicas. Por exemplo, a Bíblia predisse as condições aflitivas que marcariam os atuais “últimos dias”. Podemos ver isso com os próprios olhos. (Mateus 24:3-7; 2 Timóteo 3:1-5) A Bíblia chegou até a prever que humanos ameaçariam a saúde do nosso planeta. Deus vai “arruinar os que arruínam a terra”, diz Revelação (Apocalipse) 11:18.

Quando essas palavras foram escritas uns 2 mil anos atrás, ninguém imaginava que os humanos causariam a extinção de espécies em larga escala e que haveria fenômenos como o aquecimento global e a poluição do ar, da terra e do mar. Mas tudo isso acontece hoje. O fato é que Deus nunca mente. Sua Palavra escrita sempre se cumpre em todos os detalhes. (Tito 1:2; Hebreus 6:18) Deus usa seu nome como garantia de que sua palavra se cumprirá.

Um nome em que você pode confiar

Assim como a assinatura torna um cheque válido, o nome pessoal de Deus, Jeová, garante o cumprimento de todas as promessas registradas na Bíblia. “Depositamos a nossa confiança no seu santo nome”, disse um escritor bíblico que sentiu várias vezes o cuidado amoroso de Deus. — Salmo 33:21; 34:4, 6.

Provérbios 18:10 relaciona o nome de Deus com seu cuidado paternal ao dizer: “O nome de Jeová é uma torre forte. O justo corre para dentro dela e recebe proteção.” Da mesma forma, Romanos 10:13 diz: “Todo aquele que invocar o nome de Jeová será salvo.” É claro que o nome pessoal de Deus não é um amuleto que afasta o mal. É Deus quem salva, e todos que o invocam como diz o texto fazem isso porque confiam implicitamente nele, sabendo muito bem como a reputação dele é impecável. Salmo 91:14 diz: “Visto que ele se afeiçoou de mim, eu [Jeová] também o porei a salvo. Protegê-lo-ei por ele ter chegado a conhecer meu nome.”

Pergunte-se: ‘Em quem deposito minha confiança: em Deus ou no homem?’ As Testemunhas de Jeová escolheram a Deus e seu Reino, não com base em sentimentalismo irracional ou credulidade cega, mas na forte convicção que provém do conhecimento exato da Bíblia. (Hebreus 11:1; 1 João 4:1) Por isso, não têm medo do futuro, mas ‘alegram-se na esperança’ que está à sua frente. Elas convidam você a ter essa mesma esperança maravilhosa. — Romanos 12:12.

A Terra será um paraíso?

LENDAS sobre uma era de ouro, em que o homem tinha uma relação achegada com Deus e vivia livre do pecado, das doenças e da morte, podem ser encontradas nas tradições de muitos povos, incluindo egípcios, mexicanos, peruanos e tibetanos. Essas lendas também falam sobre como o homem se tornou pecador.

Embora distorcidas e floreadas, as lendas têm elementos em comum demais para serem meras coincidências. Isso leva muitos à conclusão de que essas lendas tiveram sua origem em fatos da História. Na verdade, os elementos em comum dessas lendas são muito parecidos aos dos capítulos iniciais do livro bíblico de Gênesis. No entanto, não encontramos nesse livro a linguagem vaga de uma lenda, mas sim os detalhes específicos de uma história exata. — 2 Timóteo 3:16.

Um início perfeito

O livro de Gênesis relata que Adão e Eva, os primeiros humanos criados por Deus, foram colocados por ele num jardim bem regado, chamado jardim do Éden. Tinham saúde perfeita e a perspectiva de vida eterna. Só morreriam se pecassem. (Gênesis 2:8-17; Romanos 5:12) Adão e Eva deveriam ‘ser fecundos, tornar-se muitos, encher e sujeitar a Terra’. (Gênesis 1:28) O resultado seria um paraíso global cheio de humanos perfeitos, que se sujeitariam com alegria a Deus, seu Governante.

Infelizmente, Adão e Eva desobedeceram a Deus e perderam a oportunidade de cumprir o propósito do seu Criador e a perspectiva de viver para sempre. Apesar disso, Jeová Deus cumprirá seu propósito para a Terra. ‘Minha palavra que sai da minha boca não voltará a mim sem resultados’, disse ele, mas “terá êxito certo”. (Isaías 55:11) De fato, o propósito de Jeová de fazer da Terra o lar paradísico de humanos que refletem Suas qualidades é um dos temas principais da Bíblia. — Romanos 8:19-21.

“Estarás comigo no Paraíso”

Assim que Adão e Eva pecaram, Deus prometeu produzir um “descendente” que por fim destruiria a “serpente original”, Satanás, o Diabo, e desfaria suas obras perversas. (Gênesis 3:15; Revelação [Apocalipse] 12:9; 1 João 3:8) A parte principal desse “descendente” mostrou ser Jesus Cristo. (Gálatas 3:16) Deus também o designou Rei de um Reino, ou governo, celestial que dominará a Terra. — Daniel 7:13, 14; Revelação 11:15.
Cristo realizará o que Adão não conseguiu. É por isso que a Bíblia chama Jesus de “o último Adão”. (1 Coríntios 15:45) Em sua oração-modelo, Jesus relacionou o futuro da Terra com o Reino de Deus ao dizer: “Venha o teu reino. Realize-se a tua vontade, como no céu, assim também na terra.” — Mateus 6:10.

Quando estava na Terra, Jesus, como futuro Rei da Terra, tinha autoridade para dizer ao malfeitor pregado numa estaca ao seu lado: “Estarás comigo no Paraíso.” (Lucas 23:43) O Paraíso que Jesus tinha em mente seria na Terra, como Deus havia proposto no início. Esse fato é bem apoiado na Bíblia. Veja os textos a seguir:
“Os próprios justos possuirão a terra e residirão sobre ela para todo o sempre.” (Salmo 37:29) “Virá a haver bastante cereal na terra; no cume dos montes haverá superabundância.” (Salmo 72:16) “Os retos são os que residirão na terra e os inculpes são os que remanescerão nela.” (Provérbios 2:21) “Não se fará dano, nem se causará ruína em todo o meu santo monte; porque a terra há de encher-se do conhecimento de Jeová assim como as águas cobrem o próprio mar.” — Isaías 11:9.

Em harmonia com essas declarações, Jesus disse em seu famoso Sermão do Monte: “Felizes os de temperamento brando, porque herdarão a terra.” (Mateus 5:5) Mais tarde, o apóstolo João escreveu: “A tenda de Deus está com a humanidade . . . [Ele] enxugará dos seus olhos [das pessoas] toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram.” (Revelação 21:3, 4) Fica claro que esses textos bíblicos se referem, não a um “paraíso” celestial, mas a um paraíso físico aqui na Terra.

O que dizem os eruditos bíblicos

Muitos eruditos bíblicos afirmam que, sob o Reino de Cristo, a Terra se tornará um paraíso. O teólogo Joseph A. Seiss disse: “Sob o governo do Messias, a Terra inteira por fim se tornará . . . o que . . . teria sido se Adão nunca tivesse pecado.” Na obra The New Testament for English Readers (O Novo Testamento para Leitores em Inglês), Henry Alford escreveu: “Esse reino de Deus . . . continuará trabalhando até que se torne de fato um reino sobre esta Terra, e seus súditos herdarão a Terra . . . , finalmente em seu estado renovado e abençoado para sempre.” — O grifo é dele.
De modo similar, o famoso cientista e estudioso da Bíblia, Isaac Newton, escreveu: “Depois do dia do juízo, a Terra continuará a ser habitada por mortais [humanos], não só por mil anos, mas para sempre.”

Visto que a Terra estará sob o domínio direto de Jesus Cristo, a maldade nunca mais criará raízes. (Isaías 11:1-5, 9) De fato, a Terra será um paraíso em todos os sentidos e dará louvor a seu Criador para sempre.

Um lar paradísico nos espera

OUVE-SE cada vez mais a queixa, em todo o mundo, de que ‘o homem está transformando a terra num enorme depósito de lixo’. Será que isso vai acontecer realmente?

Apesar de todos os danos causados pela ganância e violência do homem, este planeta ainda está cheio de beleza — de vales luxuriantes, montes cobertos de neve, cataratas, praias orladas por palmeiras, e uma grande variedade de vida vegetal e animal. Devemos pensar que o Criador de tudo isso permita que a humanidade administre e use tão mau os recursos da terra, que este esplêndido planeta se transforme num globo sem vida? O bom raciocínio diz que não. Então, o que pretende Deus para a nossa terra? As coisas materiais, visíveis, criadas, podem contar-nos algo sobre o Criador da terra, mas não podem dizer-nos tudo o que precisamos saber. Não nos podem dizer quais são os objetivos de Deus para o futuro. Então, quem ou o que nos pode dizer isso?

Para sabermos isso, precisamos de alguma Revelação do próprio Criador. A fim de que os homens não estivessem em escuridão a respeito de Seu propósito, o Deus Todo-poderoso, Jeová, proveu uma Revelação em forma escrita. Esta é encontrada na Bíblia. É verdade que este livro foi escrito por homens. Mas eles admitiram que não registraram a sua própria sabedoria. Um dos escritores da Bíblia, o Rei Davi, declarou: “Foi o espírito de Jeová que falou por meu intermédio, e a sua palavra estava na minha língua.” (2 Samuel 23:2) Certamente, não era difícil para Aquele que projetou o cérebro humano ativar os processos mentais de homens dum modo que os habilitasse a escrever os pensamentos Dele. Sendo a Bíblia o único livro antigo a fazer a afirmação de ter sido inspirado pelo Criador da terra, Jeová Deus, nenhuma outra fonte pode fornecer-nos qualquer idéia sobre o que ele intentou para a terra e o homem sobre ela. — 2 Timóteo 3:16, 17.

A PROMESSA DUM PARAÍSO FEITA POR JESUS

Certas palavras proferidas há mais de dezenove séculos, por um homem inspirado, a um criminoso indicam claramente um grandioso futuro. Este homem inspirado era Jesus, amplamente reconhecido como profeta e um dos maiores instrutores que já viveu. A Bíblia o identifica como o prometido Messias ou Cristo, o Filho de Deus, que existia como pessoa espiritual antes de nascer como homem. (Mateus 16:13-16; Lucas 1:30-33; Filipenses 2:5-7) Jesus Cristo disse ao malfeitor: “Estarás comigo no Paraíso.” — Lucas 23:43.

Esta promessa de Jesus Cristo foi entendida de diversas maneiras pelos leitores da Bíblia. Muitas traduções da Bíblia citam Jesus como dizendo: “Em verdade te digo, hoje estarás comigo no paraíso.” (Centro Bíblico Católico) Em vista da pontuação, alguém poderia concluir que o malfeitor estaria com Jesus no paraíso naquele mesmíssimo dia. Deve-se notar, porém, que no texto grego original aparece pouca ou nenhuma pontuação. Isto torna necessário que o tradutor escolha o lugar da pontuação. Por isso, as palavras podem também ser pontuadas para rezar: ‘Em verdade te digo hoje, estarás comigo no paraíso.’ A idéia transmitida assim indica que o malfeitor estaria com Jesus no Paraíso num tempo futuro.

Este entendimento das palavras de Jesus harmoniza-se com o restante da Bíblia. Naquele dia, quando morreu, Jesus não foi para o céu, nem para outro lugar intermediário. Estava morto no Hades, no domínio da sepultura, durante três dias (ou parte deles). — Mateus 27:62-66; Atos 2:24, 27.

Além disso, o malfeitor teria entendido a referência de Jesus ao “paraíso” em harmonia com o uso então corrente. E qual era? Um paraíso era um jardim ou parque. Aquele homem não era discípulo de Jesus, e por isso não fazia nenhuma idéia sobre um paraíso celestial. Os livros da Bíblia, disponíveis naquele tempo, não apresentavam aos crentes a oportunidade de viver no domínio espiritual, com Deus. Foi só com a vinda de Jesus Cristo que se trouxe à atenção a esperança de vida nos céus invisíveis. (2 Timóteo 1:10) Embora os discípulos de Jesus o ouvissem falar sobre o “reino dos céus”, nem mesmo eles compreendiam plenamente o que isto significava. (Mateus 13:24, 31, 33) Mais tarde, perguntaram ao ressuscitado Jesus Cristo: “Senhor, é neste tempo que restabeleces o reino a Israel?” (Atos 1:6; compare isso com as palavras anteriores dos apóstolos a Jesus, em João 16:17, 18.) De modo que pensavam ainda em termos da terra, esperando que Jesus estabelecesse seu reino em Jerusalém. Visto que os próprios discípulos de Jesus não compreendiam plenamente coisas celestiais, naquele tempo, então, como podia o malfeitor imaginar que Jesus estava falando de outra coisa, e não dum paraíso terrestre?

A promessa que Jesus fez ao malfeitor está de acordo com as declarações da Bíblia, de que a terra foi feita com um objetivo. Deus “não a criou simplesmente para nada, [mas] a formou mesmo para ser habitada” (Isaías 45:18; Salmo 104:5) Seria desarrazoado supor que Deus, depois de ter gasto séculos na preparação da terra, com tanto cuidado, a destruísse ou deixasse erma, só porque algumas pessoas não a apreciavam. Na realidade, a própria terra tem o potencial de ser o lugar mais deleitoso para se viver.

PREDITA UMA “NOVA TERRA” PARADÍSICA

É digno de nota de que o conceito dum paraíso terrestre já era conhecido por muito tempo aos conterrâneos de Jesus, os israelitas. Quando se mudaram para a Terra da Promessa, esta lhes parecia como um paraíso. Jeová, por meio de Moisés, descreveu-a como sendo muito mais bela e produtiva do que até mesmo o opulento vale do Nilo, onde haviam vivido, dizendo:

“Pois a terra à qual vais para tomar posse dela não é como a terra do Egito de que saístes, onde semeavas a tua semente e precisavas irrigar com o teu pé, como a uma horta de verduras. Mas a terra à qual passais para tomar posse dela é uma terra de montes e de vales planos. Ela bebe a água da chuva dos céus, uma terra pela qual Jeová, teu Deus, está zelando. Os olhos de Jeová, teu Deus, estão continuamente sobre ela, do princípio do ano até o fim do ano.” — Deuteronômio 11:10-12.

Numa anterior descrição da terra, Moisés havia dito:
“Jeová, teu Deus, te introduz numa terra boa, uma terra de vales de torrente de água, de fontes e de águas de profundeza surgindo no vale plano e na região montanhosa, uma terra de trigo e de cevada, e de videiras, e de figos, e de romãs, uma terra de azeitonas e de mel, uma terra em que não comerás pão com escassez, em que não carecerás de nada, uma terra cujas pedras são ferro e de cujas montanhas extrairás o cobre.” — Deuteronômio 8:7-9.

Por meio de seu profeta Isaías, Deus predisse com muita antecedência que a nação de Israel seria levada ao exílio, pelos seus inimigos, por causa de sua desobediência. Então, a sua anterior terra paradísica ficaria desolada. Mas, ao dar esta profecia, Deus não deixou a nação sem esperança, porque disse: “Eis que crio novos céus e uma nova terra; . . . crio Jerusalém como causa para júbilo e seu povo como causa para exultação.” (Isaías 65:17, 18) Deus prometia ali o restabelecimento da nação na terra de Judá, tendo novamente Jerusalém por capital. Os “novos céus” não seriam novos céus invisíveis, mas a governança da terra de Judá, exercida por Zorobabel, da tribo de Judá, um governo sobre o país. A “nova terra” era um povo arrependido, purificado e disciplinado, trazido de volta à sua terra desolada, que este começou a cultivar e a embelezar. Restabeleceram ali a adoração de Jeová Deus e reconstruíram o templo em Jerusalém. — Esdras 3:1, 2, 10.

No seu empenho de embelezar a terra de Judá, para alcançar sua anterior condição paradísica, os israelitas receberam ajuda direta da parte de Deus, conforme indicava a profecia de Isaías a respeito de seu retorno. Deus prometera: “O ermo e a região árida exultarão, e a planície desértica jubilará e florescerá como o açafrão.” (Isaías 35:1, 2) De modo similar, o salmista disse que, se a nação fosse obediente a Deus, “Jeová, da sua parte, dará o que é bom, e a nossa própria terra dará a sua produção”. — Salmo 85:12.
UMA GLORIOSA “NOVA TERRA” NOS ESPERA

Tem esta profecia, sobre uma “nova terra”, algo que ver conosco, hoje? Sim, é um vislumbre do que Deus fará para a terra inteira. Séculos depois de Isaías ter profetizado, o apóstolo Pedro escreveu aos cristãos espalhados pela então conhecida terra, dizendo: “Há novos céus e uma nova terra que aguardamos segundo a sua promessa, e nestes há de morar a justiça.” (2 Pedro 3:13) Esta vindoura sociedade da “nova terra”, portanto, ocupará uma região muito maior do que a da antiga Judá.

Além disso, a visão do apóstolo João, registrada no livro bíblico de Revelação ou Apocalipse, não deixa dúvida de que, no cumprimento final, a sociedade da “nova terra” habitará o globo inteiro. O apóstolo João escreveu: “Vi um novo céu e uma nova terra; . . . ‘Eis que a tenda de Deus está com a humanidade, e ele residirá com eles e eles serão os seus povos.’” (Revelação 21:1-3) A expressão “novos céus” refere-se ao governo de Deus, exercido desde o céu, onde se encontra o seu trono. (Mateus 5:34) No tempo devido, a humanidade praticará exclusivamente a adoração verdadeira de Deus, e o favor, a ajuda e a proteção de Deus estarão com ela. Os “novos céus” concederão bênçãos à humanidade, na terra embelezada. — Salmo 115:16.

Que tal belo destino para a terra é o propósito de Deus é demonstrado pelos seus tratos com a raça humana. Segundo a Bíblia, o primeiro homem, Adão, foi informado de que morreria apenas pela desobediência. Portanto, se tivesse permanecido obediente, nunca teria morrido. (Gênesis 2:17; 3:19) Teria continuado a viver e o jardim paradísico teria continuado como lar do homem perfeito, dado por Deus. Ao passo que a família de Adão aumentasse, ela teria estendido o paraíso à terra lá fora, sob a direção de Deus.

Depois do pecado de Adão, Deus indicou à descendência de Adão que ele não havia abandonado seu objetivo para com a terra. Prometeu produzir um “descendente”, uma descendência, que seria o libertador da humanidade. (Gênesis 3:15) Com este propósito para com a raça humana, Deus permitiu que Adão tivesse filhos. Estes podiam viver tendo esta promessa por esperança.

Mais tarde, esta esperança dum paraíso futuro foi reforçada pela Revelação dada a Abraão, de que o “descendente” viria por meio de sua linhagem e ‘abençoaria todas as famílias da terra’. (Gênesis 22:18) Cerca de oitocentos anos mais adiante, na corrente do tempo, Deus disse ao Rei Davi, de Jerusalém, que seu descendente se sentaria para sempre no trono. (2 Samuel 7:12, 13, 16) Tudo apontava para um filho da linhagem de Davi superior a todos os reis anteriores daquela linhagem. Este seria o Messias (que significa “ungido”), o qual ocuparia para sempre o trono de Davi (Salmo 45:6, 7; Gálatas 3:16) O apóstolo Paulo aplicou esta profecia a Jesus Cristo, o Filho de Deus, nascido na terra na linhagem de Davi. Paula disse sobre ele: “Deus é o teu trono para sempre”, quer dizer, Deus é o alicerce e o sustento do trono de Cristo, por todo o tempo vindouro. — Hebreus 1:8, 9.

Em todos os Salmos, escritos durante um período de séculos, fez-se repetidas vezes referência ao governa justo de Deus sobre a terra, “por tempo indefinido” e “por tempo indefinido, para todo o sempre”. (Salmo 9:7, 8; 10:16, 17; 29:10; 145:21) Todas estas profecias têm cumprimento no governo de Jesus Cristo, a quem Deus ressuscitou dentre os mortos e enalteceu à posição mais elevada depois de si mesmo. (Efésios 1:20-22) O Salmo 37:29 revela que os homens viverão para sempre neste lar paradísico, declarando: “Os próprios justos possuirão a terra e residirão sobre ela para todo o sempre.”

ANTES DO PARAÍSO, UMA TERRA PURIFICADA

Mas, surge a pergunta: Como assegurará Deus que haja paz permanente na terra, para não se estragar o usufruto da vida? Assim como um homem começaria com uma limpeza de sua casa, por expulsar os maus inquilinos, Deus intenciona preparar o caminho para uma paz permanente na terra renovada, por purificá-la dos maus elementos. Fez isso para o antigo Israel, quando expulsou as nações cananéias, corrutas, que haviam estado na posse da terra, a fim de que Israel pudesse possuí-la em paz. — Levítico 18:24-27.

Atualmente, muitos gostariam de ver paz e justiça na terra. Mas, o atual sistema de coisas — dominado por poderosos elementos religiosos, políticos e comerciais — mantém o povo numa garra firme. É difícil para as pessoas fazerem o que é direito. E as boas novas do propósito de Deus para com a terra sofrem a oposição dos clérigos dos sistemas religiosos dominantes, do crescente ateísmo e dos canais de notícias e propaganda. A Bíblia diz que as nações andam ‘na improficuidade das suas mentes, ao passo que estão mentalmente em escuridão e apartadas da vida que pertence a Deus, por causa da ignorância que há nelas, por causa da insensibilidade dos seus corações’. — Efésios 4:17, 18; veja João 3:19.

Este sistema de coisas cobriu a terra como que com um véu cegante. Mas Deus promete arrancar este véu. Ele disse profeticamente que destruiria “a coberta que cobre todos os povos, e o véu que está posto sobre todas as nações”. — Isaías 25:7, Imprensa Bíblica Brasileira.

Jesus Cristo, como Rei celestial, trará o fim deste sistema de coisas no que a Bíblia chama de “a guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”. (Revelação 16:14) Aqueles que procuram fazer o que é direito não precisam temer esta guerra, porque ela será seletiva, eliminando os que prejudicam seu próximo e que não querem servir a Deus. Estes iníquos, por meio de seu egoísmo e de sua ganância, “arruínam a terra”, e por isso eles mesmos terão de ser arruinados. — Revelação 11:18; 2 Pedro 2:9.

De modo que Deus promete eliminar o sistema de coisas que oprime o povo. Junto com isso, Deus intenciona também eliminar aqueles que persistem em enganar, defraudar e oprimir seu próximo. (Salmo 72:4; 103:6) Enquanto tais “inquilinos” permanecem na “casa” terrena de Deus, não pode haver paz e felicidade para aqueles que sinceramente as desejam. Não ha outra maneira. O preço dum paraíso é a eliminação desses gananciosos. A regra é: “O iníquo é resgate para o justo.” Diz o provérbio: “O justo é quem é socorrido mesmo da aflição, e em lugar dele entra o iníquo.” Quer dizer, o iníquo, que causa aflição, recebe retribuição, o que dá ao justo alívio da aflição. — Provérbios 21:18; 11:8.

Tal eliminação do atual sistema mundial, no qual a religião falsa, a política, o comércio e o materialismo predominam, removerá a injustiça e a opressão. A Bíblia compara o instrumento usado a um grande vendaval: “Eis que certamente sairá o vendaval de Jeová, o próprio furor, sim, uma tormenta rodopiante. Rodopiara sobre a cabeça dos iníquos. A ira de Jeová não recuará até que ele tenha executado e até que tenha realizado as idéias de seu coração. Na parte final dos dias, dareis a isso vossa consideração com compreensão.” — Jeremias 23:19, 20.

O governo de Deus será então indisputado na terra. Cofiem em Jeová, pois o homem, não pode governar nem a si mesmo. Cristo Jesus é o Rei designado e ele nos garantiu a vida eterna no céu quanto na terra. Anseiem entrar neste nas bens-aventuranças deste Reino. Retornem à Jeová, todos vós "amantes da verdade" e obtenham uma vida eterna.

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